OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Rua estreita
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sábado, 24 de março de 2012

A ESTREITA RUA DA EMPRESA

Era noite. Eu tinha que ir até a empresa onde eu trabalhava, para substituir o Nathan. Esta empresa ficava num local onde a rua tinha uns quatro metros de largura e o passeio de ambos os lados tinha mais ou menos um metro de largura. Esta rua era toda em vai e vem. Tinha uns cinco metros retos, depois fazia uma curva para um lado, mais uns três metros, a curva era para o outro lado, depois ela fazia quase uma volta para o mesmo local e assim por diante. Estava bem escuro, visto que havia um poste de luz quase em frente à empresa e outro só uns 10 metros depois. Quando fui chagando, o Nathan foi indo embora e disse que eu estava atrasado. Entrei na empresa e vi a maior bagunça lá dentro. Parecendo quarto de criança. Fiquei pensando que ninguém arrumava nada naquele lugar. Estava com minha câmara fotográfica na mão. Fui guardá-la num local seguro. Como a empresa era só um cômodo quadrado cheio de coisas espalhadas, fui até o canto dele, onde havia uma espécie de berço de criança, só que em forma da letra “U”. Ele era todo acolchoado. Fui colocar minha câmara lá, quando vi que o centro deste “U” estava molhado. Olhei para cima e vi que caia uma goteira bem ali. Coloquei minha câmara ali mesmo, tendo o cuidado de não deixá-la escorregar para o centro deste “U”. Olhei para a porta da empresa, que estava aberta e com uma cortina tipo persiana fechando ela. Pela cortina via os clarões dos relâmpagos. Fiquei com medo, pois era madrugada e ali estava escuro. Então lembrei que tinha deixado minha mochila pendurada do lado de fora da empresa. Corri até lá e quando passei pela persiana, vi que minha mochila não estava mais lá. Vi um homem colocando algo no carro e usando uma mochila. Estava ali ao lado da empresa corri até ele e tentei tirar a mochila, dizendo que aquela mochila era a minha. Ele me empurrou e disse que aquela era dele e que não sabia da minha mochila. Olhei direito e vi que não era a minha. Este homem então entrou no carro e riu sarcasticamente para mim. Fiquei pensando que ele poderia tê-la jogado dentro do carro. Com muito vai e vem este homem conseguiu virar o carro e seguiu por aquela rua, rindo muito. Nisto chegaram minha mãe e dois de meus irmãos e a Nathália. Eles perguntaram sobre a mochila. Disse que já era e não a veria mais. Disse que tinha perdido algumas coisas. Lá dentro tinha nas divisões pequenas, abafador de ruído. Na média tinha os blusões de uniforme da empresa. Na grande havia uma capa de chuva. Depois lembrei que na divisão pequena da frente tinha minhas moedas. Eram muitas moedas de um real, cinqüenta, e vinte e cinco centavos. Fiquei encostado do lado de fora da empresa, pensando porque a empresa tinha que ficar aberta a noite.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

ESCOVANDO OS DENTES NA RUA


Estava numa rua desta cidade. Andava pela rua, escovando os dentes. Minha boca estava cheia de espuma e eu continuava com a escova dentro da boca, sem para de escovar. Na outra mão, eu carregava uma dentadura. Quando fui passar perto de algumas pessoas, fechei a mão, para que ninguém visse a dentadura. Depois fiquei pensando porque eu tinha saido na rua com uma dentadura. Porque assim todos iriam rir de mim. Continuei andando, olhando desconfiado para as pessoas, temendo que elas descobrissem o que eu tinha na minha mão. Nisto vi dois cunhados meu, do outro lado rua rua. Eles ficaram me olhando, eu procurei esconder ao máximo minha mão, para que não vissem nada. Continuei andando escovando so dentes e fiz que não tinha visto os dois.

domingo, 8 de novembro de 2009

BALANÇANDO COM OS CACHORROS OLHANDO


Estava numa rua estreita. Deveria ter uns 5 metros de rua só. O calçamento era pedra. Estava na varanda da casa e segurava uma tubulação que sustentava esta tubulação. Segurava coma mão direita, deixando o corpo caindo. Como ficam as crianças. Segurando com uma mão e balançando o corpo. Perto de mim tinha um cachorro amarelo, pequeno, que ficava me olhando. Tipo aqueles que latem muito. Nisto passou uma pessoa e perguntou se podia deixar o cachorro dela vir brincar com o meu. Disse que não tinha problemas. Havia uma mulher perto de mim, sentada na beira do passeio. Continuei balançando naquela varanda, quando vi que vinha correndo um cachorro igual ao que estava perto de mim, só que este era preto. Ele veio, pulou no meu braço que eu balançava. Ficou agarrado na manga da camisa. Então disse a ele que era para brincar com o outro cachorro e não comigo. O cachorro então pulou e ficou ao lado do que me olhava. Então disse para a tal mulher que estava sentada ali, que se a gente deixar o cachorro brincar com a gente, o cachorro gosta e nunca mais vai embora. E continuava segurando a tubulação, balançando o corpo.


