OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : sofá
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sábado, 16 de agosto de 2014

O PROTAGONISTA






Era noite. Estava sentado em um sofá de uma sala onde a luz estava apagada e a tv ligada.
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Na tv estava começando um filme de suspense. O narrador ainda falava. Eu era o protagonista deste filme. Vinha correndo por uma estreita rua a noite. Estava de capuz e blusa preta. Ao passar pelo ponto central da cena e ficar bem centrado na imagem, a cena pára com minha imagem bem focada e o narrador diz: __Estrelando "Thymonthy Becker". Ai a cena volta com eu correndo por aquela rua estreita. O Filme continua e chego em uma rua mais larga. Vou correndo pelo passeio com uma caneta na mão. Nisto vem vindo em minha direção um cachorro da raça Pitbull. Atrás deste cachorro vinham outros três pequenos cachorros. Quando se aproximava de mim, este cachorro Pitbull disse que queria minha caneta. Mas ele não parou e continuou correndo. Ao passar por mim olhei para trás porque não tinha acreditado que o cachorro tinha falado comigo. Então o Pitbull parou e disse novamente que queria minha caneta. Mandei a caneta na direção dele. Ela caiu no chão. Ele a pegou e saiu correndo e os três cachorros correndo atrás. 
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Olhando os cachorro correndo ouvi uma voz dizendo que queria uma caneta também. Sem me virar e virando só o rosto, vi um cachorro bem grande. Ele era todo branco e deveria ter um metro de altura. Sem me virar, peguei uma caneta no bolso e a joguei para trás. Virei para ver e o cachorro a tinha pego com a boca sem deixá-la cair. Com a caneta na boca este cachorro também saiu correndo em direção aos outros. Continuei correndo até que desapareci no horizonte.

sexta-feira, 11 de março de 2011

PREPARANDO VIAJEM PARA CARLOS CHAGAS/MG

Estava numa sala grande, onde seria a casa da minha mãe. Havia dois grandes sofás. Eu estava deitado em um deles, assistindo TV. Havia outras pessoas ali, vendo TV também. Havia três aparelhos de TV nesta sala. Olhei as horas no meu celular e vi que eram 14 e 10. Levantei e disse para minha mãe, que iria tomar banho. Pois eu tinha que pegar o carro e estar na rodoviária às 15 horas, para pegar a Iara para a gente viajar para Carlos Chagas. Fiquei esperando que minha mãe dissesse que eu já estava atrasado, pois demorava muito no banho. Mas ela nada falou, então continuei dizendo que a viajem até Carlos Chagas levava 9 horas. Olhei novamente no relógio do celular e continuava 14 e 10.  Sai da sala em direção ao meu quarto, pegar a toalha para ir tomar banho.

sábado, 22 de maio de 2010

O SOFÁ, O BARBEIRO E AS JABUTICABAS


Cheguei num grande pomar, onde havia inúmeros pés de jabuticabas. Eles estavam carregados de jabuticabas, mas todas estavam arrebentadas e amareladas. Eu sabia que a culpa delas estarem daquele jeito, era minha. Andando pelo pomar, vi o Israel cotando o cabelo de um homem, que estava sentado numa cadeira de barbeiro, ali no meio do pomar. Andando mais um pouco, vi um sofá velho e todo rasgado. Aproximei e vi em cima dele, alguns papeis. Cheguei perto. Vi que no primeiro papel, falava de um cheque que tinha sido devolvido, vi que o cheque era meu. Peguei aqueles papeis, olhei e vi que os demais, também falavam de cheques devolvidos. Estavam grampeados. Procurei para ver se ninguém olhava, coloquei aqueles papeis no bolso, para que assim, ninguém viesse me falar de cheques devolvidos. Continuei andando, até que encontrei a Rita. Ela veio reclamar do fato das jabuticabas estarem todas estragadas. Nisto vi outro sofá, onde o Sr. Ari estava deitado. Disse então que eram só cortar todos os pés de jabuticabas e plantarem outros. O Sr. Ari disse que não adiantaria nada. Estava tudo perdido. A Rita dizia que a culpa era minha. fui saindo dali, deixando a Rita falando sozinha.

domingo, 4 de outubro de 2009

COM O OPALA FAZENDO ZIG-ZAG


Estava dentro de um carro, que parecia ser um opala. O José Alique dirigia. Ao lado dele estava um homem que eu não conhecia. No banco de trás estavam eu e meu irmão, o Candido. O José Alique dirigia muito rápido, por uma rua onde havia várias poças de água. Ele ficava desviando das poças e fazendo um zig-zag com o carro. Ele dizia que a gente tinha que ir ajudar uma pessoa, a levar o sofá para casa. Nisto passamos por duas pessoas carregando um sofá amarelo. Então o José Alique disse que não precisaria mais, pois eles já estavam levando o sofá.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

