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DOIDO OU NÃO


Estava vindo por uma rua, com uma pessoa. Chegamos a frente a uma casa, onde esta pessoa me mandou entrar. Já na entrada, havia uma rampa que levava para um portão. Na estrada deste porão, tinha uma placa onde estava escrito “Neurologista”. Entrei e logo atrás de mim, veio uma mulher vestida de branco. Lá dentro, havia uma grande sala de vidro, onde havia várias pessoas sentadas. Do lado de fora, era um jardim. Estava meio escuro do lado de fora, mas na sala, onde estavam àquelas pessoas, estava bem iluminado. Nisto, a mulher de branco, pegou um grande martelo de borracha, chegou perto de um homem que estava olhando o jardim, e começou a bater o martelo no cotovelo dele. Depois, esta mulher veio até mim e perguntou por que eu estava ali. Disse que tinha caído uma lata na minha cabeça e eu queria saber se eu não tinha ficado “doido”. Ela então disse que teria que bater com aquela marreta no meu cotovelo, para saber. Fiquei com medo que doesse. Ela esticou meu braço e deu a marretada no meu cotovelo. Gritei com a dor. Ela então disse que eu não tinha ficado doido não.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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