OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Deserto
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

LOCAL DESCONHECIDO

ESTAVA NUM LOCAL QUE SERIA UMA PRISÃO. ESTAVA ACORRENTADO NO CHÃO, PELOS BRAÇOS E PERNAS ABERTOS. HAVIA UMA PESSOA AO MEU LADO, DISTANTE UNS TRÊS METROS. ESTAVA ANOITECENDO. NA MINHA FRENTE E NA FRENTE DA PESSOA QUE ESTAVA AO MEU LADO, HAVIA UMA CELA. DENTRO DESTA CELA QUE DEVERIA TER UNS DOIS METROS QUADRADOS, ESTAVA EMPILHADA DE GENTE. ERA TANTA GENTE QUE UNS ESTAVA POR CIMA DOS OUTROS. EU SÓ CONSEGUIA VER AS CABEÇAS DAS PESSOAS QUE ESTAVAM ESPREMIDAS NAS GRANDES DA CELA. ERA CABEÇA DO CHÃO ATÉ O TETO DA CELA. AS PESSOAS LÁ ESTAVAM DE TODO JEITO. EM PÉ, DEITADO, DE CABEÇA PARA BAIXO. DE LADO. COMO TIVESSEM SIDO JOGADOS, DE UMA ÚNICA VEZ, POR UM CAMINHÃO CAÇAMBA. A CELA EM FRENTE À PESSOA QUE ESTAVA AO MEU LADO ESTAVA DA MESMA FORMA. NISTO CHEGOU UMA PESSOA E DISSE QUE EU SERIA O PRÓXIMO. NÃO SABIA PRÓXIMO DE QUE. DESACORRENTOU-ME E FUI LEVADO ATÉ UM PÁTIO GRANDE ONDE HAVIA UM ESCRITÓRIO. NISTO TINHA ANOITECIDO. A PESSOA QUE HAVIA ME LEVADO ATÉ AQUELE LOCAL, DISSE QUE ESTAVAM DECIDINDO SE EU SERIA SOLTO OU NÃO. DISSE QUE QUERIA IR EMBORA LOGO DALI. ENTÃO ALGUÉM GRITOU DE DENTRO DESTE ESCRITÓRIO QUE PODERIA ME SOLTAR. ESTA PESSOA ENTÃO ME LEVOU PARA O LADO DE FORA DESTE PÁTIO. SAINDO LÁ, NÃO CONSEGUI VER NADA DEVIDO À ESCURIDÃO. A PESSOA QUE ME LEVOU LÁ FORA ESTAVA FECHANDO O PORTÃO, QUANDO PERGUNTEI ONDE EU ESTAVA. ELE RESPONDEU DIZENDO QUE NÃO FAZIA A MENOR IDÉIA.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

CASA NO DESERTO


Estava indo para o que seria a reunião no local onde trabalho. Chegando lá, não havia ninguém. Fiquei chateado porque ninguém havia me dito quer a reunião havia sido cancelada. Vindo, entrei em um ônibus, para ir para casa. Mas este ônibus foi para a cidade de porto da pedra. Nem sabia onde ficava esta cidade. Mas continuei dentro do ônibus. Quando ele parou, desci e vi que estava num deserto. O ônibus foi indo embora. Corri, para tentar pega-lo novamente, mas ele não parou. Fiquei olhando aquela imensidão de areia. O sol batia na areia e refletia nos meus olhos, quase me segando. Fui andando com dificuldades, quase sem ver, até que cheguei numa casa. Entrei a vi lá dentro, o pessoal que iria participar da reunião comigo. Perguntei o que eles faziam ali. Disseram o que tinha acontecido e era exatamente o que tinha acontecido comigo também. Então eu disse a eles que das duas uma. Ou a gente tinha sido seqüestrada, ou nosso chefe estava fazendo uma “armação” com a agente.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

DIRIGINDO UM LAND ROVER


Estava numa estrada, dirigindoum jipe Land rover. Esta estrada era totalmente plana e em linha reta. Era nomeio de um deserto. Fui dirigindo até que encontrei uma bifurcação em “Y”.Fiquei indeciso por qual estrada ia. Mas decidi ir pela direita. Continueidirigindo até que cheguei num local, onde a estrada era dividido o lado direitocom o esquerdo, por um fosso cheio de lama. Andei um pouco e vi algumas pessoasna fila desta estrada. Era como se fosse um engarrafamento, só que de pessoasem fila como carros. Parei atrás do ultimo da fila e percebi que ela andavamuito lentamente. Decidi então atravessar este fosso com lama, indo para ooutro lado e voltar. Fiquei indeciso se o carro conseguiria atravessar olamaçal e a pequena mureta que havia na beira deste lamaçal. Tentei e comdificuldades, o jipe atravessou para o outro lado e então pude voltar. Dirigide volta por aquela estrada, mas nunca chegava naquela bifurcação. Entãopercebi que estava em outra estrada, também no deserto e totalmente perdido.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

