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OS E-MAILS E O CARRO DE 106 MIL REAIS


Estava dentro de um galpão, com o Vitinho. Ele disse que teríamos que subir no telhado para pegar algo. No meio deste galpão havia uma pequena escada. Fomos subindo por ela. Mais ou menos no meio do caminho até o telhado, esta escada ficava de lado. O Vitinho continuou subindo de lado. Parei e fiquei achando impossível subir uma escada de lado. Desisti de subir. Voltei e fui até uma casa que estava ali perto. Lá havia várias folhas em cima de uma mesa. O Ricardo chegou perto de mim e disse que aqueles eram os e-mails que eu havia pedido. Disse que era para deixá-los em pé, para ficar mais fácil vê-los. Ele colocou as tais folhas em pé. Então peguei uma lanterna com uma luz azul e ficava iluminando as folhas. Assim que a luz batia nelas, o que estava escrito aparecia. Disse a ele, que era assim que se lia um e-mail. Depois sai dali, peguei um carro, destes de luxo, e fui para a cidade de Passos. Chegando lá, fui até um posto de gasolina, onde também funcionava uma oficina. Esta oficina funcionava a céu aberto. Os carros ficavam ali em volta do posto. Deixei o carro para consertá-lo. Fui indo a pé por uma estrada de terra, até o local onde eu trabalharia. Cheguei neste local, que era uma casinha velha. Olhei as horas e vi que eram 17 horas. Decidi ir embora, pois tinha que andar toda aquela estrada a pé. Quando cheguei naquele posto, que também era oficina, uma mulher ficou me olhando e falando com outra pessoa. Cheguei até esta mulher e disse que tinha ido buscar o carro que deixará ali. Havia vários carros espalhados por ali. Ela então disse que o meu carro tinha sido roubado. Comecei a discutir com ela. Tentando entender como um carro podia ser roubado de uma oficina. Ela disse que não sabia dizer. Disse a ela como eu iria dizer para o Fabrício, que o carro dele que custa 106 mil reais tinha sido roubado. Ela só dizia que não podia fazer nada.

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