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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
TUDO BRANCO
Estava num local, que parecia ser um deserto. A areia era branca. Não se via nada verde em volta. Nisto, sai voando velozmente, quase que tocando o chão. Para qualquer direção que eu fosse só se via areia branca. Decidi parar. Fiquei deitado de costas, com as pernas esticadas, um braço para cima e outro para baixo. Fiquei ali imóvel, não me mexei. Nisto chegou um homem vestindo roupa branca. Ele começou a jogar álcool em cima de mim. Ele iria colocar fogo para eu morrer queimado. Nisto ouvi vozes dizendo que era para eu reagir, para sair dali. Que eu não devia me entregar que eu podia sai correndo, se quisesse. Mas eu não conseguia nem me mexer. Ele continuou jogando o álcool. Ele só não jogava no meu rosto. Quando ele foi acender o fósforo, apareceu uma mulher, também vestida de branco, e me puxou dali. Saiu me carregando, sem tocar em mim. Parecendo que usava apenas uma força da mente. Ela fez o caminho de volta, que eu tinha feito voando, rente ao chão. Deixou-me deitado, na mesma posição que eu estava só que, em cima de algumas tábuas. Algumas pessoas passavam ali, me olhavam, mas continuavam andando, eu continuava na mesma posição, imóvel, como se estive morto, mas ouvia tudo ao redor. Nisto a tal mulher chegou novamente e mandou que eu levantasse. Apenas virei os olhos para ela e disse: __Termina aqui__
sábado, 12 de setembro de 2009
FOGO PERCORRENDO A RUA
Estava num beco. Estava escuro. Havia algumas pessoas ali. Nisto num pequeno buraco que tinha na rua daquele beco, começaram a sair labaredas de fogo, tipo aquelas quando se põe fogo no álcool. Só que estas labaredas, iam caminhando rapidamente pela rua do beco até desaparecer totalmente. Então disse para uma pessoa que estava ali, que naquele buraco estava saindo gás natural. E que o fogo ia queimando por onde o gás estava indo. As labaredas continuavam saindo. Saia uma, percorria a rua e só quando ela apagava saia outra. Então eu disse que aquele gás deveria ser explorado por outra empresa, pois a Petrobrás já tinha muito dinheiro.
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