OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : falando com o gueds
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

AS CURVAS DA ESTRADA






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Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.

sábado, 12 de julho de 2014

AS CURVAS







Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

CONVERSA FRANCA COM DEUS


Estava vindo pela Travessa Montese, que liga a Rua do Meio e a Rua do Bar, na rua da casa da minha mãe. Era noite e eu vinha chorando muito. Chegando à esquina da rua da minha mãe, olhei em direção a casa da minha mãe, ver se tinha alguém conhecido. Não vi ninguém conhecido, apenas algumas pessoas. No passeio do canto da linha, vinha uma mulher gorda. Eu não a conhecia. Atravessei a rua chorando e conversando com Deus, dizendo que ele tinha me feito muito feio. Dizia que meu corpo era perfeito, mas meu rosto era muito feio. Dizia que ele não tinha caprichado ao me fazer. Chorando dizia para Deus, que uma pessoa que tivesse nascida com um rosto deformado ou tivesse o rosto queimado, era mais bonito que eu. Quando passava pelo galpão da mecanizada da ferrovia, deitei no cantinho do passeio, continuando a chorar e reclamando com Deus por ele não ter caprichado ao me fazer. Nisto ouvi meu celular tocar. Deitado e chorando, tirei o celular do bolso. Não consegui ver quem chamava, mas atendi assim mesmo. Era o Gueds. Ele dizia que a gente iria trabalhar na quinta, sexta e na segunda. Que o local era uma “pirambeira” danada, cheia de buracos. Queria perguntar a ele se a gente ia trabalhar na terça, mas ele não parava de reclamar do local aonde a gente iria. Nisto passou o cantor (acho que ele nem canta mais) Ronnie Von. Ele tinha nas mãos um chapéu, daqueles conhecidos como “chapéu de coco”. Ele dizia alguma coisa. Mas como eu prestava atenção no que o Gueds falava, não entendi o que o Ronnie Von dizia. Então disse para o Ronnie Von que não tinha trocado para dar esmolas. Pensei que ele estivesse pedindo esmolas. Então o Ronnie Von, com cara feia, disse que não estava pedindo esmolas. Estava dizendo apenas que era para eu levantar daquele chão frio, porque poderia me fazer mal. E saiu “esbravejando”. Então eu sentei, segurando o celular com a mãe esquerda, falando com o Gueds, e o braço direito, apoiei em cima do joelho direito, que estava dobrado, ficando com o braço esticado. Quando ficamos nesta posição, o dedo indicador fica esticado para frente. Nisto chegou uma mulher, ajoelhou em frente ao meu braço, com um cigarro na boca. Ela então encostou o cigarro no meu dedo e acendeu o cigarro. Levantou e foi embora. Então, “desabei” a chorar novamente, dizendo para Deus, que além dele me fazer muito feio, ainda tinha o “dedo isqueiro”.

sábado, 26 de setembro de 2009

VIAJANDO COM O CARRO COLORIDO

Estava indo viajar com o Gueds, para a cidade de Cláudio, que fica aqui pertinho de Divinópolis. A gente estava indo com um carro muito velho e que tinha cada uma de suas partes, pintadas de cores diferentes. A gente não corria muito, e quando passava por outros carros, a gente ouvia as pessoas rindo do carro em que a gente estava. Quando chegamos a Cláudio, fomos direto para a empresa fazer o serviço. Quando paramos o carro na empresa, as pessoas vinham de todo lado, só para rir do carro velho e colorido. Então disse ao Gueds que era melhor a gente ir embora e voltar com outro carro. Fomos saindo e as pessoas continuavam rindo.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

AS CURVAS DA ESTRADA DO GALPÃO

Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.