GANHANDO 350 REAIS NO FAUSTÃO

Estava num cômodo de uma casa, onde havia um sofá, um homem ao lado deste sofá, em pé. Este sofá estava num canto desta sala, e no outro canto, estavam o Faustão e outro homem ao lado dele. Havia ali perto do Faustão, uma faixa marcada no chão. Em cima do sofá havia uma panela de pressão sem tampa e um frasco de Sorine (remédio para pingar no nariz). O Faustão então disse que a panela e o Sorine deveriam cruzar a linha de chegada, sozinhos. Eu acionei um botão que tinha em cima da panela e esta ficou tremendo e deslocando. Só que ela foi para o canto do sofá e depois parou. Então veio um homem e deitou no sofá. O Faustão então disse que eu tinha 20 segundos para fazer a panela e Sorine cruzarem a linha de chegada. Disse que não dava, pois o homem no sofá atrapalhava. Mas liguei a panela, ela saiu tremendo e caiu do sofá. Quando caiu, veio meu amigo “tarzam”, sentou em cima desta panela, levantou os pés e a panela saiu levando ele em direção a linha de chegada. Estava olhando para outro lado, quando o Fernando disse que a panela estava indo. Olhei e vi que caía da panela, dinheiro, e era meu. Fui pegar e era uma nota de 10 reais, uma de cinco e várias de dois reais. Alem de uma pratinha de 10 centavos. A panela, com o “tarzam” em cima, cruzou a linha de chegada. Então, peguei o Sorine e levei-o com as mãos, até além da linha de chegada, dizendo que ele não andava sozinho, então eu o levei. Mas o Faustão disse que eu já tinha dinheiro. Então mostrei a ele que só tinha uma pratinha de dez centavos. O Faustão então disse para o homem que estava do lado dele, para me pagar 350 reais, que estava bom demais. O tal homem foi para trás de uma cortina que estava atrás do sofá, fui seguindo-o para pegar meu dinheiro.

terça-feira, 28 de julho de 2009

COM A CAIXA DE CUECAS NA MÃO

Estava numa sala, onde havia duas pessoas sentadas num sofá. Havia uma cadeira, onde eu estava sentado, com uma caixa na mão. Esta caixa estava com as minhas cuecas. Eu estava contando elas, porque eram muitas. Nisto chegou a Nathalia e apontou uma, dizendo que aquela era a mais bonita. Então disse a ela que todas eram, porque todas eram iguais..

domingo, 24 de maio de 2009

CONVERSANDO COM MEU PAI

Estava sentado num sofá, e outra pessoa estava sentada em outro ao lado. Na minha frente tinha uma TV. Na TV um homem dizia que era hora de dizer alguma coisa ao pai. E disse que era minha vez. Nisto apareceu a foto de meu pai na TV com o narrado dizendo que era minha hora de falar com meu pai, caso eu quisesse. Então comecei falando que gostava dele, que tudo que eu era de bom, foi graças a ele que me ensinou, principalmente a honestidade e caráter. Disse que apesar das desavenças que houve entre a gente, eu pedia perdão e perdoaria ele, se tivesse algo a perdoar. Depois disse que se quisesse ter um novo pai, queria ele novamente.

sábado, 10 de janeiro de 2009

ELE LIGOU DE SUA CASA, MAS ESTAVA NA MINHA.

Eu estava em uma casa onde havia várias pessoas andando de um Lado para outro. Não sei quem eram. Eu sentei num sofá e ao meu lado tinha uma mesinha onde uma pessoa passou e deixou dois celulares em cima de um caderno. Um era o da Nathalia e o outro era o meu. Nisto um celular tocou e eu o atendi. Quando o fiz, a voz do outro lado era do Ziquinho perguntando se podia ficar em minha casa. Eu disse que a Nathalia não estava ali. Ele desligou. Então vi que eu tinha atendido ao telefone da Nathalia. O meu estava ao lado. Então percebi que não estava em minha casa. Peguei meu celular para ligar na casa do Ziquinho e dizer que eu não estava em casa e não sabia se a Nathalia estava lá. Nisto eu vi minha mãe com o Ziquinho ali e mais algumas crianças. Minha mãe estava levando todos para dançar quadrilha. Então liguei para casa do Henrique. Quem atendeu foi a empregada. Eu tentava dizer a ela que o Ziquinho estava ali, mas não conseguia, então pedi a ela para chamar o Henrique. Ele atendeu. Eu ficava tentando dizer, mas não conseguia. Do outro lado, ele conversava com outra pessoa e eu ouvia a conversa.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

DE BELINA PARA A PRAIA

Estava viajando de carro, para a praia. O carro era a Belina do Henrique. Mas eu não sabia o caminho e acabei chegando numa mata fechada, onde a estrada terminava. Eu desci do carro e fui mata adentro. Nisto cheguei numa casa velha, cujo telhado esta todo quebrado. Eu entrei dentro desta casa e sentei num sofá velho e rasgado que tinha lá. Nisto eu percebi que eu estava no sofá do meu apartamento.