OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Cachorro. Tempo
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domingo, 18 de julho de 2010

O PORTAL PARA O CUBO MÁGICO


Estava andando por uma rua, quando vi três celulares gigantes. Eles deveriam ter um metro de comprimento por meio metro de largura. Estavam deitados e flutuando a um metro do chão mais ou menos. Dos três, um era um pouco maior que os outros dois. Então subi em cima desta maior, que na tela estava escrito MP 25. Nos outros dois estava escrito MP15. Ao subir, ele saiu como se fosse um tapete voador. Voava rapidamente pelas ruas. Quando olhei para trás, vi que os outros dois vinham voando atrás de mim, ambos com um homem em cima de cada. A gente ia muito rapidamente. Mas eu tinha certeza que eles não me alcançariam, pois o meu era 25 e os deles eram 15. Nisto o que eu estava, entrou por uma janela. Ao entrar, o celular desapareceu e então, cai de bunda no chão. Levantei e sai correndo, temendo que os dois homens me alcançassem. Ao sair da casa, por outra janela, vi que estava numa rua que tinha a cor alaranjada. O passeio era azul. Sai andando pela rua, onde não via casa alguma. Olhei para o céu e vi que ele era verde. Fiquei imaginando onde eu estaria. Nisto percebi que estava dentro de um cubo mágico. Fiquei imaginando como sair dali. Então voltei para a casa onde o celular havia me deixado. Nisto percebi que a janela da casa, era o portal que ligava o cubo mágico ao mundo real. Então fechei a janela, ficando dentro do cubo mágico, evitando assim que os dois homens entrassem ali atrás de mim. Quando fiz isto, a janela desapareceu. Assim, eu não tinha mais como sai dali. Fiquei andando por aquela rua colorida, tentando encontrar a tal janela. Nisto encontrei um homem, que também procurava pela janela. Ele me disse que ele também tinha vindo pelo celular e também fechou a janela. E quando a gente fechava a janela, ela sumia e abria em outro local. Disse que ele estava procurando a tal janela, para sair daquele cubo mágico, que parecia um mundo a parte. Ele disse que enquanto a gente estivesse ali, não envelhecia, pois o tempo dentro do cubo mágico, não passava. Perguntei a ele quanto tempo estava ali procurando pela janela. Ele disse que não saberia certinho quanto tempo seria, mas deveria ter uns 200 anos que procurava pela janela. Ao ouvir isto, dei um grito e sai correndo gritando, dizendo que queria sair dali. O tal homem então gritou para mim, dizendo que tinha feito o mesmo, quando encontrou um homem que contou tudo isto a ele. Parei de gritar, olhei para o tal homem e perguntei: __E há quanto tempo este outro homem esta aqui? Ele então respondeu: __ Diz ele que já tem mais de mil anos. Nisto, cai para trás, desmaiado.

domingo, 7 de março de 2010

FUGA PELO PORTAL DOS FUNDOS

Vinha eu, a noite, descendo a Rua São Paulo, quando entrei no pátio do Santuário de santo Antônio, para cortar caminho, indo em direção a Rua Vinte e hum de Abril. Quando cheguei em frente a porta central do Santuário, resolvi descer as escadas. Nisto veio um caminhão, rente ao passeio. Em cima deste, vinha uma foca muito grande. Ela pulou do caminhão, bem ali no início das escadas. Com medo dela, voltei e tentei entrar no Santuário. Mas a porta estava fechada. A tal foca foi se arrastando pelo passeio, acompanhando o caminhão que ia vagarosamente pela Rua Vinte e hum de abril. Desci as escadas do Santuário bem devagar, olhando se a foca não voltaria. Vi a mesma indo pelo passeio, quase chagando na Rua Minas gerais. Atravessei a rua rapidamente, entrei num cômodo que havia ali. Este cômodo estava muito bagunçado, cheio de coisas espalhadas. Havia algumas pessoas enchendo balão, para festa que aconteceria ali. Eu já havia estado naquele cômodo antes. Fui até uma janela, para ver onde estava a saída pelos fundos daquele cômodo. Nesta janela havia alguns bancos de madeira. Esbarrei em um deles, que caiu lá e baixo, pois o fundo deste cômodo, era baixo e onde eu estava, ficava a uns 6 metros do chão. Vi uma escada, fui até ela e desci lá em baixo. Lá, um homem dizia para outro, que não trabalharia mais ali, pois o tal banco que caiu, quase o tinha certado na cabeça. Nisto vi um banheiro e lembrei que a saída pelos fundos, era através do banheiro. Vi dois homens saindo através deste banheiro. Fui segui-los e vi que atrás deles ia um cachorro muito grande. Igual aquele do filme (baby, o porquinho trapalhão). Fui indo assim mesmo, imaginando que se o cachorro me atacasse, os tais homens não deixariam ele me morder. Quando sai lá fora, vi que era uma pequena rua que beirava um riacho. Como se estivesse saido em outro local bem distante do Santuário. Havia uma caminhonete parada ali. Quando fui andando, um pequeno cachorro me atacou, pulou e ficou pendurado mordendo a barra da minha camisa. Puxei-o com as mãos e mandei-o não chão. Nisto vi que havia uma ninhada de cachorro bem ali. O tal cachorro apenas defendia seus filhotes. O cachorro grande ficou num canto e nada fazia. Este pequeno cachorro veio me atacar novamente, mordendo meu sapato. Enfiei o pé por baixo dele e o atirei bem longe. Sai andando e fui embora dali.