OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : cavalo
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sábado, 12 de julho de 2014

A ESTRADA DE TERRA








Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

BOI CHIFRANDO CAVALO NA ESCADA ROLANTE


Estava no alto de uma escada rolante. Na verdade eram duas. Uma do lado da outra. Uma subia e a outra descia. Elas eram muito altas. Deveria ter uns 20 metros de altura e estavam colocadas numa espécie de fazenda. Estava funcionando. La de cima, eu via um local onde havia alguns cavalos e bois pastando. Nisto ouvi barulho de animais em disparada. Ilhei lá de cima e vi um cavalo correndo muito e um boi correndo atrás dele. Depois de correr um pouco, o boi alcançava o cavalo e dava uma chifrada no traseiro dele, mandando ele no chão. Depois eles ficavam ali pastando como se nada estivesse acontecido. Depois ouvi novamente o barulho e tudo aconteceu novamente. Da terceira vez, veio correndo foi um potrinho, mas o boi que o perseguia e chifrou mandando ele longe. Depois ficava como se nada estivesse acontecendo. Nisto vi um menino subindo na escada rolante e correndo escada acima, ele fugia de seu pai que vinha logo atrás, só que na escada que descia. O menino tinha cara de um homem de 70 anos ou mais. Quando o menino foi chegando perto de mim, o pai dele deu um pulo e o pegou pelas pernas. Virou para mim e disse que quase o menino escapa. Ambos foram descendo as escadas e foram embora.

sábado, 10 de abril de 2010

DIRIGINDO NA CARROCERIA


Estava eu numa caminhonete, cuja carroceria era igual aquelas de transportar cavalos. Não havia cavalos na carroceria e sim, os equipamentos que uso para fazer a medição da qualidade do ar. Eu dirigia esta caminhonete, não da cabine, mas sim, da carroceria, sentado em cima dos equipamentos. Dirigindo a mesma, vi a Regina na beira do passeio em uma rua que não sei o nome. Fui dirigindo até ela, pois queria lhe contar algo. Mas ela nada perguntou sobre o assunto que eu queria falar, então decidi não dizer nada. Sai dali, fui até a casa do Gueds, buscá-lo para agente trabalhar. Ele subiu também na carroceria e fomos indo embora. Chegando num galpão, vi um homem de bigode e cabelos brancos. Desci da caminhonete, fui falar com este homem. Queria dizer a ele sobre o motivo de eu estar dirigindo a caminhonete. Mas ele parecia ocupado, andando de um lado a outro. Então decidi ir embora, dirigindo dentro deste galpão, quando deparei com vários encanamentos a mais ou menos um metro de altura. Para não bater nos mesmos, freei bruscamente. Nisto o Gueds veio rolando em cima do equipamento, me atingindo. Disse a ele que foi melhor frear que arrebentar os encanamentos.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

EXTERMINADORES / DEJAVÚ DE SONHO

ESTAVA NUM LOCAL, QUE PARECIA SER UMA FAZENDA. HAVIA ALGUMAS PESSOAS UM POUCO A FRENTE DE ONDE EU ESTAVA. NISTO, ESTAS PESSOAS QUE ESTAVAM A FRENTE, COMEÇARAM A GRITAR, DIZENDO QUE VINHA VINDO UM BANDO DE EXTERMINADORES. SAI CORRENDO POR UMA ESTRADINHA. ALGUÉM VINHA AO MEU LADO. ATRAVESSEI UMA ESTRADA E CONTINUEI CORRENDO EM DIREÇÃO A UMA CASA QUE TINHA ALI. ENTREI NESTA CASA. A TAL PESSOA QUE VINHA CORRENDO COMIGO ENTROU TAMBÉM. OLHAMOS POR UMA JANELA QUE TINHA AO LADO DA PORTA, NÃO VIMOS NADA. ENTÃO DECIDI VOLTAR. CHEGANDO AO LOCAL ONDE ESTAVAM AQUELAS PESSOAS. NÃO VI NADA. NISTO ELAS COMEÇARAM A GRITAR NOVAMENTE E SAÍRAM CORRENDO. ENTÃO VI UM BANDO DE CAVALOS, COM CABEÇA DE GIRAFA, MAS SEM AQUELE PESCOÇO GRANDE. SAI CORRENDO NOVAMENTE, ATRAVESSEI AQUELA ESTRADA. A TAL PESSOA CORRIA AO MEU LADO NOVAMENTE. FIQUEI IMAGINANDO QUE SE AQUELES BICHOS ME PEGASSEM, SERIA O MEU FIM. CORRI MAIS AINDA, IMAGINANDO QUE OS BICHOS ESTARIAM CHEGANDO. ENTREI NA CASA. FECHEI A PORTA. OLHEI NA JANELA E NÃO VI NADA. OLHEI NO RELÓGIO DO SANTUÁRIO, QUE FICA BEM EM FRENTE A MINHA JANELA. ERAM TRÊS HORAS E VINTE MINUTOS. DEITEI NOVAMENTE E SONHEI QUE ESTAVA CONTANDO ESTE SONHO ACIMA, PARA UMA PESSOA.
ESTAVA NUM LOCAL, TINHA UM HOMEM AO MEU LADO. ENTÃO DISSE A ELE QUE TINHA SONHADO COM UM BANDO DE GIRAFAS, COM CARA DE CAVALO, ME PERSEGUINDO. ELES CORRERAM ATRÁS DE MIM E VÁRIAS OUTRAS PESSOAS, MAS CONSEGUI FUGIR DELES. DISSE AO TAL HOMEM QUE OS BICHOS TINHAM PEGADO AS OUTRAS PESSOAS E QUE SÓ EU TINHA ESCAPADO. ENTÃO ELE ME PERGUNTOU DE ONDE OS BICHOS TINHAM VINDO. DISSE A ELE QUE NÃO SABIA. MAS QUE DEVERIA TER SIDO DA ÁFRICA.

