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DE JOELHOS NO CHÃO



Estava chegando numa casa. Entrei numa sala, acompanhado de uma mulher e um homem. Dentro desta sala, tinha uma cisterna, que estava com água até quase a borda. Dentro dela havia um homem encostado na lateral, gemendo de dor. Ao lado dele tinha um menino. O menino disse que o tal homem tinha machucado a perna ali dentro da cisterna. A tal mulher e homem que me acompanhavam, me pediram para ir até outra sala. Então ajoelhei, levantei a perna esquerda, segurando-a com a mão esquerda e fui pulando de joelhos. Disse para o homem da cisterna, que estava andando daquele jeito, para me solidarizar com a dor que ele sentia. Fui assim pulando com um joelho só, até outra sala. Atravessei o que seria um jardim de inverno e entrei num salão. Tudo isto, pulando de joelho. Ao chegar ao salão, vi várias pessoas que também estava com um joelho só no chão, e segurando a outra perna. Todos disseram que ficaram com “dó” do tal homem da cisterna.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
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ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
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