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QUADRADO DENTRO DO QUADRADO


Estava num local, que era uma construção quadrada, bem grande. Havia uma rampa que descia dentro destro quadrado. Lá dentro, havia várias divisões também quadradas. E havia uma rampa em cada uma destas divisões. Tinha dois andares cada uma destas divisões. Eu estava na rampa que descia aos quadrados menores. Estes quadrados menores havia dentro deles água bem suja de barro, tipo água de rio depois de chover muito. No centro de cada quadrado havia uma haste que terminava dentro desta água e fazia-a girar. No andar de cima, vi algumas crianças. Uma mulher chegou ao meu lado e me explicou que aquelas crianças trabalhavam ali. E que na parte de baixo, trabalhava homens. Nisto as crianças começaram a subir a rampa, deixando o local onde estavam. Esta água suja começou a subir e encobriu até o local onde as crianças trabalhavam. Eu então perguntei a tal mulher, se os homens que trabalhavam lá em baixo não iam subir, para que não se afogassem. Ela então me disse que não precisavam, eles seguravam o fôlego até a água baixar novamente. Mas estava demorando muito para água baixar, então eu disse a tal mulher, que era impossível eles ficarem segurando o fôlego tanto tempo. Mas ela me disse que eles já estavam acostumados.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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