domingo, 9 de novembro de 2008

DE REPENTE EU ESTAVA ANDANDO A CAVALO.


Estava num sítio. O dono do sítio insistiu que eu deveria andar a cavalo, mas eu não queria de jeito nenhum. De repente eu estava andando a cavalo. Ele saiu em disparada e não queria parar de jeito nenhum. Ele corria por uma estradinha e quando chegou numa porteira, ele parou de repente e eu fui jogado para o outro lado da porteira. Quando cai no chão, eu estava numa rua da cidade.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

CORRENDO DO CAVALO, FUGINDO DA DONA JUDIT, INDO PARA VEMEZA NA ITALIA

Estava num local, parecendo uma sala toda fechada, sem janelas. Havia apenas uma saída que era um labirinto. Havia outras pessoas ali. Havia uma pedra grande e em cima dela tinha um cavalo deitado que ficava batendo os cascos na pedra e mordendo a ponta da mesma. Na frente dele havia outra pedra pequena e em cima dela estava a Nathália. Então a Nathália disse para mim que o cavalo ficava daquele jeito depois que tomava injeção. Então eu disse para ela sair da frente dele, pois ele poderia sair correndo e passar por cima dela. Ela saiu. Eu estava na porta que dava para o labirinto. Alguém então bateu no cavalo e ele saiu em disparada na minha direção. Sai correndo pelo labirinto, até que vi uma pia de cozinha num canto. Então eu entrei debaixo da pia e pensei que ali o cavalo não me atropelaria. Fiquei ouvindo o galope do cavalo, cada vez mais se aproximando. Até que depois, parecia que ele estava se afastando. Sai dali e cheguei num local que não sei onde. Era o quintal de uma casa. Tinha um rio muito largo, ou mesmo o mar, não sei ao certo. Eu arrumava alguma coisa neste rio. Não sei o que era. Não era barco. Depois sai dali e fui para a casa que tinha ali. Quando abri a porta, entrou junto comigo vários patinhos, pintinhos e alguns passarinhos. Eu tentei colocá-los para fora, mas alguns saíram e outros não. Então entrei e fechei a porta. Nisto vi que a porta tinha um buraco em baixo, por onde eles entravam. Dentro da casa estava cheio de pequenos passarinhos. Nisto vi um galo e uma galinha lá dentro e imaginando como eles conseguiram passar pelo buraco da porta, que não era grande. Nisto cheguei perto de um fogão a lenha, onde a Dona Judit estava sentada. Ela então começou a dizer sobre o dinheiro da Iara. Ela falava que se não tivesse gastado tudo, ainda teria muito dinheiro. Dizia que não sabia como eu tinha conseguido gastar tudo. Eu estava querendo sair dali, pois ela ficava repetindo a mesma coisa o tempo todo. Sai dali e fui para um local, que parecia ser um porto, só que de um rio. Este rio tinha construções bem rentes a ele, dos dois lados. Parecia aquele rio de Veneza, na Itália. Havia pessoas tocando o barco, como fazem lá em Veneza, só que os barcos ali, eram muito grandes, Alguns tinha dois andares. Nisto parou um perto de nós. Alguém subiu e depois ele saiu. A pessoa que tocava o barco ficava em pé atrás dele, e tocava o barco parecendo que estava numa prancha de surf. Eles quase se tocavam, mas não chagavam a se baterem.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

DE PIJAMA NA ESTRADA

Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.