OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Velozmente
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sábado, 15 de outubro de 2011

ATRAVESSANDO OS FILHOTES DE CACHORRO


Estava dentro do carro da firma que trabalho,juntamente com o Nathan. Ele ao volante e eu de carona. O carro ia muitovelozmente. Então perguntei ao Nathan quem estava dirigindo. Ele disse que eraeu. Pedi a ele então que pisasse no freio imediatamente, porque eu não dirigiao carro. Ele pisou no freio e o carro foi derrapando. Foi derrapando até noponto onde a estrada se dividia em duas, numa bifurcação em “y”. Ele paroujunto a uma criança de uns 5 anos, que atravessava na faixa de pedestre. Acriança não se assustou com o carro. Saímos do carro e disse ao Nathan, que eraali que a gente iria trabalhar, pois eu estava reconhecendo o lugar. Havia umaescadaria rente ao passeio, que descia para uma espécie de porão. O Nathan foià frente, descendo as escadas. Fui atrás, descendo também, mas montado em umabicicleta. Chegamos lá em baixo, havia um portãzinho no final desta escada.Depois deste portão havia um pequeno corredor, de 1 metro de largura, ondeestava um guarda e vários filhotes de cachorros. Depois do corredor havia outroportãzinho. Disse ao Nathan que tínhamos que atravessar o outro portãozinho,pois era ali que a gente trabalharia. Ao entrar neste pequeno corredor, todosos filhotes de cachorro que estava ali, pularam em mim e ficaram grudados comose minha roupa fosse de velcro. Andei com dificuldade atravessei o outroportãozinho. Ao atravessar o outro portão, os cachorros se soltaram de mim.Então aquele vigia disse que os cachorros só queriam alguém para levá-los aooutro lado.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

VOANDO EM CIMA DA LAJE

Estava num local, eu e o Gueds. Havia um forno cubilô, destes de fundição. Em cima deste forno, que estava derretendo ferro, havia uma laje amarela, que deveria ter uns 4 metros por 4. Eu e o Gueds subimos nesta laje, para verificar de cima, se eles faziam tudo corretamente. Depois o Gueds desceu. Nisto fiquei olhando se a laje estava esquentando muito. De repente a laje começou a se mover e saiu voando rente a vegetação. Ia muito rápido. Com medo de cair, procurei ficar bem no centro desta laje. O vento batia forte no meu rosto. Nisto a tal laje chegou a uma casa e parou. Esta casa ficava num local que parecia um deserto, só que era de terra vermelha. Desci e entrei nesta casa. Meu pai estava lá e pediu-me para buscar dois portais. Ele teria que assentar duas portas. Falou que eu deveria levar mais 4 pessoas para ajudar, já que eu era um “fracote”. Sai falando que eu não era “fracote” coisa nenhuma. Fui correndo e de repente já estava correndo em alta velocidade, como de um carro. Só via terra vermelha na minha frente. Nisto cheguei numa construção, onde estavam construindo apenas corredores. O corredor tinha uns 2 metros de largura por 2 de altura e era coberto com laje. Entrei neste corredor que estava meio escuro e fui indo em alta velocidade também. O corredor sempre virava para a direita. Fui virando várias vezes e nada do corredor acabar. Nisto passei por uma parte do corredor, onde ele era mais largo. Havia alguns homens ali, comendo em marmitas. Não parei. Continuei correndo até que cheguei ao final do corredor. Voltei e perguntei a um daqueles homens, se sabiam de dois portais que eu teria que levar. Ele então me mostrou os dois portais. Um era do tamanho normal de portal, o outro era bem mais alto. Então eu disse que aquele alto, deveria ser para o quarto do meu pai, porque ele era muito alto. Os portais eram feitos de galhos finos de eucalipto. Era um galho fazendo a parte de cima e três fazendo as laterais, quando peguei os portais, vi que eles eram super leves. Coloquei os dois nos ombros e disse ao tal homem, que levaria os dois de uma única vez, porque estava fácil demais.



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

COM O CARRO VELOZMENTE

Havia eu e mais três pessoas. A gente tinha que viajar de carro para um local. Uma das pessoas saiu a pé e não voltava. Havia uma que era o dono do carro e estava reclamando muito da pessoa ter sumido. Então peguei o carro e sai dirigindo velozmente pelas ruas. Estava decidido a ir sozinho para a tal cidade. Ia muito rapidamente, até que me dei conta que estava voltando para o local de onde tinha saído. Nisto um dos três homens, que seria o dono do carro, me viu e sai correndo atrás de mim. Entrei numa rua onde havia várias pessoas. As pessoas começaram a gritar “pega” “pega” “pega”. Olhei para trás e vi que o homem vinha correndo. Eu acelerava o carro, mas ele ia lentamente. O tal homem foi aproximando, e quando chegou próximo ao carro,sai do carro e fugi correndo