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AS CURVAS DA ESTRADA DO GALPÃO

Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.

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Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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