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NO BECO FUGINDO DO MONSTRO


Estava numa rua à noite, entrei num beco entre dois prédios. Este beco era estreito. Eu vinha com um cachorro, trazendo-o pela coleira. Nisto vi um animal estranho dentro do beco. Logo à frente o beco virava a direita e depois de subir três degraus, havia pequena porta feita de grade. Apressei para passar logo pela porta e fechar para o bicho não me pegar. No momento em quem comecei a andar rapidamente, meu celular tocou. No atender o celular, fui mais lento ao andar. Mas foi a conta de passar pelo portão de grade e fechá-lo, que o tal bicho chegou e quase me pegou. Continuei andando e já estava de volta no inicio do mesmo beco. Entendi que não podia passar pelo portão. Fui pelo beco novamente, quando vi um homem ali, e achei-o meio suspeito. Fui correr dele, para passar pelo portão. Nisto meu celular tocou novamente. Tive dificuldades de chagar ao portão, puxando o cachorro. Mas passei e fechei o portão, mas percebi que o tal homem podia abri-lo. Sai correndo, e o cachorro correu atrás de mim.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
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NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…