TUDO BRANCO

Estava num local, que parecia ser um deserto. A areia era branca. Não se via nada verde em volta. Nisto, sai voando velozmente, quase que tocando o chão. Para qualquer direção que eu fosse só se via areia branca. Decidi parar. Fiquei deitado de costas, com as pernas esticadas, um braço para cima e outro para baixo. Fiquei ali imóvel, não me mexei. Nisto chegou um homem vestindo roupa branca. Ele começou a jogar álcool em cima de mim. Ele iria colocar fogo para eu morrer queimado. Nisto ouvi vozes dizendo que era para eu reagir, para sair dali. Que eu não devia me entregar que eu podia sai correndo, se quisesse. Mas eu não conseguia nem me mexer. Ele continuou jogando o álcool. Ele só não jogava no meu rosto. Quando ele foi acender o fósforo, apareceu uma mulher, também vestida de branco, e me puxou dali. Saiu me carregando, sem tocar em mim. Parecendo que usava apenas uma força da mente. Ela fez o caminho de volta, que eu tinha feito voando, rente ao chão. Deixou-me deitado, na mesma posição que eu estava só que, em cima de algumas tábuas. Algumas pessoas passavam ali, me olhavam, mas continuavam andando, eu continuava na mesma posição, imóvel, como se estive morto, mas ouvia tudo ao redor. Nisto a tal mulher chegou novamente e mandou que eu levantasse. Apenas virei os olhos para ela e disse: __Termina aqui__

quinta-feira, 2 de abril de 2009

NESTA LONGA ESTRADA DA VIDA

Estava em um local, que não sei onde era. Estava dentro de um carro. Dirigia por uma estrada reta e plana, que parecia não ter fim. Via o céu no horizonte, se encontrando com esta estrada, tão longa e plana que era. Quanto mais eu dirigia, mas a estrada parecia crescer. Até que esta estrada chegou num cruzamento com outra estrada, que também era reta, plana e longa. Tinha quatro opções, seguir em frente, voltar, ir para esquerda ou direita. Fiquei parado no cruzamento, não via carros, nem pessoas e nenhuma planta. Era como se fosse um deserto.
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

CORRENDO COM OS BUGRES TOMANDO CAFÉ

Estava num local, onde havia várias pessoas. Havia dois carros, todos com muita gente dentro. Nisto veio um homem entrou em um deles e mandou seguir. Os carros era tipo Bugres, porém bem maior. Nisto entrou um homem em um deles e mandou seguir. Ele saiu rapidamente. Nisto, no outro carro, também com muita gente, subiu um homem na lateral e mandou que seguisse também. Ele também saiu em disparada. Nisto os dois carros iam um pouco à frente do outro, muito rápidos. O tal homem que estava em pé na lateral do carro ficava falando que o outro, que estava no outro carro, não podia estar ali, não tinha o direito de entrar no caro, pois era tudo para ele. Nisto o tal homem que tinha entrado no carro, viu o outro em pé na lateral e começou a gritar, dizendo que não sabia que ele estava ali, se soubesse, não tinha vindo. Os carros continuavam correndo muito, quase que lado a lado, em um local parecendo um deserto.  Fui para um local sentar em uma mesinha. Ao meu lado tinha uma mulher. Eu tomava café. Nisto esta mulher pediu licença para sair da mesa. Então levantei e percebi que não tinha oferecido café a ela. Então o fiz e ela aceitou. Fui em baixo de uma árvore, preparar o café, Como eu só fazia Nescafé, peguei um pote de Yogurt, e quando retirei o açúcar de uma vasilha , com uma colher, vi que estava misturado açúcar, arroz e feijão. Então sai dali e fui procurar outro açúcar. Cheguei num cômodo e fui colocar água quente dentro do pote de yogurt , mas este já tinha o tamanho de uma panela pequena. Coloquei água e formou uma grande espuma. Então pensei em dizer que seria café expresso. Sai carregando o pote com café, com as duas mãos, pois estava muito pesado, e fui levar para a tal mulher.
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A CASA NO DESERTO



Estava dentro de uma casa que estava num local, que parecia um deserto. Ela estava sozinha neste deserto, que não era de areia. Esta casa era grande e estava numa esquina de duas longas estradas que ali cruzavam. Esta casa era toda murada. Sai de dentro desta casa, caminhei beirando o muro e quando cheguei à esquina, não vi nada, alem de um enorme campo vazio. Quando voltei, vi nuvens negras de chuva, que estava vindo em direção a casa. Elas vinham baixas e rapidamente. Eu corri para dentro da casa.

sábado, 20 de outubro de 2007

A floresta de carvão - O progresso estava chegando pelos trilhos do trenzinho que transportava pó de carvão para a roda de gusa















O progresso estava chegando pelos trilhos do trenzinho que transportava pó de carvão para a roda de gusa
Cheguei em uma cidade já anoitecendo, quase escuro mesmo. Percebi que estava no passado. Vi um trenzinho que trazia carvão em pó para uma siderurgia. Este trem era pequeno, os vagões deveriam ter no Maximo um metro de comprimento. A pessoa que estava comigo reclamava da chegada do progresso, que tinha trago só poluição e feito todos deixarem a cidade. Olhei para a as ruas e vi muito pó de carvão nelas.


