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FUGINDO DO CACHORRO ATIRADOR

Eu estava num local, onde eu entrei numa espécie de corredor, que tinha uns 4 metros de largura e era muito comprido. Ele era coberto, mas eu não via nada dos lados. Fui ate o final do corredor e não tinha saída. Então fui voltando e aproximadamente na metade do corredor vi duas portas bem grande. Eram da Caixa Econômica Federal. Então vi algumas mulheres sentadas numa mesa tomando café. Eu tentei entrar na porta, mas não consegui abri-la. Chamei mas ninguém me atendei, Fui indo embora, quando cheguei num local fora do corredor, bem amplo e lá na frente tinha o portão de saída. Quando eu caminhava em direção ao portão, veio correndo em minha direção um cachorro pastor alemão, bem grande. Ele atirou uma esfera bem grande, em mim. Eu peguei um barril, destes pequenos, que eles cortam ao meio para faze de lixeira e me defendi. Eu tentava ir em direção ao portão de saída. O cachorro pegava a esfera e ativa em mim novamente. Eu me defendi segurando este barril na frente do rosto. Mas a esfera nunca me acertava. Até que a esfera caiu perto de mim e eu a peguei. Então o cachorro começou a tirar em mim uma espécie de pino. Mas não me acertou também. Então o cachorro tirou de uma maleta uma espécie de arma que atirava estes pinos. Ele então me disse que eu não sairia dali de jeito nenhum. Eu então disse a ele para parar, que eu me entregava, pois com aquela arma ele poderia me matar. O cachorro ficou de pé igual a um homem e começou a rir.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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