Estava nos Estados Unidos da América. Eu e mais três pessoas e uma criança que deveria ter uns cinco anos. Chegamos em uma varanda onde do lado de dentro tinha algumas pessoas sentadas em algumas mesas. Esta varanda tinha à sua frente uma parede que deveria ter um metro de altura mais ou menos. Para entrar nesta varanda a gente tinha que pular esta parede. Todos foram pulando ficando para pular por último, eu e o Basílio. O Basílio disse que não dava conta de pular aquele parede. Então eu dei pé-pé para ele pular. Depois subi nesta parede e fui caminhando em cima dela até a outra ponta onde tinha um homem sentado tomando café em um copo. Quando cheguei perto dele, ele me entregou o copo. Eu então agradeci a ele. Depois fiquei pensando porque eu tinha agradecido por aquele homem me dar o copo. Desci desta parede e veio uma pessoa e entregou uma caixinha de suco para aquela criança. Depois eles ficaram conversando. Algumas palavras eu entendia e outras não. Então fiquei pensando se aqueles homens eram mesmo Americanos.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
.
domingo, 8 de novembro de 2009
BALANÇANDO COM OS CACHORROS OLHANDO
Estava numa rua estreita. Deveria ter uns 5 metros de rua só. O calçamento era pedra. Estava na varanda da casa e segurava uma tubulação que sustentava esta tubulação. Segurava coma mão direita, deixando o corpo caindo. Como ficam as crianças. Segurando com uma mão e balançando o corpo. Perto de mim tinha um cachorro amarelo, pequeno, que ficava me olhando. Tipo aqueles que latem muito. Nisto passou uma pessoa e perguntou se podia deixar o cachorro dela vir brincar com o meu. Disse que não tinha problemas. Havia uma mulher perto de mim, sentada na beira do passeio. Continuei balançando naquela varanda, quando vi que vinha correndo um cachorro igual ao que estava perto de mim, só que este era preto. Ele veio, pulou no meu braço que eu balançava. Ficou agarrado na manga da camisa. Então disse a ele que era para brincar com o outro cachorro e não comigo. O cachorro então pulou e ficou ao lado do que me olhava. Então disse para a tal mulher que estava sentada ali, que se a gente deixar o cachorro brincar com a gente, o cachorro gosta e nunca mais vai embora. E continuava segurando a tubulação, balançando o corpo.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
O NAVIO ANCORADO
Estava na varanda de uma casa, onde havia um parapeito feito de tubos. Nisto olhei para baixo e vi um navio. Então chamei algumas pessoas que estavam ali, para vir ver. Então disse a elas, que parecia que o navio estava longe no mar. Mas se a gente olhasse com calma, veria que ele estava bem ali, na beira da praia, nos fundos da casa. Então todos saíram para ir até o navio. Fui também. Só que para chegar até ele, tinha uma floresta para a gente atravessar. Fui andando pela floresta até que vi o navio. Algumas pessoas já estavam entrando lá dentro. Quando fui entrar, a porta do navio se fechou, deixando apenas eu de fora. Então disse: “não queira ir mesmo”
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
LIGUE 190
Estava em minha casa. Era um apartamento rodeado por uma varanda. Eu olhei para a varanda e vi um homem pulando dentro dela. Então eu disse a uma pessoa que estava na sala comigo, que era o ladrão que já tinha estado ali duas vezes. Eu corri por outra varanda, para cerca o ladrão. Nisto cruzei com duas mulheres. Eu então me perguntei o que aquelas mulheres faziam ali. Nisto consegui pegar o ladrão. Eu o joguei ao chão e ajoelhei em cima dele, para ele não fugir. Então gritei para a pessoa que estava comigo, que era para discar 190 e chamar a policia. Nisto olhei para o ladrão no chão, e vi que era o Fernando. Ele ficava quieto e não se mexia. Então fiquei na duvida se era o Fernando ou alguém que tinha o rosto igual ao dele.
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