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ESPONJA DE PIA INDO EMBORA COM OS CALANGOS

Estava numa sala bem grande. Havia outras duas pessoas comigo. Nesta sala, as janelas eram feitas de ferro, toda quadriculada, com os vidros também quadrados de uns 20 x 20 centímetros. Cada vidro desta abria individualmente. Nisto entrou por uma abertura de um destes vidros, um calango, destes que ficam nas paredes de dentro da casa. Só que ele tinha uns 30 centímetros de comprimento. Ao contrario dos calangos normais que tem uns 5 centímetros só. Então eu pedi para uma pessoa que estava perto da janela, para fechar os vidros, para que os calangos não entrassem. Mas antes que ele fechasse, entrou outro. Sai correndo atrás deles, para que fosse para fora. Nisto vi no canto da sala, uma esponja de pia, amarela. Destas que usamos para lavar os pratos. Só que esta esponja estava andando com anda um lagarto, destes que ficam na folha de couve. Ia vagarosamente. Então. Achando aquilo estranho, perguntei para a pessoa que estava ao meu lado o que seria aquilo. Ele disse que era uma esponja de pia. Eu disse que sabia o que era só não entendia como ela estava andando. Ele então respondeu que eu a tinha jogado fora, então ela estava indo embora.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…