Estava indo com a Paula, Vanusa e outras pessoas,por uma estrada, em direção a uma casa que ficava num bairro bem distante docentro da cidade. Este bairro quase nãotinha casa nenhuma. Chegamos à igreja deste bairro. Entramos na igreja por umaporta e fomos para sair pela outra. Assim cortava caminho. A Paula, Vanusa e asoutras pessoas saíram da igreja, mas eu resolvi ficar La dentro. Fui para a lateral da igreja, num reservado,onde ficava o Santíssimo. Havia outras pessoas ali. Nisto o padre chegou nestereservado, pelo lado de dentro da igreja, e começou a distribuir as hóstiaspara as pessoas que estavam ali. Eu não comunguei. Depois de distribuir ashóstias, o padre ajoelhou no banco que tinha ali, só que do lado contrário,virado para as pessoas que estavam dentro da igreja e para mim. Ficando decostas para o Santíssimo. Nisto ele pegou uma marreta, parecida com a marretadaquele desenho “Thor”. Esta marreta era de madeira, mas banhada com cobre. O padrepediu para que eu me aproximasse. Aproximei dele, ele então deu uma marretadano meu joelho. A marretada foi de leve, só encostou-se ao meu joelho, naverdade. Ele então disse que eu já estava abençoado e podia ir embora. Fuisaindo dali, pela porta central, pensando em não ir encontrar com a Paula,visto que ela tinha ido embora e não tinha se importado de eu ter ficado paratrás. Fui contornando a igreja pelo lado de fora, quando passava na rua emfrente aquela porta lateral, vi o centro da cidade bem longe. Imaginei queteria que andar muito ate chegar à minha casa. Nisto vi que chovia no centro dacidade. Um homem que estava parado ali me disse que estava vindo, em nossadireção, aquela chuva, que ela era muito forte. Olhei então e vi que as nuvensde chuva vinham em alta velocidade para onde a gente estava. Mal vi esta e jácomeçou a chover muito fortemente. Sai correndo para dentro da igreja, já com atempestade caindo. Fiquei na porta da igreja olhando a tempestade.
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sábado, 24 de setembro de 2011
MARRETA DE ABENÇOAR
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Os cem reais e a Jaqueline - Começou uma chuva muito forte e alagoa toda a rua que ficou parecendo um rio. Nisto chegou a Jaqueline
Começou uma chuva muito forte e alagoa toda a rua que ficou parecendo um rio. Nisto chegou a Jaqueline
Estava no bairro esplanada. Na rua da casa da minha mãe. Nisto começou a chover muito forte, todos saíram correndo. Mas a enxurrada virou um rio na rua. Uns bichos grandes que passavam neste rio tentavam morder a gente, que estava nadando, tentando chegar às grades das casas.
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Tinha duas pessoas jogando baralho. Eu fui até o caixa para pagar algo. O homem do caixa disse que eram 20 reais. Quando abri a carteira ele tirou o dinheiro de dentro dela. Ele pegou duas notas de cem reais e deixou cair uma de vinte. Eu então disse: __O companheiro, olha direito ai! Ele então me devolveu as duas notas de 100 reais e pegou a de 20 reais que tinha caído. Nisto eu fui para trás de um tapume e vi um rolo grande de fios elétricos. Então eu disse para uma pessoa que estava ali, que era só ligar, porque com certeza estava tudo funcionando.
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Nisto veio a Jaqueline. Eu então pedi para ela assinar o cheque que ela tinha me passado, porque tinha se esquecido de assiná-lo. Enquanto ela assinava, fiquei olhando-a, porque ela tinha feito lipoaspiração e colocado silicone. Eu queria ver ser tinha ficado melhor mesmo. Depois ela assinou o cheque e saiu. Então fiquei pensando se ela não estivesse ali também, como eu pagaria as compras com um cheque sem assinatura. Depois eu fui para um local, onde tinha um papagaio. Eu tentei pegá-lo e ele tentou me bicar. Fui embora dali.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
SEM SAIDA DO CAMPO DE FUTEBOL
Estava num local, que não sei onde era. Havia algumas pessoas por lá. Era um campo aberto. Nisto veio duas pessoas correndo em minha direção. Sai correndo, pensando que eles queriam me pegar. Mas eles correram mais que eu. Quando chegaram perto de mim, eles pararam de correr. Eu continuei correndo e parei um pouco mais adiante. Quando percebi, eu estava dentro de um campo de futebol, no meio do campo. Eu olhei e não vi ninguém. Nisto começou a chover forte. Eu corria pelo campo e não encontrava a saída. Estava anoitecendo.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
O HOMEM DE GUARDA-CHUVAS
ESTAVA DORMINDO, QUANDO COMEÇOU A VENTAR MUITO E A CHOVER. O VENTO TRAZIA A CHUVA PARA DENTRO DE MEU QUARTO, PORQUE A JANELA ESTAVA ABERTA. EU QUERIA LEVANTAR PARA FECHAR A JANELA, MAS FICAVA QUIETO NA CAMA. NISTO LEMBREI QUE A JANELA DO QUARTO DA NATHÁLIA ESTAVA ABERTA TAMBÉM. ENTÃO LEVANTEI PARA FECHAR A JANELA DO QUARTO DELA, NISTO VI QUE MEU QUARTO ESTAVA TODO MOLHADO, O TETO, AS PAREDES E O CHÃO. ENTÃO FUI FECHAR A JANELA DA NATHÁLIA. QUANDO ABRI A PORTA DO MEU QUARTO, VI QUE AS PAREDES E O TETO DO CORREDOR TAMBÉM ESTAVAM TODOS MOLHADOS. FIQUEI PENSANDO COMO ISTO FOI POSSÍVEL, POIS O CORREDOR NÃO TEM JANELAS. ENTREI NO QUARTO DA NATHÁLIA, O VENTO SOPRAVA FORTE, E PARA A PORTA NÃO BATER, SEGUREI ELA COM O PÉ E ME ESTIQUEI PARA FECHAR A JANELA, QUE TINHA UM COBERTOR NO LUGAR DE CORTINA. QUANDO FUI FECHAR, VI QUE NÃO ESTAVA NO QUARTO ANDAR, QUE É ONDE EU MORO, E SIM NO SEGUNDO ANDAR. NISTO, ANTES DE FECHAR, VI QUE NOS FUNDOS DO PRÉDIO, TINHA ERA UM ENORME TERRENO COM VÁRIOS CANTEIROS PLANTADOS COM HORTALIÇAS, E NÃO CASAS, COMO É REALMENTE. NISTO VI UM HOMEM PASSANDO POR ENTRE ESTES CANTEIROS, DE GUARDA-CHUVA. EU ENTÃO FECHEI A JANELA COM CUIDADO, PARA NÃO ACORDAR A NATHALIA.
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