OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Laje
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domingo, 10 de julho de 2011

DORMINDO NA LAJE COM BARULHO DO VISINHO


Estava em minha casa. Era de madrugada. Minha casa era na verdade o terraço de um prédio de uns 10 andares. Não tinha cobertura, ficava ao relento mesmo. Como o prédio tinha um formato em “L”, meu quarto ficava num dos cantos deste “L”. Estava dormindo e todo coberto, no piso da laje, já que não tinha cama, quando ouvi um barulho de marteladas. Olhei e era um morador de um prédio mais alto que onde eu morava que estava pendurado do lado de fora do apartamento, com uma marreta e talhadeira, tentando cortar o que seria as pontas de uma ferragem da construção. Gritei com ele, dizendo que eram 3 e meia da madrugada. Que ele não podia fazer aquele barulho todo. Ele então atirou a marreta em minha direção, vindo a cair perto de mim. Mas ele sai de onde estava e entrou pela janela de seu apartamento, dizendo que a casa era dele e ele fazia o que quisesse e à hora em que quisesse. Nisto ouvi um barulho nesta laje onde eu dormia. Fui ver e vi a Nathalia sentada em uma cadeira, assistindo uma TV de 20 polegadas, destas bem antigas, que estava em cima da mesa do computador. Perguntei a ela sobre os moveis da sala e a TV de LCD. Ela disse que o Fernando tinha levado tudo. Nisto vi o Fernando e a Polyana dormindo ali no piso da laje, já que não tinha cama. Tentei acordar o Fernando para saber o que ele tinha feito com os móveis, mas ele não acordava de jeito nenhum. Nisto vi o visinho do prédio em frente, subindo pela janela do apartamento dele, com arco e serra na mão, para serrar as tais pontas de ferragens. Ele foi dizendo que iria cortar as ferragens e que não estava nem ai para que estive reclamando do barulho. Voltei para onde era meu quarto e vi dois meninos do lado de fora, observando, fiquei pensando como eles poderiam estar ali, se não tinha beiral algum para eles ficarem em cima. Imaginei que eles só podiam estar flutuando. Fui até eles e pedi que fosse embora, mas eles não saiam dali. Então voltei para o que seria meu quarto e fui dormir, olhando o tal visinho serrando as ferragens do lado de fora de seu prédio.

sábado, 6 de novembro de 2010

BUEIRO ENTUPIDO



Estava num local, que parecia ser o terraço de um prédio. Nisto alguém me chamou, dizendo que a água estava subindo muito, porque tinha entupindo a saída dela. Por uma abertura pequena, subi num telhado de folha de zinco. Fui caminhando com dificuldades, para não escorregar, segurando uma chave de fenda. Quando cheguei perto da saída da água, vi que era um bueiro, que estava entupido e a água não descia. Quando fui tentar remover o lixo que entupia, ele se deslocou a e água começou a descer. Fui revirando assim mesmo, para que a água levasse o resto do lixo. Do meu lado estava o “Segundinho”. Sentado numa cadeira de praia, num pedaço de laje, estava o israel. Pouco a minha frente, havia outra abertura, para onde o “Segundinho” foi para sair. Fui tentar ir por ali também, mas escorreguei nas telhas. Decidi então voltar pelo caminho que tinha feito para ir até ali. Ao pisar nas folhas de zinco, elas se deslocaram e saíram escorregando comigo em cima. Cai sentado nelas. Assim elas pararam de se deslocarem. Fui me arrastando até a saída.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

VOANDO EM CIMA DA LAJE

Estava num local, eu e o Gueds. Havia um forno cubilô, destes de fundição. Em cima deste forno, que estava derretendo ferro, havia uma laje amarela, que deveria ter uns 4 metros por 4. Eu e o Gueds subimos nesta laje, para verificar de cima, se eles faziam tudo corretamente. Depois o Gueds desceu. Nisto fiquei olhando se a laje estava esquentando muito. De repente a laje começou a se mover e saiu voando rente a vegetação. Ia muito rápido. Com medo de cair, procurei ficar bem no centro desta laje. O vento batia forte no meu rosto. Nisto a tal laje chegou a uma casa e parou. Esta casa ficava num local que parecia um deserto, só que era de terra vermelha. Desci e entrei nesta casa. Meu pai estava lá e pediu-me para buscar dois portais. Ele teria que assentar duas portas. Falou que eu deveria levar mais 4 pessoas para ajudar, já que eu era um “fracote”. Sai falando que eu não era “fracote” coisa nenhuma. Fui correndo e de repente já estava correndo em alta velocidade, como de um carro. Só via terra vermelha na minha frente. Nisto cheguei numa construção, onde estavam construindo apenas corredores. O corredor tinha uns 2 metros de largura por 2 de altura e era coberto com laje. Entrei neste corredor que estava meio escuro e fui indo em alta velocidade também. O corredor sempre virava para a direita. Fui virando várias vezes e nada do corredor acabar. Nisto passei por uma parte do corredor, onde ele era mais largo. Havia alguns homens ali, comendo em marmitas. Não parei. Continuei correndo até que cheguei ao final do corredor. Voltei e perguntei a um daqueles homens, se sabiam de dois portais que eu teria que levar. Ele então me mostrou os dois portais. Um era do tamanho normal de portal, o outro era bem mais alto. Então eu disse que aquele alto, deveria ser para o quarto do meu pai, porque ele era muito alto. Os portais eram feitos de galhos finos de eucalipto. Era um galho fazendo a parte de cima e três fazendo as laterais, quando peguei os portais, vi que eles eram super leves. Coloquei os dois nos ombros e disse ao tal homem, que levaria os dois de uma única vez, porque estava fácil demais.



