Pular para o conteúdo principal

LUZ NO FIM, DA MINA DE DINHEIRO

Estava num local, onde havia uma entrada, parecendo de uma caverna. Entrei e lá era uma mina. Havia um túnel, só que este era muito largo e comprido. Minha mãe estava ali na entrada. Olhei para aquele túnel e vi que era muito comprido. Havia três postes de luz naquele túnel. Um na entrada, outro mais ou menos no meio e o terceiro provavelmente no final. Ele ficava longe e mal via a luz dele. Minha mãe me entregou um dinheiro e disse que era para eu levar para o Tonhão. Que era para eu tirar um pouco para mim, porque sabia que eu estava precisando de dinheiro. Sai dali e fui levar o dinheiro. Fui ver quanto era, e só tinha dez reais. Fui andando, quando vi o Tonhão, na porta de um bar, sentado a mesa, tomando guaraná. Entreguei a ele o dinheiro. Ele levantou e levou até um pouco mais a diante, e entregou para a Regina. Depois voltou e disse que havia emprestado aquele dinheiro para a Regina. Fui indo embora, quando entrei numa casa branca, onde logo na entrada do portão, estava uma repórter da TV Integração, com um grande livro. Ela me perguntou se eu iria pagar aquela dívida. Disse a ela que não pagaria de jeito nenhum. Nem sabia que dívida era esta. Ela anotou algo no livro e começou a fala r que na hora de pagar, ninguém queria. Nisto vi uma carta em cima desta mesa. Era uma carta que me cobrava uma dívida. Eu queria dizer para a repórter que aquela dívida não era minha, que eu tinha sido apenas o avalista. Que não pagaria divida de ninguém. Nisto chegou um homem perto da repórter e perguntou se recebeu. Ela disse que não. Depois disse que se todos disserem que a dívida não são deles, ninguém pagará mais nada. Fiquei tentando ver o que ela tinha escrito no livro, mas não consegui. Voltei até aquela mina, fiquei olhando aquele corredor e a luz que havia no final dele. Perguntei para minha mãe se lá no final não tinha dinheiro, pois se tivesse, eu iria buscar. Ela disse que não tinha nada. Que só havia conseguido extrair da mina, aquele dinheiro que havia mandado para o Tonhão. Mas mesmo assim, fui ver se havia dinheiro lá. Quando estava chegando no final daquele túnel, ouvi um barulho, olhei para trás e vi que havia desmoronado terra na entrada da mina, me deixando preso lá. Fiquei pensando quanto tempo aquele oxigênio que tinha ali, poderia me deixar vivo. Voltei até a entrada e comecei a tirar a terra com as mãos, como cachorro faz para cavar buraco. Fiquei pensando que bastava aparecer um pouquinho da entrada, que seria suficiente para o oxigênio entrar. Nisto, enquanto ficava tirando a terra, ouvi um barulho de máquina. Era um trator que minha mãe tinha chamado, para retirar a terra. O trator tirou a terra muito rapidamente. Sai dali. Nisto minha mãe pegou um carrinho de supermercado, o gancho que estava preso em um cabo de aço e saiu empurrando o carrinho e puxando o gancho, indo em direção ao fim do túnel. Ela disse que ia escavar mais o túnel, para ver se conseguia mais dinheiro. Ela enchia o carrinho com a terra, depois voltava e puxava o carrinho, ligando um motor que enrolava o cabo de aço. Fiquei pensando como ela conseguia trazer a terra no carrinho, se o carrinho de supermercado e todo vazado.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

VIÇOSA / MG - CIDADE UNIVERSITÁRIA E JOVEM

SEJA BEM VINDO A CIDADE DE VIÇOSA. UMA CIDADE JOVEM E CULTA
foto - ?
VIÇOSA TEM UMA POPULAÇÃO É DE 72.244 HABITANTES, ALÉM DE UMA POPULAÇÃO FLUTUANTE DE APROXIMADAMENTE 20.000 PESSOAS, COMPOSTA PRINCIPALMENTE DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA E OUTRAS INSTITUIÇÕES. QUEM NASCE EM VIÇOSA EH: VIÇOSENSE HISTÓRIA
TRATA-SE DE UMA CIDADE ESSENCIALMENTE UNIVERSITÁRIA, COM DESTAQUE PARA A UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, CONTA AINDA COM OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PRIVADAS COMO ESUV, FDV, UNIVIÇOSA, UNOPAR, ACENTUANDO AINDA MAIS O CARÁTER EDUCACIONAL DA CIDADE. A HISTÓRIA DE VIÇOSA SE INICIA, PROPRIAMENTE, NO SÉCULO XIX. FOI EM 1800, SEGUNDO APONTAMENTOS ECLESIÁSTICOS QUE O PADRE FRANCISCO JOSÉ DA SILVA OBTEVE DO BISPADO DE MARIANA PERMISSÃO PARA ERIGIR UMA ERMIDA EM HOMENAGEM A SANTA RITA DE CÁSSIA, NA REGIÃO QUE HOJE ABRANGE O MUNICÍPIO. A CONSTRUÇÃO DA ERMIDA E A FERTILIDADE DAS TERRAS ATRAÍRAM HABITANTES DE MUNICÍPIOS VIZINHOS, PRINCIPALMENTE DE MARIANA, O…