Estava em uma rua larga e toda asfaltada.
Havia inúmeras pessoas nesta rua. Na beira do passeio havia uma cadeira feita
de lona. Tinha encosto, assento e até apoio para os braços. Tinham também,
amarrado nos dois braços, duas tiras de lona. Sentei nesta cadeira e
imediatamente estas duas tiras de lona subiram como se estivessem amarradas num
guindaste. Ao subirem e ficarem esticadas, a cadeira saiu do chão e começou a
se deslocar no ar comigo sentado nela. Ela foi se deslocando a uma altura de
meio metro mais ou menos. Fui passando pelas pessoas e elas não se davam conta
de que eu flutuava na cadeira. Nisto algumas pessoas então viram o que estava
acontecendo e apontaram para mim, dizendo que eu voava com cadeira. Balancei
então esta cadeira, para ver se ela ia mais rápido. Ela foi subindo mais alto.
Quanto mais eu balançava, mais ela subia. Assim pude me afastar das pessoas que
gritavam apontando para mim. Mas a cadeira foi descendo novamente em outro
ponto da rua que estava vazia. Ao chegar à altura de meio metro mais ou menos,
ela continuou flutuando em direção aquelas pessoas. Fui passando por entre
estas pessoas que não se davam conta de que estava flutuando. Nisto o assento
da cadeira começou a rasgar. Foi rasgando rapidamente até que se rompeu. Ao se
romper, fiquei de pé para não cair sentado. Ao sair da cadeira ela parou de
flutuar e caiu no chão. Sai andando por entre aquelas pessoas como se nada
tivesse acontecido.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
FLUTUANDO NA CADEIRA DE LONA
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Kloan Rd, The Dalles, OR 97058, EUA
segunda-feira, 8 de março de 2010
FLUTUANDO NO BARRACÃO QUE FICAVA DENTRO DA CASA

Fui até a casa da minha mãe. Estava anoitecendo. A casa da minha mãe estava bem diferente do que é realmente. Chegando lá, ela me disse que iria alugar o barracão para eu morar. E foi me mostrar tal barracão. Este barracão ficava dentro da própria casa dela. Mostrando-me os banheiros, da casa e do barracão, que eram juntos, vi que eram separados por uma parede de apenas um metro e meio, bem como as paredes que o contornavam. Todas tinham aproximadamente um metro e meio. Em pé, via tudo lá dentro. Então disse para minha mãe, que todo mundo veria todo mundo dentro daqueles banheiros. Ela disse não ter problemas, pois eram todos da família. Disse a ela que aquilo não ia dar certo. Ela foi me mostrar os quartos. Dentro dos quartos que eram bem grandes, tinha o quarto pequeno, que seriam os do barracão. Mas isto, sem paredes que os dividissem. Nisto chegaram dois homens e disseram que iriam me levar. Não conhecia nenhum deles e disse que não iria com ninguém. Eles tentaram me pegar, dei um pulo e fiquei flutuando rente a teto. Eles ficavam pulando, tentando-me alcançar. Nisto sai flutuando para outro cômodo. Ao baixar para passar pela porta, flutuando, quase que os tais homens me pegam. Fui assim flutuando até que sai da casa da minha mãe.
sábado, 25 de outubro de 2008
FLUTUANDO COM A BARRA NA MÃO
Eu estava num local, onde havia uma montagem com barras de ferro, formando um retângulo grande. Havia dentro deste retângulo, algumas barra de ferro, de um metro mais ou menos. Havia um menino que estava numa destas barras, de cabeça para baixo. Os pés dele ficavam na barra, como se fosse uma ima. Numa outra barra um pouco maior, havia de um lado dela, escrito a palavra “children”. Eu segurei a barra e uma criança segurou do lado que estava escrito children. Então nós saímos flutuando. Mas não fomos muito alto, parecia que estava pesado demais. Eu disse para esta criança, que aquela barra fazia a gente flutuar, mas não estava conseguindo com nos dois. Depois de flutuar um pouco, voltamos até a armação, aonde chegou um homem e pegou a barra e saiu com ela, dizendo que ele iria voar.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
EM OUTRO PLANETA
Estava num local, que eu dizia ser outro planeta. Não sei qual. Mas eu podia flutuar, e ir planando sem fazer esforço nenhum. Eu estava sozinho, ria muito, até que um vento forte começou a bater em meu rosto, me empurrando. Eu tentava sair dele e não conseguia. O vento fui me empurrando até chaegar numa janela que seria a do meu apartamento. Entrei pela janela e cai lentamente em minha cama e adormeci.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
FLUTUANDO NA RUA DE GRAMA
Eu estava num local, onde a rua era toda de grama, e bem comprida. Não tinha passeio e sim, árvores plantadas em toda extensão da rua, de um lado e do outro. Depois das árvores, não tinham casa, e sim, terreno parecendo pasto de gado. Eu e mais algumas pessoas ficávamos a um metro do chão. A gente ia de um lado a outro, não voando, mas simplesmente flutuando. Não importava se nós estávamos deitados, em pé, como se estivesse sentado. A gente ia de um lado a outro se fazer nenhum esforço. Acima da gente, a uns 2 metros do chão. Ficavam as crianças, que também deslizavam de um lado a outro, brincando. A gente flutuava numa altura, conforme a idade que tinha.
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