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CAINDO DO TELHADO

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Estava num local onde havia uma construção pequena. Parecia ser dois cômodos apenas. Mas foram feitos outros cômodos um por cima do outro. Mas não obedecia ao alinhamento do primeiro. Assim ficava sempre metade para fora do cômodo de baixo. E havia sempre uma coberta de telha de amianto cobrindo esta parte que ficava desalinhada da parte de baixo. Para subir a gente ia se agarrando nas ferragens da construção, que ficava sempre sobrando por todos os lados. Havia uma árvore ao lado desta construção que ia até a altura do último como aproximadamente. Bem no alto desta árvore, havia um cacho de sementes da árvore. Eu fui subindo pela beirada destes cômodos, me agarrando a ferragem que ficava de fora, para chegar a te a copa da árvore e pegar as sementes. Quando ia chegando próximo a copa da árvore, havia dois karas já haviam pegado as sementes e já estava descendo. Eles passaram por mim rindo pelo fato de terem chegado primeiro lá em cima. Fui descendo atrás deles e kara que segurava as sementes, jogou três delas em cima de uma cobertura de um destes cômodos. Então fui pegando as sementes. Nisto um deles pisou uma telha de amianto, esta quebrou e ele foi caindo até em baixo. Olhei para baixo e vi que ele se levantou, não tendo acontecido nada. Nisto o outro pisou em outra telha que quebrou e ele caiu também. Fiquei pensando como eles pisaram na telha de amianto sabendo que ela não agüentaria. Nisto pisei também em uma telha que quebrou e eu cai lá em baixo. Caí de lado e não conseguia levantar. Fiquei pensando então que os karas sabiam cair do telhado e eu não.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

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DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

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ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
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