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O CACHORRO E O JAQUETÃO


Estava num local, que seria a FITED. (Fiação e Tecelagem Divinópolis). Aguardava uma pessoa na porta de sua sala. Nisto saiu à secretária e me entregou duas contas da Cemig. Só que estas contas, eram de tamanho muito maior que é realmente. Tentava ver o valor da conta, quando chegou o Otávio, que foi engenheiro da RFFS/A, dizendo que aquelas contas eram para ele. Entreguei a ele as contas e fui para o interior da fiação. Num galpão, vi vários barris enfileirados, próximos um dos outros. Em cima destes barris havia algumas pequenas peças. Carregava em minha mão, um jaquetão de frio. Nisto veio um cachorro amarelo, grande, e mordeu este jaquetão e tentou tirá-lo de mim. Eu segurava e dizia para aquele cachorro largar o jaquetão. Só que o cachorro não largava e falava que eu que deveria soltar. Então comecei a dizer: __Cachorro burro, larga isto. Isto não é comida. Ele respondia: __Burro é você. Este jaquetão é meu. Nisto, puxei o jaquetão, levantei o cachorro do chão, que não largava o jaquetão, e, mandei em cima de um barril. Ao bater no barril, o cachorro largou o jaquetão e caiu no chão. Olhei para ele disse: __Além de burro é feio com força.

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ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

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ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
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