OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : marreta
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sábado, 24 de setembro de 2011

MARRETA DE ABENÇOAR


Estava indo com a Paula, Vanusa e outras pessoas,por uma estrada, em direção a uma casa que ficava num bairro bem distante docentro da cidade.  Este bairro quase nãotinha casa nenhuma. Chegamos à igreja deste bairro. Entramos na igreja por umaporta e fomos para sair pela outra. Assim cortava caminho. A Paula, Vanusa e asoutras pessoas saíram da igreja, mas eu resolvi ficar La dentro.  Fui para a lateral da igreja, num reservado,onde ficava o Santíssimo. Havia outras pessoas ali. Nisto o padre chegou nestereservado, pelo lado de dentro da igreja, e começou a distribuir as hóstiaspara as pessoas que estavam ali. Eu não comunguei. Depois de distribuir ashóstias, o padre ajoelhou no banco que tinha ali, só que do lado contrário,virado para as pessoas que estavam dentro da igreja e para mim. Ficando decostas para o Santíssimo. Nisto ele pegou uma marreta, parecida com a marretadaquele desenho “Thor”. Esta marreta era de madeira, mas banhada com cobre. O padrepediu para que eu me aproximasse. Aproximei dele, ele então deu uma marretadano meu joelho. A marretada foi de leve, só encostou-se ao meu joelho, naverdade. Ele então disse que eu já estava abençoado e podia ir embora. Fuisaindo dali, pela porta central, pensando em não ir encontrar com a Paula,visto que ela tinha ido embora e não tinha se importado de eu ter ficado paratrás. Fui contornando a igreja pelo lado de fora, quando passava na rua emfrente aquela porta lateral, vi o centro da cidade bem longe. Imaginei queteria que andar muito ate chegar à minha casa. Nisto vi que chovia no centro dacidade. Um homem que estava parado ali me disse que estava vindo, em nossadireção, aquela chuva, que ela era muito forte. Olhei então e vi que as nuvensde chuva vinham em alta velocidade para onde a gente estava. Mal vi esta e jácomeçou a chover muito fortemente. Sai correndo para dentro da igreja, já com atempestade caindo. Fiquei na porta da igreja olhando a tempestade.

sábado, 23 de outubro de 2010

DOIDO OU NÃO


Estava vindo por uma rua, com uma pessoa. Chegamos a frente a uma casa, onde esta pessoa me mandou entrar. Já na entrada, havia uma rampa que levava para um portão. Na estrada deste porão, tinha uma placa onde estava escrito “Neurologista”. Entrei e logo atrás de mim, veio uma mulher vestida de branco. Lá dentro, havia uma grande sala de vidro, onde havia várias pessoas sentadas. Do lado de fora, era um jardim. Estava meio escuro do lado de fora, mas na sala, onde estavam àquelas pessoas, estava bem iluminado. Nisto, a mulher de branco, pegou um grande martelo de borracha, chegou perto de um homem que estava olhando o jardim, e começou a bater o martelo no cotovelo dele. Depois, esta mulher veio até mim e perguntou por que eu estava ali. Disse que tinha caído uma lata na minha cabeça e eu queria saber se eu não tinha ficado “doido”. Ela então disse que teria que bater com aquela marreta no meu cotovelo, para saber. Fiquei com medo que doesse. Ela esticou meu braço e deu a marretada no meu cotovelo. Gritei com a dor. Ela então disse que eu não tinha ficado doido não.