OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : cadeira
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

FLUTUANDO NA CADEIRA DE LONA

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Estava em uma rua larga e toda asfaltada. Havia inúmeras pessoas nesta rua. Na beira do passeio havia uma cadeira feita de lona. Tinha encosto, assento e até apoio para os braços. Tinham também, amarrado nos dois braços, duas tiras de lona. Sentei nesta cadeira e imediatamente estas duas tiras de lona subiram como se estivessem amarradas num guindaste. Ao subirem e ficarem esticadas, a cadeira saiu do chão e começou a se deslocar no ar comigo sentado nela. Ela foi se deslocando a uma altura de meio metro mais ou menos. Fui passando pelas pessoas e elas não se davam conta de que eu flutuava na cadeira. Nisto algumas pessoas então viram o que estava acontecendo e apontaram para mim, dizendo que eu voava com cadeira. Balancei então esta cadeira, para ver se ela ia mais rápido. Ela foi subindo mais alto. Quanto mais eu balançava, mais ela subia. Assim pude me afastar das pessoas que gritavam apontando para mim. Mas a cadeira foi descendo novamente em outro ponto da rua que estava vazia. Ao chegar à altura de meio metro mais ou menos, ela continuou flutuando em direção aquelas pessoas. Fui passando por entre estas pessoas que não se davam conta de que estava flutuando. Nisto o assento da cadeira começou a rasgar. Foi rasgando rapidamente até que se rompeu. Ao se romper, fiquei de pé para não cair sentado. Ao sair da cadeira ela parou de flutuar e caiu no chão. Sai andando por entre aquelas pessoas como se nada tivesse acontecido.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

DIRIGINDO A CADEIRA


Era noite. Estava andando no que seria uma cadeira, destas que geralmente usamos no computador. Cadeira que gira e sobe e desce para regular altura. Ia nesta cadeira como se fosse um carro. E carregava o Fernando na cadeirinha de criança. Fui indo por esta rua escura até que cheguei numa bifurcação em “Y”. Ao entrar numa rua desta bifurcação, ela tinha um desnível de aproximadamente 5 metros. Quando cai nela, continuei da altura que eu estava. Só a cadeira que desceu, me deixando bem alto. Estava com dificuldades de dirigir aquela cadeira, daquela altura e não sabia como fazê-la descer. Ai eu lembrei que tem um dispositivo debaixo dela, que acionado, faz descer. Com dificuldades consegui acionar o dispositivo e ela desceu. Continuei dirigindo esta cadeira, até que cheguei à rua que tem na beira d alinha. Estava muito escuro. Então acendi o farol da cadeira. Mas a rua estava cheia de entulho e difícil passagem. Então tentei passar por dentro de uma casa velha que tinha ali. Tentava acordar o Fernando para ele ir andando, mas ele não acordava. Estava na porta desta casa abandonada, tentando entrar dirigindo a cadeira com o Fernando que dormia na cadeirinha.

terça-feira, 28 de julho de 2009

COM A CAIXA DE CUECAS NA MÃO

Estava numa sala, onde havia duas pessoas sentadas num sofá. Havia uma cadeira, onde eu estava sentado, com uma caixa na mão. Esta caixa estava com as minhas cuecas. Eu estava contando elas, porque eram muitas. Nisto chegou a Nathalia e apontou uma, dizendo que aquela era a mais bonita. Então disse a ela que todas eram, porque todas eram iguais..

sábado, 19 de janeiro de 2008

A CADEIRA MÁGICA

Estava num quarto, sentado numa cadeira que estava ao lado de uma cama. Eu assistia à televisão. A Rita estava deitada na cama, vendo tv também. O quarto tinha uma parede de vidro. Nisto eu vi o José Alique chegando numa porta e a dona Judit conversando com ele. Depois ele e a dona Judit entraram no quarto onde eu estava. Nisto a cadeira onde eu estava sentado saiu sozinha, indo parar perto do José Alique e da dona Judit. Eu estava sentado nela. Nisto o José Alique perguntou porque eu fiz aquilo. Eu disse que a cadeira tinha ido sozinha. Ele não acreditou. Eu coloquei a cadeira novamente na frente da tv, levantei os pés e coloquei minha mão na frente do rosto, para ele ver que não era eu. Minha perna foi ficando cansada de ficar no ar. Mas ai a cadeira saiu sozinha novamente e foi para perde dele de novo. Ele olhou assustado pelo fato da cadeira se mover sozinha. Então ele disse que aquilo era um truque meu.