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SE AJEITANDO NO BANHEIRO

Estava numa casa. Havia várias pessoas por lá. Tinha um banheiro que ficava encostado na casa, mas a entrada era do lado de fora. Só que não havia parede na frente, e sim, uma grande. O banheiro era bem comprido. Mas havia uma parte no fundo que tinha uma parede, que vinha até a altura da cintura da gente. Eu queria ir ao banheiro, fui até lá, mas tinha alguém lá dentro. Era o Israel. Fiquei esperando que ele saísse. Depois fui a te a casa, sentei numa cadeira. Várias pessoas conversavam ali. Nisto o Israel saiu do banheiro. Peguei uma toalha, coloquei no ombro, para ir tomar banho. Nisto vi meu pai pegando uma toalha, para ir tomar banho também. Então sai rapidamente e pensei em ir primeiro, porque eu queria fazer o “2”. Entrei no banheiro, e lá no fundo, atrás desta pequena parede ficava o vaso. Só que não era vaso. Era uma espécie de tanque quadrado, tampado com tábuas, sendo que em umas destas tábuas, que ficava na beirada deste quadrado, havia uma buraco, mais ou menos do tamanho de uma carta de baralho. Era ali que a gente tinha que fazer o “2”. Tirei a roupa e fiquei tentando me ajeitar naquele buraco, mas não estava conseguindo. Quando consegui, fui fazendo e não parava. Fiz tanto que encheu e ficou para fora do buraco. Fiquei esperando descer, para continuar fazendo. Continuei e não parava. Depois de fazer muito, muito mesmo, olhei por cima da parede e vi várias pessoas ali. Mas ninguém se importava com quem estava ali no banheiro.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
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ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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