Estava
dentro do Santuário de Santo Antônio assistindo uma missa. A igreja estava
cheia. Estava sentado no primeiro banco do Aldo direito. Ao meu lado havia três
homens que estavam conversando entre sis. O padre foi então fazer a leitura da
Palavra Bíblia. Ele se dirigiu ao microfone que estava próximo onde eu estava e
era usado pelos ministros da eucaristia, fazerem a primeira leitura e outros
atos da missa. Depois que o padre terminou a leitura da palavra de Deus, este
três homens foram até ele. o primeiro chegou e perguntou se ele queria uma
raspadinha. O padre sorriu e lembrou que aquele homem era quem vendia
raspadinha na rua. Os outros dois eram pescadores e começaram a falar das pescarias.
O padre cruzou os braços e começou a conversar com os três homens, falando das
pescarias que fizeram juntos. Os fiéis que estavam na igreja começaram a
murmurar. Como o padre não parava a conversar com os amigos dele, as pessoas
começaram a irem embora da igreja. Foram saindo um a um e nada do padre voltar
a celebrar a missa. Eu estava ali sentado ouvindo a conversa deles. O assunto
era sempre as pescarias que fizeram juntos. Percebi então que o padre não
voltaria a celebrar a missa e decidi ir embora também. Quando virei para ir
embora vi que a igreja já estava totalmente vazia. Fui o último a sair. Na
saída olhei para trás, vi os ministros da Eucaristia em pé no altar, e o padre
ainda conversava com os amigos. Então fui embora.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A MISSA, O PADRE E A PESCARIA
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SONHOS
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sábado, 24 de setembro de 2011
MARRETA DE ABENÇOAR
Estava indo com a Paula, Vanusa e outras pessoas,por uma estrada, em direção a uma casa que ficava num bairro bem distante docentro da cidade. Este bairro quase nãotinha casa nenhuma. Chegamos à igreja deste bairro. Entramos na igreja por umaporta e fomos para sair pela outra. Assim cortava caminho. A Paula, Vanusa e asoutras pessoas saíram da igreja, mas eu resolvi ficar La dentro. Fui para a lateral da igreja, num reservado,onde ficava o Santíssimo. Havia outras pessoas ali. Nisto o padre chegou nestereservado, pelo lado de dentro da igreja, e começou a distribuir as hóstiaspara as pessoas que estavam ali. Eu não comunguei. Depois de distribuir ashóstias, o padre ajoelhou no banco que tinha ali, só que do lado contrário,virado para as pessoas que estavam dentro da igreja e para mim. Ficando decostas para o Santíssimo. Nisto ele pegou uma marreta, parecida com a marretadaquele desenho “Thor”. Esta marreta era de madeira, mas banhada com cobre. O padrepediu para que eu me aproximasse. Aproximei dele, ele então deu uma marretadano meu joelho. A marretada foi de leve, só encostou-se ao meu joelho, naverdade. Ele então disse que eu já estava abençoado e podia ir embora. Fuisaindo dali, pela porta central, pensando em não ir encontrar com a Paula,visto que ela tinha ido embora e não tinha se importado de eu ter ficado paratrás. Fui contornando a igreja pelo lado de fora, quando passava na rua emfrente aquela porta lateral, vi o centro da cidade bem longe. Imaginei queteria que andar muito ate chegar à minha casa. Nisto vi que chovia no centro dacidade. Um homem que estava parado ali me disse que estava vindo, em nossadireção, aquela chuva, que ela era muito forte. Olhei então e vi que as nuvensde chuva vinham em alta velocidade para onde a gente estava. Mal vi esta e jácomeçou a chover muito fortemente. Sai correndo para dentro da igreja, já com atempestade caindo. Fiquei na porta da igreja olhando a tempestade.