Este homem então falava que tudo estava sendo destruído pelo pó de carvão. Nisto chegamos num local onde os trilhos deste mini trem passavam a uns 3 metros de altura.
Continuamos andando, passando por baixo dos trilhos, e encontramos com outro homem que veio conversando com a gente. Nisto os trilhos do trenzinho entravam numa espécie de corredor cercado por duas paredes, tipo um túnel.
foto - ?
foto - ?
O homem que encontrou que a gente entrou por este túnel, seguindo o trenzinho que tinha acabado de passar, carregando pó de carvão. Eu quis segui-lo, mas o homem que estava comigo disse que eu não devia ir. Continuamos andando. Nisto o homem que entrou atrás do trenzinho, voltou correndo, pois vinha algo pelos trilhos em direção a ele. Era um carrinho com uma hélice na sua frente e que girava muito rápido.

O homem que estava comigo disse que aquilo era para proteger o trenzinho. Eles tinham câmera vendo tudo. Quem tentasse seguir o trenzinho, eles mandavam aquila máquina para pegá-los. Nisto chegamos numa espécie de siderurgia. Vimos que debaixo da roda de gusa vinha passando um homem vestido de índio e estava em um cavalo. Quando ele passou exatamente debaixo desta roda de gusa, caiu muito pó de carvão sobre ele e o cavalo.
Foto - Jeferson Luiz da Luz
Sai dali, deixando o índio e o cavalo cheio de pó de carvão, e fui para uma rua que estava cheia de pó de carvão. No rio ao lado desta rua, que parecia um braço de mar muito agitado, havia um pequeno navio com algumas pessoas. Nisto estas pessoas se agarraram numa peça do barco que estava dentro do mar. Esta peça era triangular e a parte mais larga que estava dentro do mar. À ponta do triângulo, era presa no barco. Havia uns 10 cabos de aço, amarrados na parte de baixo do triangulo e se juntavam nesta ponta.


As pessoas que se se agarraram nestes cabos de aço começaram a gritar. Alguém do barco acionou uma alavanca o triângulo foi subindo levando todos para dentro do barco. Nisto chegou perto de mim aquele homem que vinha comigo e fomos embora dali. Ele disse que era para eu rezar em voz alta ou em silencio, do jeito que achasse melhor. Ele foi rezando de voz alta e eu de voz baixa.


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A gente rezava o “Pai Nosso” e a “Ave Maria”. Nisto eu pensei em ir para a primeira rua, por onde cheguei ali. Mas fui para uma canoa que tinha naquele rio que parecia mar. Este "mar" estava muito agitando. Nisto vi um barco ao longe. Ele balançava muito. Algumas pessoas gritavam desesperadas pedindo ajuda. Essas pessoas se agarraram num triângulo parecido com o do barco anterior. Elas gritavam ate que alguém veio ver o que era e acionou novamente a tal alavanca e começou a puxá-los para dentro do barco.
foto - ?
A maré foi baixando rápido e a canoa ficou em terra firme. Ao sair desta canoa, vi trilhos de ferrovia. Fui indo por estes trilhos até que vi o trenzinho que transportava pó de carvão. Os trilhos iam para dentro de uma mata. Segui o trenzinho até lá e vi que era nesta mata que eles carregavam aquele trenzinho.


Havia alguns homens que derrubavam as árvores e as colocavam num forno gigante onde elas viravam pó de carvão. Imaginei que daquela forma que eles destruiriam toda a floresta. Tinha que fazer alguma coisa. Quando pensei isto, o trenzinho veio sem que eu percebesse e ao me atingir, pois eu estava no meio dos trilhos, me jogou dentro do pequeno vagão que continha pó de carvão.
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Ao cair naquele monte de pó, afundei. Não conseguia respirar e nem sair do pequeno vagão. Neste momento o trenzinho chegou numa pequena ribanceira, virou o vagão jogando todo o pó ribanceira abaixo, incluindo eu, que estava lá dentro. Fui rolando ribanceira abaixo, até que cheguei no mesmo lugar onde encontrei o homem que vinha comigo. Só que não estava mais no passado e sim, no futuro. Olhei procurando pela floresta que eles estavam transformando em pó de carvão e vi só deserto.
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Então conclui que não havia conseguido proteger a floresta. Que ela seria destruída de qualquer jeito e que tudo ali iria virar um grande deserto. Minha volta a passado, para tentar impedir tudo aquilo, foi em vão. O Trenzinho tinha me derrotado.
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