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CARREGANDO PANELAS NA MANSÃO, COM CACHORRO

Estava vindo por um passeio de uma rua, onde neste passei havia no centro, em toda sua extensão, um gramado. Sendo que a parte cimentada ficava em ambos os lados deste gramado. Vinha por este passei, carregando nas mãos, penduradas por uma corda, várias panelas. Havia duas mulheres que vinha na minha frente, e por ser o passeio estreito, me atrapalhavam a passar por elas. Então forcei a passagem e continuei. Eles ficaram falando alguma coisa quando passei que não sei o que era. Nisto, havia um enorme portão, feito de grade. Empurrei este portão com o ombro direito, porque as mãos estavam ocupadas, e entrei. Quando entrei, já me vi do lado oposto, como se estivesse entrado pela esquerda. Nisto uma mulher de fora começou a gritar que não era para eu entrar pelo outro portão. Era que ao lado deste imenso portão, tinha outro do mesmo tamanho. Então disse a ela que já tinha entrado. Ela então disse que havia um cachorro bravo no outro portão. Então continuei andando no imenso quintal, que seria de uma casa que tinha aquele imenso portão. Nisto veio um homem correndo em minha direção. O tal cachorro bravo então, veio correndo atrás dele. Disse a ele para parar de correr, senão o cachorro o pegaria. Ele então parou e o cachorro parou também. Ele disse que queria falar comigo. Então disse que era para sempre andar e nunca correr ali.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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