Pular para o conteúdo principal

DE BICICLETA, LEVITANDO E FAZENDO A BARBA NO PASSEIO

Fui de bicicleta a um bairro muito longe. Levava na mão, uma sacola de supermercado, com lixo. Chegando neste bairro, amarrei a sacola numa árvore. Andei um pouco e depois voltei para buscá-la. Pensei comigo mesmo, que não poderia deixar lixo ali. Depois sai procurando a saída do bairro. Não encontrava a saída de jeito nenhum. Fiquei rodando pelo bairro, mas não conseguia sair dali. Nisto vi o Tide, que é um amigo meu. Ele estava entrando em um ônibus. Cheguei à porta do ônibus, o chamei e pedi que ele me levasse de volta ao meu bairro, porque eu estava preso naquele bairro, não conseguia sair e já estava ficando tarde. O Tide então disse que não poderia me ajudar, porque não podia levar ninguém. Sai dali, sempre com a bicicleta, até que vi a Fabíula. Só que ela deveria ter uns 5 anos. Pedi a ela que me mostrasse como sair do bairro. Ela então pediu que eu a seguisse. Atrás dela ia um cachorro. Fui seguindo, até que ela parou. O pneu da bicicleta dela tinha furado. Ela então disse que não podia mais me ajudar. Larguei a bicicleta e fui andando no meio da rua, quando vi que uma criança me seguia. Nisto vieram dois cachorros de porte meio, correndo um atrás do outro. Sempre que passava por nós, um dos cachorros sempre batia naquela criança. Ela então começou a dizer que o cachorro só a acertava.


Estava dentro de uma sala. Estava sala era como se fosse um ponto de comércio, pois tinha a porta voltada para a rua. Estava sentado lá dentro, com várias pessoas, como se fosse um consultório médico. Resolvi levantar e fiquei na porta desta sala. Havia uma marquise bem ali do lado. Nisto, minha perna direita começou a se levantar sozinha. Fui indo vagarosamente e levantado cada vez mais. Nisto comecei a gritar que eu estava perdendo a gravidade. As pessoas ficavam olhando, mas nada fazia. Então a outra perna começou a levantar também. Eu me segurava no portal, mas minhas pernas foram subindo, então me esforcei para ir em direção à marquise, pois assim ficaria ali. Nisto perdi a gravidade totalmente e meus pés foram para na marquise, deixando eu de cabeça para baixo e sem conseguir sair dali. Nisto chegou o Fernando e me puxou. Então pude ficar de pé novamente. Então chegou uma mulher perto de mim e pediu que eu a curasse. Ela tinha diabete, pressão alta e outra doença que não lembro. Disse a ela que não podia fazer isto. Ela então disse que eu tinha o poder da cura e era só eu quere. Então abençoe a mulher, fiz o sinal da cruz na testa dela e disse que estava curada. Ela sorriu. Então disse a ela que as doenças não desapareceriam instantaneamente, mas o processo da doença se inverteria. Isto é, iria sumindo aos poucos até desaparecerem totalmente, levando o mesmo tempo para sumir, que levou para aparecer e o estado em que estavam até aquele momento. Ela continuou sorrindo, dizendo que agora ela podia ir para casa tranqüila.


Estava andando por uma rua, que estava meio escura. Havia algumas pessoas andando por esta rua, carregando um objeto nas mãos e oferecendo para as pessoas que passavam, por 350 reais. Chegando numa esquina, havia outras pessoas, em motos oferecendo o mesmo objeto. Como ninguém comprava, eles ficaram dizendo que a gente achava que eles eram uma quadrilha. Mas que eles eram apenas vendedores de porta em porta. Continuei andando, até que cheguei à Rua Goiás. Fui andando procurando a entrada do prédio onde eu morava. Sai procurando, mas não via a entrada. Já estava bem claro. Então percebi que já estava na altura do número 1030 e eu morava no prédio de número 850. Voltei procurando, mas cheguei até o número 720 e não via o número do meu prédio. Fui e voltei umas três vezes. Até que vi o prédio onde eu morava. Então percebi que não achava o número, porque um homem tinha colocado uma cadeira de barbeiro bem em frente a porta. E estava cortando o cabelo das pessoas ali. Então, quando chegava neste local, eu descia do passeio para dar a volta no barbeiro de rua e não via o prédio onde eu morava. Entrei ali, olhando com cara feia para o barbeiro. O prédio que eu morava tinha duas divisões logo depois da entrada. Uma seguia para os fundos e a outra para quem morava de frente. Nisto percebi que a entrada para onde eu morava era feita apenas com um buraco na parede e do outro lado, tinha porta e estava toda arrumada. Fiquei querendo entender o porquê daquilo, quando um homem que brincava com o filho, chutou uma bola que veio perto de mim. A criança veio correndo pegar a bola. Quando ela pegou, perguntou o que eu fazia do lado deles do prédio

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

PRAIA GRANDE / SÃO PAULO - ESTÂNCIA BALNEÁRIA

SEJA BEM VINDO A CIDADE DE PRAIA GRANDE. IMPORTANTE ESTÂNCIA BALNEÁRIA.  RODOVIA DOS IMIGRANTES DE ACESSO À CIDADE imagem - Wikipédia QUEM NASCE EM PRAIA GRANDE EH: PRAIA-GRANDENSE A CIDADE TEM 262.051 HABITANTES - IBGE 2010 PRAIA GRANDE FAZ ANIVERSÁRIO EM  19 DE JANEIRO E FOI EMANCIPADA EM 1.967 ORIGEM DO NOME O TOPÔNIMO PRAIA GRANDE DECORRE DA EXTENSA PRAIA - CERCA DE 40 QUILÔMETROS - QUE LHE SERVE DE DIVISA TERRITORIAL, E QUE OS PRIMITIVOS HABITANTES JÁ CHAMAVAM DE "PEAÇABUÇU", O PORTO GRANDE. HISTÓRIA A HISTÓRIA DA SUA FORMAÇÃO ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA À DE SÃO VICENTE, DA QUAL FOI DISTRITO ATÉ 1966, QUANDO O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, EXAMINANDO RECURSO EXTRAORDINÁRIO PELA MUNICIPALIDADE DE SÃO VICENTE, DEU GANHO DE CAUSA AO MUNICÍPIO DE PRAIA GRANDE, CONCEDENDO-LHE AUTONOMIA. ESSA EMANCIPAÇÃO, CONTUDO, FOI FRUTO DE LONGA LUTA, INICIADA NO BAIRRO DE SOLEMAR, EM 1953, POR JÚLIO SECCO DE CARVALHO, SUSTENTADA MAIS TARDE POR OSWALDO TOSCHI, POR NESTOR FERREIRA DA ROCHA, E SEGUIDA POR C…