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CAMINHÕES DE TODOS OS TIPOS, COM DEBORA SECO

Estava trabalhando na porta de um estabelecimento, que ficava na Av. Antonio Olimpio de Morais, quase esquina com Rua Goiás. Eu montava uns painéis elétricos. Nisto sai dali, virei à esquerda na Rua Goiás, nos sentido da Av. Vinte e Hum de Abril e pouco depois do Foto Ásia, tinha uma casa grande. Eu entrei e lá estava a Débora Secco, atriz da rede Globo. Nós pegamos lama e começamos a esfregar lama um no outro. A gente ria bastante. Depois saímos juntos e andando pela Rua Goiás. Eu fiquei pensando que morar no interior era bom, porque ela sendo famosa, saía pelas ruas e ninguém ficava rodeando ela. Nisto ela cumprimentou alguém dentro de uma loja e foi em direção a esta pessoa. Eu continuei e voltei para onde eu estava trabalhando. Nisto vi que já estava anoitecendo e resolvi deixar para terminar o serviço no outro dia. Entrei dentro da loja para dizer ao chefe. O balcão ficava bem no fundo da loja. Havia três homens lá. Eu disse que voltaria no outro dia e terminaria os painéis. O homem do meio disse que estava ok. Mas o que estava à direita dele, disse que eu não conseguiria, porque além de fazer os painéis, eu teria que fazer 30 notas fiscais, uma para cada painel. Sai dali e no corredor da loja, veio uma criança que deveria ter uns cinco anos, chutando uma bola furada e murcha. Ele chutou a bola na minha direção e eu a devolvi para ele. Ficamos brincando um pouco, até que a Débora Seco apareceu, procurando pelo menino, que era o sobrinho dela. Sai dali e fui para um local, que era um descampado bem grande. Havia caminhões de todos os tipos, jeito e tamanho, estacionados de um lado em duas fileiras e, fazendo um corredor no meio. Eles estavam de frente um para o outro. Nisto o caminhão maior, saiu e entrou por um caminho que tinha entre os caminhões parados. Depois todos os outros foram saindo também, seguindo o mesmo caminho. Alguns caminhões faziam manobra para pegar o tal caminho. Quando um fazia esta manobra, veio uma caminhonete e bateu na lateral deste caminhão, passando aos pedaços por baixo dele. O caminho que era dirigido por um velhinho de boné azul, não parou e seguiu normalmente. Sai dali e atrás de onde estes caminhões estavam, tinha uma estradinha que dava numa casinha bem longe. Havia ali uma lambreta, de três rodas. Ela estava coberta de teia de aranha. Nisto veio uma mulher e parou ao meu lado. Eu disse que iria pegar a lambreta e sair dali. Ela disse que viria comigo. Então perguntei se ela sabia dirigir. Ela tirou a teia de aranha da porta e olhou o painel. Depois abriu a tampa do motor e mexeu em algo, dizendo que era para ligar a lambreta. Eu tirei as teias de aranha que cobriam minha porta e entramos na lambreta. Ela deu a partido e quando fomos sair, veio uma mulher correndo e um homem um pouco atrás dela. Nós saímos, mas a tal mulher nos alcançou e subiu na lambreta, ao meu lado. O tal homem que vinha atrás, parou e gritou que ela podia ir embora, pois ela era a herdeira da lambreta. Saímos e fomos seguindo os caminhões. Depois fui para um quarto, bem pequeno. Havia duas camas de solteiro. Uma onde eu dormia e na outra, outra pessoa que não sei quem era. Nisto vieram vários pernilongos atacando a gente. A gente tentava bater neles, mas não conseguia acertá-los. Num certo momento eu acertei em um e ele caiu na minha cama, sujando todo o lençol de sangue.

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