OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Alta velocidade
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sábado, 26 de julho de 2014

DESLIZANDO DE BARRIGA NA EXPLOSÃO DA GALINHA






Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.

Então fu para um local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CORRENDO VELOZMENTE EM CÂMARA LENTA

ESTAVA EM UM LOCAL JUNTAMENTE COM O FERNANDO. ERA UMA CONSTRUÇÃO FEITA DE QUATRO QUARTOS. ELES ERAM INTERLIGADOS POR PORTAS. O FERNANDO CORRIA POR ESTES QUARTOS, EM ALTA VELOCIDADE. ELE PASSAVA POR MIM E QUASE NÃO PODIA VÊ-LO. ELE CORRIA E IA DIZENDO QUE EU NÃO CONSEGUIA CORRER NEM A METADE QUE ELE CORRIA. RESPONDI DIZENDO QUE A VELOCIDADE QUE ELE CORRIA ERA COMO SE FOSSE EM “CÂMARA LENTA” PRA MIM. ENTÃO SAI CORRENDO PELOS QUARTOS COMO O FERNANDO. QUANDO O FERNANDO DAVA UMA VOLTA EU DAVA CINCO VOLTAS. CORRIA E DIZIA PARA O FERNANDO QUE ELE NÃO TINHA COMO COMPETIR COMIGO NA VELOCIDADE.

terça-feira, 10 de julho de 2012

EM ALTA VELOCIDADE

ESTAVA DENTRO DE UM CARRO COM O CÂNDIDO. EU DIRIGIA. PASSAVA POR UMA RUA ESTREITA QUE ERA CALÇADA COM PEDRAS DE COR ALARANJADA. EU JÁ HAVIA PASSADO ALI ANTE. DEPOIS DE UMA CURVA ESTA RUA SUBIA UM POUCO E DEPOIS TINHA UMA DESCIDA FORTE. DEPOIS QUE FIZ A CURVA E COMECEI A DESCER, VI QUE ESTA DESCIDA NÃO ERA IGUAL A QUE EU TINHA PASSADO ANTES. A RUA DESCIA UM PAREDÃO TOTALMENTE EM LINHA RETA PARA BAIXO. ESTE PAREDÃO DEVERIA TER MAIS OU MENOS UM QUILOMETRO DE ALTURA. O CARRO FOI DESCENDO NUMA VELOCIDADE CADA VEZ MAIOR. MEU CORPO FOI SENDO JOGADO PARA TRÁS DE TÃO RÁPIDO QUE O CARRO IA. PERCEBI QUE AO CHEGAR LÁ EM BAIXO A GENTE SIMPLESMENTE IRIA SE DESMANCHAR TAMANHO SERIA O IMPACTO. QUANDO FUI APROXIMANDO DO FIM DA DESCIDA E JÁ SENTIDO O CORPO SE DESMANCHANDO, TIVE A CERTEZA QUE AQUELA RUA NÃO ERA ASSIM. ENTÃO, NO MOMENTO QUE O CARRO FOI TOCAR O CHÃO NA RUA QUE PASSAVA EM BAIXO DESTE PAREDÃO, VOLTEI PARA O INÍCIO DAQUELA ESTRADA, ANTES DA CURVA. FIZ NOVAMENTE A CURVA E VI QUE ALI ESTA O MECÂNICO QUE EU PAREI DA OUTRA VEZ, PARA CONSERTAR O CARRO. E ERA QUEM EU PROCURAVA NOVAMENTE, PARA CONSERTAR DE NOVO O CARRO. ENTÃO DISSE PARA O CÂNDIDO QUE SABIA QUE ALI NÃO EXISTIA AQUELA RUA DESCENDO AQUELE PAREDÃO.

domingo, 13 de dezembro de 2009

ALTA VELOCIDADE

Estava dentro de um carro, ao lado de alguém que dirigia este carro. Eu não me via, não via o carro nem a pessoa que dirigia. Via somente a rua por onde o carro passava. Como se fosse uma imagem de uma câmara de vídeo filmando o percurso que o carro fazia. A gente estava na rua do bairro esplanada, que dá acesso a pinte do centro. Nisto o carro veio vindo da direção da padaria do Milton, para a ponte do dentro. Parou em frente à Rua Mestre Rangel. Veio um carro em alta velocidade, da Rua Mestre Rangel, e virou na rua da ponte. Depois ele virou a direita, numa rua que o levava de volta a Rua Mestre Rangel. Mas aquele procedimento era proibido. Fiquei pensando que os motoristas não respeitavam nenhum sinal. Nisto o carro que eu estava, foi indo em direção a ponte, depois deu meia volta e foi em alta velocidade, em direção a padaria do Milton. A distância de onde eu estava até a padaria, é de apenas um quarteirão, e há casas dos dois lados desta rua, que é estreita. Mas quando olhei para o lado direito, não havia casas, e sim uma floresta, e logo abaixo da gente, um grande abismo. Eu não conseguia entender porque o carro corria tanto e nunca chega à praça onde ficava a padaria. Mas ele continuava aumentado à velocidade e eu torcendo para que chegasse logo e assim não corria o risco de cair no abismo. Continuava vendo somente a rua, que parecia passar numa velocidade muito alta. