OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Buraco
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domingo, 22 de setembro de 2013

O BURACO DA ESTRADA


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O ATAQUE DO LEÃO

Estava no meio do mato, havia uma estradinha e várias árvores ao lago desta estradinha. Estava atrás de uma árvore, olhando um carro que estava num descampado.  Uma pessoa saiu correndo pela estradinha, gritando para eu trazer a corrente. Atrás desta pessoa, foi correndo um leão. Assim que sumiram na estradinha, fui arrastando uma corrente grande, que deveria ter uns 10 metros. Chegando ao lado do carro, deixei a corrente no chão. Depois fui dobrando ela no chão, em vão de um metro mais ou menos. Dizia que era para ir adiantando. Quando fazia isto, vi o leão vindo muito rapidamente pela estada, em minha direção. Entrei no carro e fiquei dizendo para mim mesmo, ter calma, fazer tudo sem “afobação”. Fechei a porta, o vidro e conferir a outra porta, que já estava com o vidro fechado. Com isto tinha certeza que o leão não entraria no carro. Deitei no chão do carro, na frente do banco do  carona e deitei o banco para frente, assim ele me esconderia. Quando fiz isto, vi que um buraco pequeno na porta, por onde eu pude ver o leão chegando. Tentei tapar este buraco com minha mão, para impedir que o leão me visse. Como vi que ficou tudo quieto, fui tentar sair de onde eu estava, quando dei de cara com o leão me olhando. A cara dele ficou a uns 10 centímetros do meu rosto. Vi que não tinha nada mais para fazer. Fiquei esperando que ele nada fizesse. Mas ele abriu a boca e me atacou.

sábado, 28 de novembro de 2009

TRATORES NA GRÉCIA ANTIGA

Estava num local, cercado de altas montanhas. Era na verdade, um grande buraco. Só que isto, era na Grécia antiga. Eu estava vestido como os gregos antigos, assim como várias outras pessoas ali. Algumas daquelas pessoas, que deveriam ser os líderes, planejavam um ataque a algum povo da região. Eles gesticulavam muito. Nisto, apareceu ao redor daquele buraco, por toda a montanha, o que seria aqueles povos, que os gregos atacariam. Só que eles chegaram com tratores e todos de uma única vez, empurraram milhares de tijolos, para onde a gente estava na tentativa de soterrar a gente. Mas como o buraco era muito largo, à medida que os tijolos caiam, a gente ia subindo nele. Eles não paravam de jogar os tijolos ao redor de todo aquele buraco. E a gente não parava de subir nestes tijolos. Até que o grande buraco ficou nivelado com as altas montanhas. Então, não vimos ninguém ali. E nem sinal dos tratores.



sábado, 7 de novembro de 2009

OLHOS DE LUZ

Estava num local, onde havia uma estrada de chão e duas estradas asfaltadas, em ambos o lado desta do chão. Deixando-a no meio. Era noite. Eu ia muito rapidamente pela estrada de chão, no meio das duas pistas asfaltadas, meus pés não tocavam o chão. Era como se eu fosse flutuando. Dos meus olhos saiam duas luzes azuis, que iam iluminando o caminho por aonde eu ia. Como eu ia muito rapidamente, não consegui desviar de um grande buraco que havia naquela estrada. Mas como eu não tocava o chão, passei por ele. Mas vieram outros. Eu tentava sair dali, com medo de vir a cair dentro de um deles, mas não conseguia. Para todo o lado que eu ia, Só havia buraco. Nisto comecei a sentir dor nos olhos. Então fiquei com medo deles apagarem e eu não conseguir sair dali. Resolvi então seguir em linha reta, pois assim o buraco teria que acabar. Mas ele não acabava. Então resolvi descer para chegar ao fundo do buraco. Mas meus olhos já estavam iluminando muito pouco. Mas consegui chegar ao fundo do buraco, chegando lá, vi que estava na estrada de terra, em que eu estava antes. Continuei andando, usando meus olhos como luz.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

CONSERTANDO EROSÃO NOS TRILHOS

Estava num local, que seria o pátio da RFFS/A. estava em cima dos trilhos do trem. Onde eu estava, havia uns cinco metros de linha do trem, que havia um grande buraco em baixo, e os trilhos estavam suspensos. Eu tinha que encher este grande buraco, com areia. Nisto a Rita chegou e perguntei a ela se queria trabalhar para mim, providenciando a areia para encher aquele buraco, antes que o trem viesse. Ela aceitou e saiu dali. Sai e fui até um galpão e peguei uma pá. Quando voltei, a Rita já tinha mandado jogar o caminhão de areia em cima dos trilhos suspensos. Com a pá, fui jogando a areia que ficou nas laterais. Nisto vi que a areia não seria suficiente. Então lembrei que não havia dito a Rita que deveriam ser três caminhões de areia e não apenas um como ela mandou. Fui até uma casa, onde morava o Kiko Lara, isto a muito tempo. Encontrei dois homens La. Disse para um que precisava que ele me arrumasse dois caminhões de areia, que tinha que ser urgente. Que era para eu fechar o buraco em baixo dos trilhos. Ele disse que providenciaria sim. Eu temia que o trem viesse e quando passasse pelos trilhos sem sustentação em baixo, viesse a tombar. O tal homem que ficou de arrumar a areia, não parava de falar com outro e nunca ia providencia a tal areia. Ficava andando de um lado para outro, já desesperado, mas nada dele parar de conversar.


sábado, 12 de setembro de 2009

FOGO PERCORRENDO A RUA

Estava num beco. Estava escuro. Havia algumas pessoas ali. Nisto num pequeno buraco que tinha na rua daquele beco, começaram a sair labaredas de fogo, tipo aquelas quando se põe fogo no álcool. Só que estas labaredas, iam caminhando rapidamente pela rua do beco até desaparecer totalmente. Então disse para uma pessoa que estava ali, que naquele buraco estava saindo gás natural. E que o fogo ia queimando por onde o gás estava indo. As labaredas continuavam saindo. Saia uma, percorria a rua e só quando ela apagava saia outra. Então eu disse que aquele gás deveria ser explorado por outra empresa, pois a Petrobrás já tinha muito dinheiro.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

DE VOLTA ONDE NUNCA ESTEVE


Eu estava andando pelas ruas de um bairro. Eu não sei qual bairro era e nem de que cidade. Mas sabia que já tinha estado ali tempos atrás. Eu andava pelas ruas e lembrava sempre de onde eu passava. Havia algumas pessoas andando por ali. Eu sabia que tinha que ir até uma casa. Eu e fui andando até que cheguei nesta casa. Eu tentei entrar, mas a porta não abria. Nisto, em baixo dos meus pés, tinha uma espécie de tampão de alguma passagem. Este tampão começou a se desfazer. Sai rapidamente, para não cair no buraco que se formava. Sai dali, andando pelas ruas novamente, e vindo em minha mente que aquilo tudo eu já tinha vivido antes, e eu só estava repetindo tudo novamente.