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CERCO AOS MOTOQUEIROS


Estava numa rua, onde eu podia ver o mar. Nisto uma pessoa pegou um peixe que deveria ter uns 80 centímetros de comprimento. Esta pessoa mirou o peixe, como se fosse uma arma de arco e flecha e atirou em direção a outra pessoa. Este peixe saiu como uma fecha e mordeu o braço da tal pessoa. Ela arrancou o peixe do braço e fez o mesmo, atirando ele em minha direção. Eu estava com uma pessoa do meu lado. Quando vi que o peixe vinha vindo, eu disse para esta pessoa ficar imóvel, assim o peixe não mordia agente. Mas o peixe veio e quase mordeu meu braço. Eu desviei na hora em que ele vinha me morder. Eu peguei o peixe. Passou um ônibus com várias pessoas dentro, olhando para mim. Assim que o ônibus passou, eu atirei o peixe em direção ao mar. O peixe caiu lá e foi embora. Depois comprei uma moto vermelha. E estava indo numa rua do bairro sidil. Só que o bairro sidil estava do lado oposto em que ele fica realmente. Era como se a gente estivesse olhando por um espelho. Quando chegou num morro bem forte, eu decidi subir o morro e não virar a esquerda. Quando atravessei a rua, vi que se estivesse virado a esquerda, eu teria sido parado por um guarda que estava ali. Como minha carteira de motorista estava vencida, eu teria sido preso e a moto também. Fui tentando subir o morro, mas a moto não conseguia subir. Eu fui ajudando batendo os pés nos chão. Quando consegui subir o morro, vi a escola Roberto Carneiro. Os alunos estavam saindo. Eu entrei na escola, pelo portão da garagem, procurando uma saída do outro lado. Porque eu imaginei que poderia ter policial cercando os motoqueiros, já que ali estava cheio de motoqueiros que iam buscas os alunos. Não encontrei saída do outro lado. Então fui até onde os alunos saiam, desci da moto e fui tentar desligá-la. Mas eu não conseguia achar onde desligava a moto. Depois vi uma chave e a tocar nela, a moto desligou. Então eu pensei em sair empurrando a moto e se o policial me perguntasse alguma coisa, eu diria que a moto não era minha, que eu estava levando ela para o dono. Nisto parou uma moto perto da minha. Então vi que a moto minha eram bem pequena perto da outra. Nisto fiquei imaginando que deveria estar ridículo eu andando naquela motinha tão pequena.

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