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terça-feira, 25 de maio de 2010
A CORRIDA NA NOITE
Era noite. Estava bem escuro. Eu ia pela Rua Minas Gerais, em direção a Rua Rio Grande do Sul. Em frente à antiga Fadom, havia dois homens, que pareciam estar bêbados. Um tentava segurar o outro. Passei rapidamente por eles e virei na Rua Rio Grande do Sul, em direção a Rua Goiás. Nisto percebi que eles começaram a me seguir. Fui indo rapidamente, pois sabia que estando bêbados, eles não conseguiriam me acompanhar. Mas eles viam rapidamente, não sei como. Então comecei a correr rapidamente. Tanto que meus pés não tocavam mais o chão. Ia como que deslizando a uns 20 centímetros do chão. Ainda assim, eles me seguiam. Cruzei a Rua Goiás velozmente, torcendo para que não viesse nenhum carro, evitando assim que eu fosse atingindo por ele. Depois cruzei a Rua Pernambuco. Mas os tais homens continuavam atrás de mim. Embora eu fosse velozmente, não sabia como eles conseguiam-me acompanhar. Quando fui chegando à Rua Sergipe, virei à esquerda, em direção ao bairro esplanada. Ao virar, parei. Nisto eles vieram rapidamente, um atrás do outro. Ao virarem também, eu calcei o primeiro, que veio a cair. Nisto o segundo, acabou caindo, atropelando o primeiro que estava caído. Pois ele não conseguiu parar antes. Deixei os dois caídos ali e fui correndo em direção ao bairro esplanada.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
NA RUA A NOITE, CORRENDO COM BONÉ NO ROSTO
ESTAVA INDO POR UMA RUA DO PORTO VELHO. ERA NOITE E EU ANDAVA MUITO RAPIDAMENTE. NISTO DOIS HOMENS ME PARARAM PARA PERGUNTAR ALGO. PERCEBI QUE OS DOIS ESTAVAM BÊBADOS. ENTÃO CONTINUEI ANDANDO E PERCEBI QUE ESTAVA RESPIRANDO COM DIFICULDADES. ENTÃO VI QUE ESTAVA USANDO MEU BONÉ, COMO SE FOSSE AQUELAS MÁSCARAS QUE ESTÃO USANDO CONTRA A GRIPE “A”. CONTINUANDO RAPIDAMENTE, TIREI O BONÉ DO ROSTO E COLOQUEI NA CABEÇA. NISTO JÁ ESTAVA NO ESPLANADA, QUANDO AQUELES DOIS HOMENS CHEGARA CORRENDO E ME JOGARAM NO CHÃO, DIZENDO QUE QUERIA UM INFORMAÇÃO. COMO JÁ ESTAVA PERTO DA CASA DA MINHA MÃE, SAI RAPIDAMENTE DE GATINHO MESMO. MAS ELES PUXARAM MINHA PERNA E DISSERAM QUE PRECISAVAM DE UMA INFORMAÇÃO. ENTÃO FUI OUVI-LOS E ELES ME PERGUNTARAM ONDE MORAVA O ANTONIO MARIA. ENTÃO DISSE A ELES QUE O ANTONIO ERA MEU IRMÃO E MINHA MÃE MORAVA ALI PERTINHO, ONDE A GENTE MORAVA.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
CARREGANDO PANELA DE ÁGUA
Estava indo na praça de baixo do bairro Porto Velho. Eu carregava uma panela na mão esquerda e um copo com água com a mão direita. Quando esta no meio da praça, vi três homens conversando. Eu passei por trás deles. Mas teve um que me empurrou e eu quase derramei a água. Continuei andando, e este homem que me empurrou, veio atrás de mim e disse que ia me jogar no chão. Mas ele estava totalmente embriagado e não conseguia me alcançar. Um dos outros que ficaram disseram que eu ia bater a panela na cabeça dele, que era para ele ter cuidado. Eu virei à rua da casa da Dona Judit e no portão estavam o Segundinho e outro homem conversando com ele. Quando o homem embriagado me viu me aproximando do Segundinho, ele voltou. Eu cheguei e perguntei se a Rita estava lá. O Segundinho disse que sim, e que eu podia entrar. Eu fui abrindo o portão, depois desisti e pedi ao Segundinho para chamá-la para mim. Ele disse que era para eu entrar, não precisava avisar não. Mas eu não entrei.
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