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DE SUNGA E MOCHILA NAS COSTAS

Estava indo por um local que era parecido com um cais de porto. Andava por esta espécie de passeio, bem na beirada, vendo a água ao lado a uns 2 metros abaixo. Havia degraus neste passeio por volta de cinco. Subia estes degraus e descia logo em seguida. Eu subia e descia, subia e descia. Nisto fui aproximando de três pessoas que iam por ali também. Um homem, uma mulher e uma criança. Eu carregava no obro uma mochila. Carregava esta mochila do jeito que carrego sempre, colocada em apenas um ombro. Fui passando por estas três pessoas, quando subia uns destes degraus. Usava uma camisa de malha e quando fui passar por eles, percebi que estava de sunga. Fiquei sem jeito por estar só de sugas. Quando fui passar por eles, o tal homem veio conversar comigo. Saímos conversando indo à frente da mulher e da criança. Ele dizia que me conhecia, conhecia meus pais e todos os meus irmãos. Perguntou se eu não me lembrava dele. Disse que não, nunca tinha visto ele antes. Parei e disse a ele que era melhor eu colocar uma calça. Tirei uma calça jeans branca da minha mochila e vesti a calça. Saímos conversando e ele disse que era meu pai. Disse que era impossível, pois meu pai estava lá em casa. Ele disse que aquele era meu tio.

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ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
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ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
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