segunda-feira, 1 de junho de 2009

ANDANDO NA LAJE, COM BICO DE GARRAFA NO OUVIDO E DE BICICLETA

Estava em cima de uma laje. Só que esta laje, tinha um grande buraco no meio. Na verdade, ela tinha apenas as laterais, que deveriam ter mais ou menos um 50 centímetros. Eu andava por este espaço estreito, quando vi que lá em baixo havia um imenso caldeirão, tipo estes de bruxa, cheio de água, só que da cor alaranjado. Então fiquei pensando que se eu caísse lá dentro, iria cair de cabeça para baixo e teria que ser salvo rapidamente, do contrário poderia morrer afogado. Enquanto andava por esta laje, fiquei imaginando quanto tempo eu conseguiria ficar sem respirar até que alguém me salvasse. Fui para uma sala, que parecia ser um escritório, mas estava cheio de peças de alguma coisa. Eu usava um microfone, deste tipo de telefonista, e conversava com o Eduardo, meu ex-chefe. Mas para eu ouvir, tinha que colocar o bico de uma garrafa pet de 2 litros, no ouvido. Depois que conversei com ele, eu joguei este bico de garrafa pet no chão. Depois lembrei que tinha que lhe perguntar algo e falei com ele, perguntando se ele queria que eu fosse até a empresa para ajudá-lo em algo. Mas eu não o ouvia. Nisto lembrei-me do bico da garrafa e o peguei e coloquei no ouvido novamente. Então ouvi ele dizer que queria que eu fosse lá sim. Então fui até uma mesa, que seria a minha, e vi o Gueds mexendo nela. Perguntei o que ele fazia ali. Ele disse que o mandaram trocar o cadeado e foi o que tinha feito. Olhei para uma gaveta muito grande, cheia de peças e vi o cadeado que ele tinha colocado ali, aberto. Disse a ele que eu estava com o cadeado e não precisa ter trocado. Nisto ele pegou uma peça dentro da gaveta, dizendo ser dele e foi embora. Peguei uma bicicleta, destas que artista de circo costuma usar, com a roda de trás pequena, e a da frente enorme. Estava parado em uma rotatória, onde tinha uma outra logo em seguida. Havia filas de carro em todos os sentidos da rotatória. Eu não vi sinal nenhum, mas a cada instante, andava a fila de uma das entradas da rotatória. Eu estava parado ao lado de um caminhão. Nisto o caminhão entrou na rotatória e eu, aproveitei e fazendo o caminhão de escudo, entrei também. Ao sai da rotatória, veio uma descida muito forte. Então eu sabia como não deixar a bicicleta correr muito. Fiquei com o pedal numa certa posição e assim ela foi devagar. Ao terminar a descida, havia vários caminhos por entre uma vegetação rasteira. Eu segui por um deles.

domingo, 19 de outubro de 2008

NA LAJE COM OS CACHORROS


Eu estava subindo em uma laje, juntamente com uma pessoa. A laje da casa vizinha era um pouco mais baixa de um lado de onde estávamos subindo. E mais alta do outro. Quando acabei de subir, dois cachorros pequenos que estavam na laje vizinha, vieram latindo em nossa direção, Saímos andando Pela laje, mas os cachorros, ao invés de subirem na nossa laje, vieram andando pela laje de onde estavam; sempre vindo em nossa direção. Daí, quando parei perto de uma torneira que tinha ali, os cachorros ficaram tentando subir na nossa laje, mas ali era alto e eles não conseguiam. Então eu peguei uma garrafa pet de 2 litros, só que ela tinha uns 50 centímetros de comprimento. Comecei a enchê-la de água e vi que ela estava furada. Então disse para a pessoa que estava ao meu lado, que tinha que ir buscar outra, sem deixar o cachorro pegar a gente.