PRISÃO DAS CENTOPÉIAS

Estava num local, onde havia 10 tanques quadradosfeitos de concreto. Estes tanques estavam uns sobre os outros. Eles ficavam auma distancia um do outro aproximadamente uns 5 metros. Mas não havia nada queos seguravam. Era como se eles estivessem flutuando. Estes tanques deveriam teruns dois metros quadrados. Eles estavam na beira de um abismo. O ultimo tanque,que estava por cima de todos, ficava da altura da beira do abismo. E o primeirode baixo, ficava quase que rente ao fundo do abismo. Então subi neste tanquepela beirada do abismo e fui pulando de tanque em tanque, pata chegar ao queestava no fundo do abismo. Quando cheguei neste ultimo tanque, vi que haviaduas pessoas dentro dele. Estava na beirada deste tanque, olhando aquelas duaspessoas lá dentro, quando vi algumas centopéias andando na beirada destetanque. Só que estas centopéias tinham dois espinhos grandes, um de cada ladodo corpo. Com medo de pisar em alguma delas, porque eu estava descalço, fuiandando pelo beiral do tanque, para ficar longe de aonde vinham às centopéias.Mas acabei por pisando em uma deles. As duas espinhas entraram no meu pé, eugritei de dor. Pulei dentro do taque onde estavam aquelas duas pessoas. Elasentão disseram que tinham decido até ali, tinham pisado nos espinhos também eas centopéias não as deixavam sair dali. E que agora eu estava preso também.

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