domingo, 27 de julho de 2008

AVENTURA COM LUCIANO RUCK

Estava dentro de um carro, que era da empresa do Henrique. Era uma ruazinha estreita e de terra batida. Havia um carro parado atravessado nesta rua e quase não dava para eu passar. Tinha uma mulher parada encostada na traseira deste carro parado, segurando algo nas mãos. Eu vim de marcha a ré, por aquela ruazinha e quando passei pelo carro, esbarrei um pouco nele. Ele deslocou um pouco em direção ao outro lado. Depois eu estava no mesmo local e fiz a manobra novamente. Vindo de ré esbarrando no carro. Na tercei vez, o carro encostou do outro lado. A mulher sempre ia junto com o carro. Quando olhei o carro do outro lado, a mulher estava era rezando. Nisto chegou à minha janela o apresentador da rede Globo, Luciano Ruck. Ele perguntou para onde eu estava indo. Ele segurava um microfone e falava ao microfone. Eu então disse que ia naquela ruazinha. Ele foi ao meu lado. Nisto vi alguns meninos brincando. Tinha um buraco bem grande na rua ao lado de um poste que estava no meio da rua. Eu tentei passar com o carro entre o poste e o buraco. Então o Luciano Ruck me perguntou se era aquela rua mesmo que eu deveria estar. Olhei e vi que estava na rua errada. Sai procurando a rua. O Luciano ficava na janela do carro do lado de fora. Não sei como ele me acompanhava. Nisto chequei numa praça e vi uma igreja um pouco adiante. Então eu disse que não sabia onde eu estava e que tinha que sair procurando a tal rua. Sai andando numa rua, dando a mão ao Ziquinho, que tinha três anos. Nisto veio a meu lado três meninos. Só que estes meninos eram desenhos de crianças que acompanhava eu e o Ziquinho. Eu olhei e disse ao Ziquinho que era alguma filmagem que estava fazendo ali. Fui para um corredor de uma casa, tipo um alpendre. Havia três crianças, tentado tirar uma água com barro que estava ali. Elas me pediram para ajudar. Eu fui ajudar e ficava tentando tirar o barro. Nisto vi que a mãe das crianças tinha chegado. Eu olhei e vi que era a mulher que recentemente mudou para o apartamento 402 aqui do meu prédio. Ela é conhecida como uma mulher muita brava. Eu cheguei perto dela e disse que estava ajudando. Esperei que ela fosse xingar. Mas ela nada disse. Fui ate um carro, na esquina de uma rua do bairro Porto Velho. Eu o parei no meio da rua. Estava esperando algo, que não sei o que era. Nisto fui chamado ao antigo bar do Mário. Fui lá e quando voltei não vi o carro. Sai perguntando onde ele estava para algumas pessoas que vi por ali. Então me disseram que um homem queria passar com o carro e o meu estava no caminho e ele levou o carro. Fui ate este homem. Que ficava logo ali adiante. Ele estava na portaria de uma empresa, que ficava bem fundo desta portaria, bem distante mesmo e descendo uma ribanceira. Ele então me disse que tinha que atender 35 pacientes, que isto demorava e meu carro estava atrapalhando. Nisto ele pegou o celular e ficou falando com uma pessoa que estava lá na empresa, onde ele tinha deixando meu carro. Ele falava, mas não deixava ir lá buscar. Depois ele ficou falando algo que não entendi direito. Sai e fiquei sentado a beira de um balcão, onde estava do outro lado o amigo do Fernando, o Júlio e uma mulher. Eu dizia que tinha arrumado um emprego, onde eu só faria o que tinha combinado. Eu tinha falado com o chefe mesmo. Eu seria só estoquista. Falei também que um amigo meu tinha arrumado emprego na Drogasil e lá eles o mandavam fazer de tudo. E não só o combinado. A tal mulher disse que era assim mesmo que faziam. Nisto chegou alguém conversando com a tal mulher e eu fiquei falando com o Júlio, que a Vanuza, minha irmã, tinha me dado a casa dela de presente

domingo, 9 de dezembro de 2007

A ROUPA, OS CACHORROS E VOANDO FUGINDO DO MONSTRO

Eu estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Eu cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Eu tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí eu comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Eu não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis e levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que eles não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Eu peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Eu disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar calça jeans. Nisto lembrei que eu tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei a direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei na última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas eu fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me persegui. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei no final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, eu corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo e este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele termina na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi na copa de um dos galhos desta árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da árvore. Mas mesmo assim, eu ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Eu então sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Eu então voltei, voando e fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. Eu me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados.