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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
A ÁGUA DA VIDA
Estava no que seria o alpendre da casa da minha mãe. Só que ele estava do lado contrário ao que eh. Estava atrás da casa. Nisto vi algumas pessoas chegando com o Kauâ, filho da Paulinha, que tem seis meses, no colo. Foi até estas pessoas, que eram três mulheres. O Kauâ tentou vir no meu colo. Mas as três mulheres não deixavam. Então o peguei assim mesmo e fui até um portão grande, tipo garagem, com as mulheres atrás de mim. Neste portão, havia uma tranca que ficava no alto dele. Não conseguia abrir a tranca. Então o Kauâ pulou dos meus braços no portão e foi subindo até esta tranca e a destrancou. As mulheres o pegaram e foram embora. Voltei para aquele alpendre, sentei num canto. Havia duas outras pessoas ali. Nisto este alpendre começou a encher de água. E a água começou a escorrer pelo corredor de trás da casa. Era muita água, como se estivesse arrebentado uma tubulação de água da Copasa. O nível da água chegava até meus joelhos. Fui pelo corredor para tentar saber de onde vinha a água. Nisto, a água que escorria atingiu alguns brinquedos de plásticos que estavam naquele corredor. Eram bonecos tipo soldados, boneca e carrinhos. Ao serem atingidos pelas águas, eles ganharam vida e vieram na minha direção. A boneca ficava dizendo para me pegarem. Os soldados de brinquedo vinham atrás de mim. Quando passei pela janela de um quarto que dava para o corredor, havia outros brinquedos na janela que se atiraram em cima de mim. Com o susto, cai no chão, naquela correnteza de água que vinha do alpendre. Os bonecos de brinquedo pularam em cima de mim. Tentava tirá-los de cima de mim, mandando-os longe, mas cada vez vinham mais brinquedos me pegarem. Com dificuldades levante e sai correndo dali. A boneca dizia que era para me seguirem e me segurar. Sai pelo portão da casa e lá fora pude ver a água que corria pela sarjeta. Andando nesta água vinham cada vez mais brinquedos de plásticos, a maioria tipo soldado. Esta água que corria, caia em um bueiro, de onde vinham os brinquedos. Todos os brin-quedos que foram jogados fora e foram para no esgoto, ganharam vida com aquela água que saia do alpendre e, n
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174-1-174-99 134th Rd, Jamaica, NY 11434, USA
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
SENDO ENCOBERTO COM PÓ DE CARVÃO
Estava num local, que parecia se o galpão de deposito de carvão, de uma siderurgia. Estava muito cansado e deitei ao lado de uma esteira, em cima de uma plataforma, que ficava na entrada deste galpão. Havia um homem enchendo umas tubulações de pó de carvão. Estas tubulações tinham mais ou menos um metro de diâmetro e era feita do mesmo material que se faz a mangueira de jardim. Não sei de onde vinha o pó de carvão, mas ele já caia dentro destas “mangueiras gigantes” e o tal homem, só tinha que ir espichando a mesma. Nisto ele passou enchendo uma um pouco acima dos meus pés. Depois foi outra ao lado da minha cabeça. E foi passando várias por ali. Fiquei pensando porque ele estava fazendo aquilo, se ele tinha me visto deitado ali. Queria me levantar, mas não conseguia, não tinha forças nem para me mexer. Quando ele passou uma destas mangueiras, bem acima de mim, deixando apenas um feixe de luz passando. Imaginei que iria morrer por falta de ar. E se eu levantasse, todo o pó de carvão cairia em cima de mim e eu me sufocaria. Como não conseguia mexer, fui ficando ali. Quando ele passou mais uma em cima, sumindo o feixe de luz.
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