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O ATAQUE DO LEÃO

Estava no meio do mato, havia uma estradinha e várias árvores ao lago desta estradinha. Estava atrás de uma árvore, olhando um carro que estava num descampado.  Uma pessoa saiu correndo pela estradinha, gritando para eu trazer a corrente. Atrás desta pessoa, foi correndo um leão. Assim que sumiram na estradinha, fui arrastando uma corrente grande, que deveria ter uns 10 metros. Chegando ao lado do carro, deixei a corrente no chão. Depois fui dobrando ela no chão, em vão de um metro mais ou menos. Dizia que era para ir adiantando. Quando fazia isto, vi o leão vindo muito rapidamente pela estada, em minha direção. Entrei no carro e fiquei dizendo para mim mesmo, ter calma, fazer tudo sem “afobação”. Fechei a porta, o vidro e conferir a outra porta, que já estava com o vidro fechado. Com isto tinha certeza que o leão não entraria no carro. Deitei no chão do carro, na frente do banco do  carona e deitei o banco para frente, assim ele me esconderia. Quando fiz isto, vi que um buraco pequeno na porta, por onde eu pude ver o leão chegando. Tentei tapar este buraco com minha mão, para impedir que o leão me visse. Como vi que ficou tudo quieto, fui tentar sair de onde eu estava, quando dei de cara com o leão me olhando. A cara dele ficou a uns 10 centímetros do meu rosto. Vi que não tinha nada mais para fazer. Fiquei esperando que ele nada fizesse. Mas ele abriu a boca e me atacou.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
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