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Mostrando postagens de Abril 19, 2010

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A "IRLANDA" RICA, CULTURAL E BELA EH O DESTINO PREFERIDO DOS INTERCAMBISTAS BRASILEIROS QUE LÁ SE SURPREENDEM

LINHA DO TEMPO DA "IRLANDA" / WORLD 
O Castelo de Dublin, localizado na capital, foi a sede do governo britânico até a década de 1920. Hoje, é um dos grandes pontos turísticos da cidade, além de abrigar conferências Estado soberano da Europa que ocupa cerca de cinco sextos da ilha homônima. É uma república constitucional governada como uma democracia parlamentar, com um presidente eleito para servir como chefe de Estado. Considerada um país desenvolvido, a Irlanda tem o décimo primeiro maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, além de ótimas classificações em índices que medem o grau de democracia e liberdades como a de imprensa, econômica e política. Além da União Europeia (UE), a Irlanda também é membro do Conselho da Europa, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização das Nações Unidas (ONU). Sua capital é Dublin e sua população é estimada em 4,58 milhões de habitantes. A "…

ENTULHO DE PESSOAS

Estava com dificuldades de respirar. Não conseguia me mexer direito. Com muito esforço e na tentativa de respirar, consegui tirar o que estava em cima de mim. Era um amontoado de pessoas, que vinham escorregando uma ladeira abaixo. Era como se fosse um monte de entulho. Sai daquele monte de gente, onde todos pareciam estar dormindo. Estava anoitecendo. Sai correndo e algumas pessoas que estava ali, olhando aquele amontoado de gente descer a ladeira, usavam uma corda para dar lambadas no meu PE. A corda batia no pé e doía muito. Corri até chegar numa outra rua. Peguei uma corda e fui fazer o mesmo, para me defender e assim, poder salvar aquele monte de gente que estavam descendo a ladeira, como se fossem um monte de lixo. Correndo, e tacando a corda nas pessoas, e elas em mim, sempre nós pés, consegui chegar ao alto da rua. Mas não vi mais aquele monte de gente. Desci outra rua, onde também as pessoas tacavam a corda no meu pé. Até chegar lá em baixo. Já não via mais ninguém e as tais …