OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : ruas
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

FLUTUANDO NA CADEIRA DE LONA

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Estava em uma rua larga e toda asfaltada. Havia inúmeras pessoas nesta rua. Na beira do passeio havia uma cadeira feita de lona. Tinha encosto, assento e até apoio para os braços. Tinham também, amarrado nos dois braços, duas tiras de lona. Sentei nesta cadeira e imediatamente estas duas tiras de lona subiram como se estivessem amarradas num guindaste. Ao subirem e ficarem esticadas, a cadeira saiu do chão e começou a se deslocar no ar comigo sentado nela. Ela foi se deslocando a uma altura de meio metro mais ou menos. Fui passando pelas pessoas e elas não se davam conta de que eu flutuava na cadeira. Nisto algumas pessoas então viram o que estava acontecendo e apontaram para mim, dizendo que eu voava com cadeira. Balancei então esta cadeira, para ver se ela ia mais rápido. Ela foi subindo mais alto. Quanto mais eu balançava, mais ela subia. Assim pude me afastar das pessoas que gritavam apontando para mim. Mas a cadeira foi descendo novamente em outro ponto da rua que estava vazia. Ao chegar à altura de meio metro mais ou menos, ela continuou flutuando em direção aquelas pessoas. Fui passando por entre estas pessoas que não se davam conta de que estava flutuando. Nisto o assento da cadeira começou a rasgar. Foi rasgando rapidamente até que se rompeu. Ao se romper, fiquei de pé para não cair sentado. Ao sair da cadeira ela parou de flutuar e caiu no chão. Sai andando por entre aquelas pessoas como se nada tivesse acontecido.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O SUMIÇO DO BONÉ -


VINHA POR UMA RUA ONDE SÓ HAVIA MUROS EM TODA SUA EXTENSÃO. NÃO VIA AS ENTRADAS DAS CASAS E NEM AS CASAS. SOMENTE A RUA E OS MUROS. ESTAVA ANOITECENDO. VINHA CHATEADO PORQUE ALGUÉM TINHA PEGO MEU BONÉ. NÃO CONSEGUIA ENCONTRÁ-LO. DEPOIS DE SAIR DESTA RUA COM MUROS, ENTREI EM OUTRA ONDE VI ALGUMAS PESSOAS. PERGUNTEI A ESTAS PESSOAS SE TINHAM VISTO MEU BONÉ. NENHUMA DELAS SABIA DELE. FUI INDO EMBOTA CHATEADO, DIZENDO QUE NÃO USARIA BONÉS.

terça-feira, 25 de maio de 2010

A CORRIDA NA NOITE

Era noite. Estava bem escuro. Eu ia pela Rua Minas Gerais, em direção a Rua Rio Grande do Sul. Em frente à antiga Fadom, havia dois homens, que pareciam estar bêbados. Um tentava segurar o outro. Passei rapidamente por eles e virei na Rua Rio Grande do Sul, em direção a Rua Goiás. Nisto percebi que eles começaram a me seguir. Fui indo rapidamente, pois sabia que estando bêbados, eles não conseguiriam me acompanhar. Mas eles viam rapidamente, não sei como. Então comecei a correr rapidamente. Tanto que meus pés não tocavam mais o chão. Ia como que deslizando a uns 20 centímetros do chão. Ainda assim, eles me seguiam. Cruzei a Rua Goiás velozmente, torcendo para que não viesse nenhum carro, evitando assim que eu fosse atingindo por ele. Depois cruzei a Rua Pernambuco. Mas os tais homens continuavam atrás de mim. Embora eu fosse velozmente, não sabia como eles conseguiam-me acompanhar. Quando fui chegando à Rua Sergipe, virei à esquerda, em direção ao bairro esplanada. Ao virar, parei. Nisto eles vieram rapidamente, um atrás do outro. Ao virarem também, eu calcei o primeiro, que veio a cair. Nisto o segundo, acabou caindo, atropelando o primeiro que estava caído. Pois ele não conseguiu parar antes. Deixei os dois caídos ali e fui correndo em direção ao bairro esplanada.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

SAINDO PARA BUSCAR A MARMITA

Estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis, levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que elas não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar algo que não lembro o que era. Nisto lembrei que tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei à direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei à última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me perseguir. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei ao final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo por este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele terminava na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi em um dos galhos desta grande árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da própria árvore. Mas mesmo assim, ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Então voltei voando, fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. E me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados. Daí eu acordei.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

CORRENDO PELAS RUAS

Estava participando de uma corrida. Havia várias pessoas. Eu estava pulando, fazendo aquecimento. Usava uma roupa de corrida de cor vermelha. Todos usavam da mesma cor. Nisto as pessoas saíram correndo e eu fiquei pulando, não vi que já tinha dado a largada. Quando vi, sai correndo, mas as pessoas já iam bem à frente e aos poucos eu já não as via. Continuei correndo e percebi que eu corria sozinho, pois todos já tinham terminado a corrida. De repente eu já estava na rua da casa da minha mãe, correndo, mas usando uma calça jeans e camisa de malha. Parei e vi que várias pessoas estavam me olhando correr e eu não sabia por que estava correndo. Então comecei a andar normalmente e entrei na casa da minha mãe.