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CORRENDO DO CAVALO, FUGINDO DA DONA JUDIT, INDO PARA VEMEZA NA ITALIA

Estava num local, parecendo uma sala toda fechada, sem janelas. Havia apenas uma saída que era um labirinto. Havia outras pessoas ali. Havia uma pedra grande e em cima dela tinha um cavalo deitado que ficava batendo os cascos na pedra e mordendo a ponta da mesma. Na frente dele havia outra pedra pequena e em cima dela estava a Nathália. Então a Nathália disse para mim que o cavalo ficava daquele jeito depois que tomava injeção. Então eu disse para ela sair da frente dele, pois ele poderia sair correndo e passar por cima dela. Ela saiu. Eu estava na porta que dava para o labirinto. Alguém então bateu no cavalo e ele saiu em disparada na minha direção. Sai correndo pelo labirinto, até que vi uma pia de cozinha num canto. Então eu entrei debaixo da pia e pensei que ali o cavalo não me atropelaria. Fiquei ouvindo o galope do cavalo, cada vez mais se aproximando. Até que depois, parecia que ele estava se afastando. Sai dali e cheguei num local que não sei onde. Era o quintal de uma casa. Tinha um rio muito largo, ou mesmo o mar, não sei ao certo. Eu arrumava alguma coisa neste rio. Não sei o que era. Não era barco. Depois sai dali e fui para a casa que tinha ali. Quando abri a porta, entrou junto comigo vários patinhos, pintinhos e alguns passarinhos. Eu tentei colocá-los para fora, mas alguns saíram e outros não. Então entrei e fechei a porta. Nisto vi que a porta tinha um buraco em baixo, por onde eles entravam. Dentro da casa estava cheio de pequenos passarinhos. Nisto vi um galo e uma galinha lá dentro e imaginando como eles conseguiram passar pelo buraco da porta, que não era grande. Nisto cheguei perto de um fogão a lenha, onde a Dona Judit estava sentada. Ela então começou a dizer sobre o dinheiro da Iara. Ela falava que se não tivesse gastado tudo, ainda teria muito dinheiro. Dizia que não sabia como eu tinha conseguido gastar tudo. Eu estava querendo sair dali, pois ela ficava repetindo a mesma coisa o tempo todo. Sai dali e fui para um local, que parecia ser um porto, só que de um rio. Este rio tinha construções bem rentes a ele, dos dois lados. Parecia aquele rio de Veneza, na Itália. Havia pessoas tocando o barco, como fazem lá em Veneza, só que os barcos ali, eram muito grandes, Alguns tinha dois andares. Nisto parou um perto de nós. Alguém subiu e depois ele saiu. A pessoa que tocava o barco ficava em pé atrás dele, e tocava o barco parecendo que estava numa prancha de surf. Eles quase se tocavam, mas não chagavam a se baterem.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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