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sábado, 16 de abril de 2011
O FATASMA ALARANJADO
Estava de bicicleta numa estrada que estava muito movimentada. Eu fazia muito esforço para pedalar a bicicleta. A estrada era plana, mas tinha que fazer força como se estivesse subindo um morro. Nisto ouvi alguém dizer que eu não sabia andar de bicicleta. Então fiquei em pé pedalando. Deste jeito que a gente fica quando esta subindo morro montado nela. Mesmo assim, fazia muito esforço. Até que cheguei num local onde eu queria ir. Era um cômodo grande e quadrado, que seria uma igreja. Dentro dele havia uma espécie de guarda-roupas. Havia um padre e algumas pessoas lá dentro rezando, de mãos dadas. Eu fui rezar, encostando a mão nesta espécie de guarda-roupas, que seria onde estaria o Santíssimo. Nisto o padre me chamou para rezar com eles. Então demos as mãos formamos uma roda e fomos rezar. Dentro deste cômodo quadrado, havia uma porta que dava para outro cômodo pequeno. Quando terminamos de rezar, um homem foi até esta porta e abriu para entrar. Os outros disseram para não entrar, porque ali vivia um fantasma, e abrindo a porta, ele poderia sair. O tal homem não acreditou, mas ficou na porta parado, então disse a ele que estava vendo o que seria o tal fantasma. Era uma mulher alta cuja pele era de cor alaranjada. Estava com cara de quem estava com raiva e estava tentando sair, mas com ele na porta, ela não podia. Então disse a ele para entrar somente com a cabeça, que assim empurraria a mulher para dentro e depois viesse fechando a porta junto à cabeça dele, que assim a mulher não sairia. Ele fez isto, fechou a porta e a mulher fantasma ficou presa lá dentro.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
AS DUAS IGREJAS
Estava num local, onde havia várias pessoas. Conversava com um amigo meu. Pedia a ele que tocasse e cantasse numa igreja, onde ocorreria uma festa da nossa família. Ele concordou e combinamos de nos encontrarmos na igreja. Sai dali e fui em direção a tal igreja. Chegando perto da igreja, decidi não entrar. Pensei que ele não precisasse de mim por perto, para tocar e cantar. Imaginei que outro mostraria a ele o que fazer. Fui andando até que cheguei numa outra igreja, que estava afastada da cidade, onde na frente havia uma rua descalça e um campo aberto. A entrada desta igreja era por uma rampa, onde no meio da rampa havia um enorme portão de lata, que estava caindo, Pois um dos feros que o segurava na parede, havia desprendido. Ao passar por ele, a gente entra bem no meio da igreja. Entrei e vi muitas pessoas em pé, conversando. Atravessei a igreja e sai do outro lado, numa sala onde havia várias pessoas tomando café, em pé e conversando muito. Fiquei lendo alguma coisa que estava escrita numa parede, mas não lembro o que era. Resolvi ir embora. Atravessei novamente a igreja pelo meio. Vi o padre conversando com algumas pessoas. Ao chegar ao portão, ele estava fechado. Só que estava encostado, uma banda do portão na outra, de forma que ficasse fechado, porque devido estar na rampa. Ele sempre ficava aberto. Abri o portão e sai, tentei fechá-lo novamente, mas não conseguia fazer o que haviam feito para mantê-lo fechado, então deixei aberto e fui indo embora. Ao sair naquela rua descalça, veio vindo um Corceu branco, destes carros bem antigo, dirigido pelo Nenêim, meu irmão. Ele parou o carro perto de mim e disse que aquele amigo meu não iria tocar e nem cantar na igreja. Ele havia pedido a outra pessoa para ir ao lugar dele. Então eu disse que não tinha problema, desde que fosse alguém. O Nenêim foi embora e eu continuei andando por aquela rua descalça.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
NA SALA DE AULA COM CASAMENTO DOS IRMÃOS
Estava numa sala de aula. Havia três fileiras de cadeiras. Cada fileira havia três cadeiras. Eu estava sentada na fileira do meio, na cadeira do meio. Bem no meio da sala. Duas pessoas sentavam ao meu lado, um homem e uma mulher. A professora entrou na sala e disse que ia fazer as perguntas. Então eu disse para a pessoa que estava ao meu lado, que já sabia o que a professora iria perguntar e sabia também a resposta. Que seria 1972. A pessoa ao meu lado perguntou qual seria a pergunta. Disse a ela que seria o ano em que a União Soviética, deixou de ser União Soviética. Estava numa vila, onde havia uma espécie de altar. Havia dois lugares para duas pessoas se casarem ao mesmo tempo. O padre ficava andando de um lado para outro. Nisto chegaram dois homens e ficaram ao lado destes dois pequenos altares. Eles eram irmãos. Então eu perguntei pela noiva e alguém disse que não era noiva e sim noivo. Perguntei como assim, e a pessoa disser que aqueles dois irmãos, iriam se casar com outros dois irmãos, de outra família. Então disse: “Irmãos que casam com irmãos, tem 100 anos de duração. O padre olhou com uma cara ruim para mim. Nisto me vi numa das ruas desta vila, correndo. Quando passava perto de um homem e várias crianças, ele disse que não tinha sido convidado para o casamento. Então disse a ele que podiam ir sem problemas, que ninguém acharia ruim. Continuei correndo e quando virei, vi que estava na rua errada. Voltei e entrei na rua, onde seria o casamento dos irmãos.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O PADRE QUE RECLAMAVA DE TUDO
Estava em uma igreja. Estava sentado num banco que ficava no meio da igreja, mas todos os outros bancos estavam distantes deste. Estava sentado eu e um padre. Este padre reclama de tudo. Do jeito que eu estava sentado, dizia que eu falava muito. Reclama da celebração da missa, dizendo que estava errado. Quando chegou a hora da consagração, alguém saiu com uma bandeja, cheia de pequenos pedaços de churrasco, distribuindo para as pessoas que assistiam a missa. Quando este alguém chegou perto da gente, este padre disse que os pedaços de carne estavam muito grandes, que era para voltar e cortar em pedaços menores. Nisto fui saindo da igreja e o padre reclamando ao meu lado. Ele saiu dizendo que eu não fazia nada certo.
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