ESTAVA NUM LOCAL QUE
SERIA UMA PRISÃO. ESTAVA ACORRENTADO NO CHÃO, PELOS BRAÇOS E PERNAS ABERTOS.
HAVIA UMA PESSOA AO MEU LADO, DISTANTE UNS TRÊS METROS. ESTAVA ANOITECENDO. NA
MINHA FRENTE E NA FRENTE DA PESSOA QUE ESTAVA AO MEU LADO, HAVIA UMA CELA.
DENTRO DESTA CELA QUE DEVERIA TER UNS DOIS METROS QUADRADOS, ESTAVA EMPILHADA
DE GENTE. ERA TANTA GENTE QUE UNS ESTAVA POR CIMA DOS OUTROS. EU SÓ CONSEGUIA
VER AS CABEÇAS DAS PESSOAS QUE ESTAVAM ESPREMIDAS NAS GRANDES DA CELA. ERA
CABEÇA DO CHÃO ATÉ O TETO DA CELA. AS PESSOAS LÁ ESTAVAM DE TODO JEITO. EM PÉ,
DEITADO, DE CABEÇA PARA BAIXO. DE LADO. COMO TIVESSEM SIDO JOGADOS, DE UMA ÚNICA
VEZ, POR UM CAMINHÃO CAÇAMBA. A CELA EM FRENTE À PESSOA QUE ESTAVA AO MEU LADO
ESTAVA DA MESMA FORMA. NISTO CHEGOU UMA PESSOA E DISSE QUE EU SERIA O PRÓXIMO.
NÃO SABIA PRÓXIMO DE QUE. DESACORRENTOU-ME E FUI LEVADO ATÉ UM PÁTIO GRANDE
ONDE HAVIA UM ESCRITÓRIO. NISTO TINHA ANOITECIDO. A PESSOA QUE HAVIA ME LEVADO
ATÉ AQUELE LOCAL, DISSE QUE ESTAVAM DECIDINDO SE EU SERIA SOLTO OU NÃO. DISSE
QUE QUERIA IR EMBORA LOGO DALI. ENTÃO ALGUÉM GRITOU DE DENTRO DESTE ESCRITÓRIO
QUE PODERIA ME SOLTAR. ESTA PESSOA ENTÃO ME LEVOU PARA O LADO DE FORA DESTE
PÁTIO. SAINDO LÁ, NÃO CONSEGUI VER NADA DEVIDO À ESCURIDÃO. A PESSOA QUE ME
LEVOU LÁ FORA ESTAVA FECHANDO O PORTÃO, QUANDO PERGUNTEI ONDE EU ESTAVA. ELE
RESPONDEU DIZENDO QUE NÃO FAZIA A MENOR IDÉIA.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
LOCAL DESCONHECIDO
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Akinsville Dr, Fortuna, MO 65034, EUA
sábado, 5 de setembro de 2009
UMA MULTIDÃO DE NINGUÉM
ESTAVA NUM LOCAL, ONDE HAVIA INÚMERAS PESSOAS. BASTANTE GENTE MESMO. ANDANDO DE UM LADO A OUTRO. SAI DESTE LOCAL E LÁ FORA TINHA TANTA GENTE QUANTO HAVIA DENTRO DAQUELE LOCAL ONDE EU ESTAVA. NÃO SABIA O QUE AQUELAS PESSOAS FAZIAM E NEM O QUE EU FAZIA ALI. SAI ANDANDO, TENTANDO ME LIVRAR DAQUELE AGLOMERADO DE GENTE, MAS, QUANTO MAIS ANDAVA, MAIS GENTE VIA. VOLTEI PARA ONDE ESTAVA QUE PARECIA SE UM IMENSO GALPÃO. QUANDO ENTREI, NÃO HAVIA NINGUÉM LÁ DENTRO. SAI NOVAMENTE E NÃO HAVIA UMA ÚNICA PESSOA PARA CONTAR A HISTÓRIA.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
CORRENDO NO LABIRINTO
Estava indo por um local, quando cheguei à entrada de um labirinto. Havia uma mulher numa pequena janela deste labirinto. Ela então ficou dizendo para alguém me pegar. Sai correndo, entrei neste labirinto e depois que virei cheguei numa sala muito grande. Não havia ninguém lá. Então eu vi pela fresta de uma porta entreaberta, várias pessoas passando, usando uma roupa toda azul. Eu imaginei que ali poderia ser uma empresa e as pessoas estavam de uniforme.
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
TABULEIRO DE PÃES
Estava numa casa, com várias pessoas. Eu entrei num quarto, que estava meio escuro. Olhei pela fresta da janela e vi na sacada de um apartamento três pessoas conversando. Uma delas era o Guida. Ele deveria estar no quinto andar mais ou menos. Nisto chegaram neste quarto o Segundinho e outra pessoa. Nós saímos para uma varanda desta casa e as pessoas que estavam no apartamento nos cumprimentaram. Nisto apareceu o Ciririca e eu fui cumprimentá-lo, visto que eu tinha muito tempo que o não via. Nós ficamos rindo ali, até que alguém, de dentro de um cômodo jogou para esta varanda, o que seria um tabuleiro de assar pães, em padaria. Só que este tabuleiro era comprido e fininho. Depois jogou outro com pães menores. Eu contei os pães maiores e deu 60. Então fiquei conversando com o Ciririca como deveria ser o forno que cabiam aqueles tabuleiros.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
FUGINDO DAS VACAS GIGANTES
Vinha de uma escola. Algumas pessoas vinham comigo. Eu carregava cadernos. Vinha por uma rua estreita e descalça, onde de um lado, era só parede do fundo das casas que ficavam viradas para a rua paralela. Do outro lado, passava um pequeno rio. Eu e as outras pessoas estávamos no meio do quarteirão, que não era muito comprido. Na esquina da frente, tinha duas vacas que eram o dobro do tamanho de uma vaca normal. Pouco antes delas, tinha um touro que era maior ainda. Os três estavam deitados, Nisto percebemos que o touro tinha levantado e vinha em nossa direção. Saímos correndo. Quando cheguei à outra esquina, olhei para trás e vi que alguém vinha montado no touro. Virei à esquina e depois virei na rua paralela, As casa não tinha muro cercando-as. Eu corri pelo quintal das casas, tentado evitar que o touro me pegasse. Eu tinha que chegar à casa da esquina, que era onde eu morava. Quando estava no meio do quarteirão aproximadamente, fui cada vez mais devagar. Quanto mais força para correr eu fazia, mais devagar eu andava. Encontrei meu irmão, o nenêi, discuta-amos o tamanho das azeitonas que estavam em um vidro. Eu dizia que eram todas pequenas. Meu irmão dizia que eram as maiores que existiam. Segui por um caminho de terra, Vinham comigo mais algumas pessoas e um cachorro. Passamos perto de um riacho onde tinha vários fios de alta tensão espalhados. Eu disse que aqueles fios passavam debaixo da terra para levar energia até as fazendas, e que eles estavam arrumando tudo. Nisto chegamos numa construção que seria uma ponte. Havia uma escada feita com pedaços de pau de uma árvore. Esta escada era totalmente vertical e acompanhava a construção de um paredão. Nisto o cachorro saiu correndo e começou a subir a tal escada. Eu disse que ele tinha medo e por isto foi subindo logo. Eu subi logo depois. Quando já tinha subindo um bom pedaço, a escada começava a fazer uma curva para trás. Eu fui tentando subir e já não conseguia segurar meu corpo, Quando fui cair, acordei.
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