OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : teletransporte
Mostrando postagens com marcador teletransporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador teletransporte. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A ÁRVORE VERDE




terça-feira, 18 de agosto de 2009

TELETRANSPORTANDO CARRO PARA FLORESTA AMAZÔNICA

Estava dentro de um carro, em frente a um local, que estava cercado com muro alto, formando um quadrando grande. No centro deste cercado, tinha uma casa também quadrada. Eu tinha que entrar ali para pegar um baú com jóias. Entrei pelo portão. Lá dentro tinha muitas mulheres, todas policiais, só que elas usavam mini saia, e tinha era uma marreta, com um cabo de um metro aproximadamente, em vez de cassetete. Quando entrei, a policial chefe veio em minha direção e chamando as outras. Então disse a ela, que eu fazia parte do combinado. Então ela saiu correndo ao meu lado, me pedindo para segui-la. Fomos rodando em volta daquela casa, e quando mais rodava, mais a gente descia. Até que chegamos num local, em baixo da casa, onde havia um armário com a porta de vidro. Lá dentro estavam as jóias. Esta policial chefa saiu. Tentei quebrar o vidro com o pé, mas não consegui. Nisto chegaram às outras policiais com objetivo de me acertar as marretas. Fiquei na frente do armário, quando elas deram as marretadas, sai da frente, para que assim as marretadas quebrassem o vidro do armário. Mas as marretas bateram. O vidro não quebrou e ela ainda, com o impacto, jogou as policiais no chão. Então tentei abrir pela tranca do armário e vi que estava aberta. Pensei então como fui burro em não olhar isto primeiro. Peguei as jóias, sai correndo dali e fui para o carro. Então desejei que o carro fosse para o meio da floresta amazônica, num local de mata fechada, mas que coubesse o carro. Nisto fui para no meio da floresta. Então desejei que a gasolina fosse parar num tanque de qualquer carro da cidade de Manaus, que tivesse pouca gasolina. Desejei também que o óleo do motor e de freio fosse também para outro carro que estivesse precisando. Pensei que assim, não estaria poluindo a floresta amazônica. Depois fiquei pensando que, quando eles encontrassem o carro ali, os cientistas ficariam por entender como ele chegou ali. Então os imaginei dizendo que antes do Brasil ser descoberto, já tinha civilização aqui, que tinha inventado o carro, ou era coisa de outro planeta.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

USANDO O TELETRANSPORTE

Estava num local que não sei onde era. Tinha outras pessoas ali. Havia um painel onde aparecia o nome de várias coisas minha e das pessoas que estavam ali também. Caso eu tocasse em uma coisa minha, eu me teletransportava para algum lugar e voltava novamente. Eu disputava com uma mulher, que não sei quem era, quem se teletransportava mais. A lista minha era grande, mas a dela também. Até que restou somente o meu nome. Então eu disse a tal mulher que ela podia apertar meu nome e teletransportar em meu lugar, porque eu não importava se ela ganhasse.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

SALTO COM PLACA DE TRANSITO

Estava andando por uma rua de Divinópolis. Eu carregava uma placa de transito, destas que ficam fincadas nas esquinas. Ela estava presa ou cano que eles usam para fincá-las ao chão. Eu corria, batia o cano no chão e me atirava ao ar, tipo aqueles salto com varas em olimpíadas. Eu vinha fazendo isto pelas ruas. Não via ninguém. Quando cheguei na rua da antiga feira, atrás do ABC, três pessoas caminhavam no meio da rua. Eu passei por elas pulando com a tal placa. Elas me olharam. Eu continuei e quando cheguei na esquina da Vinte e Um de Abril com a Sergipe, eu encostei a placa na parede. Vi então que a placa indicava um quebra-molas. Entrei numa sorveteria que tinha ali. Quando entrei, vi a maquina de fazer sorvete e percebi que era uma sorveteria que eu já tinha estado antes e o sorvete ali era muito ruim. Então rapidamente sai empurrando uma cortina de tiras de pano que tinha na porta. Sai dizendo que não tomava aquele sorvete ali de jeito nenhum. Nisto eu me vi dentro de um lote grande, todo murado. Eu tentava dar um pulo bem alto por cima do muro, mas não conseguia. Nisto, lembrei que se eu me imaginasse do outro lado, eu me transportaria para lá. Então comecei a me imaginar do outro lado. Fiz um esforço grande e acabei do outro lado.