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A "IRLANDA" RICA, CULTURAL E BELA EH O DESTINO PREFERIDO DOS INTERCAMBISTAS BRASILEIROS QUE LÁ SE SURPREENDEM

LINHA DO TEMPO DA "IRLANDA" / WORLD 
O Castelo de Dublin, localizado na capital, foi a sede do governo britânico até a década de 1920. Hoje, é um dos grandes pontos turísticos da cidade, além de abrigar conferências Estado soberano da Europa que ocupa cerca de cinco sextos da ilha homônima. É uma república constitucional governada como uma democracia parlamentar, com um presidente eleito para servir como chefe de Estado. Considerada um país desenvolvido, a Irlanda tem o décimo primeiro maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, além de ótimas classificações em índices que medem o grau de democracia e liberdades como a de imprensa, econômica e política. Além da União Europeia (UE), a Irlanda também é membro do Conselho da Europa, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização das Nações Unidas (ONU). Sua capital é Dublin e sua população é estimada em 4,58 milhões de habitantes. A "…

TRÊS TRILHOS, NAS QUATRO LINHAS DE TREM, DORMINDO


Estava num local, onde havia uma linha de trem. Só que tinham três trilhos e não dois, como são na verdade. Vinha uma locomotiva em alta velocidade. Esta locomotiva tinha apenas uma roda na frente. E era esta que andava no trilho do meio. Esta locomotiva puxava vários vagões. Ela passou perto de mim, saindo fogo nos trilhos devido à velocidade em que estava e a curva que estava fazendo. Passou e foi indo embora. Fui andando até que cheguei numa rua onde havia uma criança. Peguei a criança no colo. Esta criança dizia que queria os brinquedos dela. Sai andando no passeio daquela rua, até que vi um pequeno robô, andando rente o passeio. Peguei o robô e a criança disse que tinha mais quatro para serem pegos. Sai andando por aquele passeio e fui pegando os robôs um a um. Eles estavam sempre andando rente ao passeio.
Estava num local, onde passava quatro linhas de ferrovia. Três passavam lado a lado e a quarta passava distante uns 10 metros da outra. Todas em paralelo. Havia uma esquina, onde havia duas linhas de ferrovia, que se unia a duas ultimas daquelas quatro. Entre aquelas três linhas e a que estava separada, havia uma espécie de bar. Fui indo até chegar neste bar, com um pão de sal na mão. Havia algumas pessoas ali lanchando. Pedi ao homem do bar, que me desse um pedaço de bolo, para eu colocar dentro do pão de sal. Ele disse que o bolo tinha acabado. As pessoas que estavam ali ficaram dizendo para eu colocar bacon dentro do pão de sal. Mas eu não quis e fui indo embora. Fui indo pelos trilhos da linha que ficava juntos. Havia uma pessoa parada ali, quando cheguei perto desta pessoa, vi que na terceira linha, vinha uma composição, muito rapidamente. Parei para olhar e vi que daquela esquina, vinham duas locomotivas, uma em cada linha. Elas entraram para ir para as duas ultimas linhas. Mas vinham vagarosamente. Então disse para a pessoa que estava do meu lado, que iam bater. Pois não iam dar tempo de passar. Ficamos olhando e vimos que foi a conta das duas passarem pela terceira linha, para a que vinha em alta velocidade passar. E do lado contrário vinha outra composição, na quarta linha, que ficava abaixo do bar. Elas se cruzaram todas ali, naquela esquina, mas parecendo que estava tudo sob controle, pois se cruzaram sem se tocarem. Fiquei imaginando que se tivessem se chocado, não ia “sobrar” ninguém no bar, sorte minha de não ter bolo e eu não ter ficado para lanchar.
Estava dormindo, quando ouvi a campainha da casa tocar. Olhei as horas no meu celular e vi que eram 4 e meia da manhã. Nisto a Nathália abriu aporta. Era uma amiga dela, que veio e trouxe outras três pessoas com ela. Fiquei imaginando o que aquelas pessoas queriam com a Nathália aquela hora da manhã. Então a Nathália ficou conversando com a amiga e as outras três pessoas, foram ate meu quarto, abriram a porta e entrara, depois saíram, sempre um atrás do outro. Fizeram isto umas três vezes, até que a Nathália veio também e sentou na minha cama, ficamos conversando sobre cartões de crédito.

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Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

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POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…