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O CHÔRO DO INEVITÁVEL


Estava em um descampado, no meio de uma mata. Havia uma casa, sendo que todas as paredes eram de plásticos transparentes. Havia quatro colunas de cimento, nos quatro cantos da casa, para sustentar a comunheira com o telhado. Estava eu, e mais duas mulheres idosas, que seriam da minha família. Entrei em uma sala, dentro desta casa, cujas portas também eram de plástico transparente. Coloquei uma chave na parede dentro desta sala. Sai e fui indo por um caminho no meio do mato. Sendo que depois de andar um pouco, sempre voltava para a casa de plástico e sempre colocava uma chave na parede. Depois que sai a terceira vez, as duas mulheres estavam dentro uma caminhonete, parecida que a Estrada, da FIAT e um homem dirigindo. Eles saíram e eu fui seguindo. Até que chegamos num local, onde estava o apresentador da Rede Globo, o Faustão. Na carroceria da caminhonete, estava o jogador de futebol, Romário, segurando um microfone, pois ele iria cantar. Nisto o Faustão o mandou cantar. Ele começou a cantar. Fui indo embora, me perguntando por que o Romário foi cantar logo uma música ruim. Assim o Faustão iria o mandar parar logo logo. Quando cheguei e entrei naquela casa de plástico, vi um cachorro lá dentro, tipo pastor alemão. Fiquei imaginando como ele teria entrado ali. Ao chegar naquela sala para colocar a chave novamente, vi que tinham roubado o telhado da casa. Alguém havia tirado o telhado inteiro, com comunheira e tudo. Restaram apenas as paredes. Nisto vi o carro onde estava o Romário e as duas mulheres que seriam da minha família, sendo rebocado por outro, que o puxava por uma corda. Imaginei que o carro da minha família tinha estragado e alguém o estava trazendo. Nisto, saíram do carro que rebocava o da minha família, dois homens armados. Um ficou segurando uma arma perto das mulheres e do Romário. O outro saiu atirando na minha direção. Este homem que atirava em mim era o ator da rede Globo, Alexandre Borges, da novela TI-Ti-Ti. Quando ele começou a atirar, sai correndo de dentro da casa. O cachorro veio correndo atrás de mim. O Alexandre Borges veio atirando atrás, dizendo que não queria aquele telhado ali. Que ele havia dito que não era para colocar telhado na casa de plástico, e que agora a gente iria sofres as conseqüências. Sai correndo por aquele descampado, e ele atirando atrás. Fiquei imaginando que se uma bala acertasse em mim, eu estaria perdido. Ao dar a volta num pequeno barranco, o Alexandre Borges veio do outro lado. Nisto eu tropecei e cai. Ele chegou do outro lado, de frente para mim, a uma distância de uns 10 metros e atirou. Mas as balas do revolver tinham acabado. Ele então pegou uma faca e mandou na minha direção, acertando bem no meu peito. Ao ser atingindo por ela, comecei a chorar. Chorava muito, e não parava de chorar. Chorava de soluçar. Nisto o Alexandre Borges se aproximou, dizendo que aquela faca era de efeitos especiais. Ela grudava na gente, mas era de plástico e não perfurava ninguém. Que aquilo era só uma brincadeira que eles estavam fazendo com a gente. Mas eu continuava chorando, e não conseguia parar. Nisto ele tirou a faca, que só estava grudada na roupa, ai, cai no chão, desfalecido.

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