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OS ANIMAIS COLORIDOS NO RIACHO DE FOLHAS E GALHOS


Estava num local, que seria a entrada de um supermercado. Havia várias portas de entrada. O estacionamento era ali na frente mesmo, mas era fechado. Havia um carro parado bem em frente a uma das portas. Este carro era o do Guida, que eu aguardava vir de dentro do supermercado. Um pouco mais a frente, havia outro carro parado. Nisto veio o Zé Alique e fui estacionar o carro dele entre os dois. Só que ao fazer isto, bateu no carro que estava á frente do carro do Guida. Ele então voltou e estacionou atrás do carro do Guida. Uma mulher saiu de dentro do carro que ele bateu, começou a chingar, mas depois saiu com o carro e foi embora. Então fui para dentro do supermercado, apressar o Guida, para a gente ir logo embora. Quando entrei, vi uma porta nos fundos do supermercado. Ao passar por esta porta, vi um riacho que passava nos fundos, cercado por uma mata. Havia um homem lavando as laterais deste riacho, com mangueira de água. Ao fazer isto, várias folhas e pequenos galhos de árvores, caiam no riacho, formando um tapete de folhas e galhos, deslizando riacho a baixo. Nisto vi que vários ratos passavam de um lado a outro do riacho, sempre por cima destes galhos e folhas. Estes ratos eram compridos e fininhos e tinha de cor vermelha, azul, verde e amarelo e marrom. Eles sempre estavam pulando. Então imaginei que o motivo seria de a água que estava sendo usada para lavar as laterais do riacho, deveria estar entrando nas tocas dos ratos, o que fez eles saírem de lá.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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