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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A ÁRVORE VERDE




domingo, 18 de julho de 2010

O PORTAL PARA O CUBO MÁGICO


Estava andando por uma rua, quando vi três celulares gigantes. Eles deveriam ter um metro de comprimento por meio metro de largura. Estavam deitados e flutuando a um metro do chão mais ou menos. Dos três, um era um pouco maior que os outros dois. Então subi em cima desta maior, que na tela estava escrito MP 25. Nos outros dois estava escrito MP15. Ao subir, ele saiu como se fosse um tapete voador. Voava rapidamente pelas ruas. Quando olhei para trás, vi que os outros dois vinham voando atrás de mim, ambos com um homem em cima de cada. A gente ia muito rapidamente. Mas eu tinha certeza que eles não me alcançariam, pois o meu era 25 e os deles eram 15. Nisto o que eu estava, entrou por uma janela. Ao entrar, o celular desapareceu e então, cai de bunda no chão. Levantei e sai correndo, temendo que os dois homens me alcançassem. Ao sair da casa, por outra janela, vi que estava numa rua que tinha a cor alaranjada. O passeio era azul. Sai andando pela rua, onde não via casa alguma. Olhei para o céu e vi que ele era verde. Fiquei imaginando onde eu estaria. Nisto percebi que estava dentro de um cubo mágico. Fiquei imaginando como sair dali. Então voltei para a casa onde o celular havia me deixado. Nisto percebi que a janela da casa, era o portal que ligava o cubo mágico ao mundo real. Então fechei a janela, ficando dentro do cubo mágico, evitando assim que os dois homens entrassem ali atrás de mim. Quando fiz isto, a janela desapareceu. Assim, eu não tinha mais como sai dali. Fiquei andando por aquela rua colorida, tentando encontrar a tal janela. Nisto encontrei um homem, que também procurava pela janela. Ele me disse que ele também tinha vindo pelo celular e também fechou a janela. E quando a gente fechava a janela, ela sumia e abria em outro local. Disse que ele estava procurando a tal janela, para sair daquele cubo mágico, que parecia um mundo a parte. Ele disse que enquanto a gente estivesse ali, não envelhecia, pois o tempo dentro do cubo mágico, não passava. Perguntei a ele quanto tempo estava ali procurando pela janela. Ele disse que não saberia certinho quanto tempo seria, mas deveria ter uns 200 anos que procurava pela janela. Ao ouvir isto, dei um grito e sai correndo gritando, dizendo que queria sair dali. O tal homem então gritou para mim, dizendo que tinha feito o mesmo, quando encontrou um homem que contou tudo isto a ele. Parei de gritar, olhei para o tal homem e perguntei: __E há quanto tempo este outro homem esta aqui? Ele então respondeu: __ Diz ele que já tem mais de mil anos. Nisto, cai para trás, desmaiado.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

VOANDO EM CIMA DA LAJE

Estava num local, eu e o Gueds. Havia um forno cubilô, destes de fundição. Em cima deste forno, que estava derretendo ferro, havia uma laje amarela, que deveria ter uns 4 metros por 4. Eu e o Gueds subimos nesta laje, para verificar de cima, se eles faziam tudo corretamente. Depois o Gueds desceu. Nisto fiquei olhando se a laje estava esquentando muito. De repente a laje começou a se mover e saiu voando rente a vegetação. Ia muito rápido. Com medo de cair, procurei ficar bem no centro desta laje. O vento batia forte no meu rosto. Nisto a tal laje chegou a uma casa e parou. Esta casa ficava num local que parecia um deserto, só que era de terra vermelha. Desci e entrei nesta casa. Meu pai estava lá e pediu-me para buscar dois portais. Ele teria que assentar duas portas. Falou que eu deveria levar mais 4 pessoas para ajudar, já que eu era um “fracote”. Sai falando que eu não era “fracote” coisa nenhuma. Fui correndo e de repente já estava correndo em alta velocidade, como de um carro. Só via terra vermelha na minha frente. Nisto cheguei numa construção, onde estavam construindo apenas corredores. O corredor tinha uns 2 metros de largura por 2 de altura e era coberto com laje. Entrei neste corredor que estava meio escuro e fui indo em alta velocidade também. O corredor sempre virava para a direita. Fui virando várias vezes e nada do corredor acabar. Nisto passei por uma parte do corredor, onde ele era mais largo. Havia alguns homens ali, comendo em marmitas. Não parei. Continuei correndo até que cheguei ao final do corredor. Voltei e perguntei a um daqueles homens, se sabiam de dois portais que eu teria que levar. Ele então me mostrou os dois portais. Um era do tamanho normal de portal, o outro era bem mais alto. Então eu disse que aquele alto, deveria ser para o quarto do meu pai, porque ele era muito alto. Os portais eram feitos de galhos finos de eucalipto. Era um galho fazendo a parte de cima e três fazendo as laterais, quando peguei os portais, vi que eles eram super leves. Coloquei os dois nos ombros e disse ao tal homem, que levaria os dois de uma única vez, porque estava fácil demais.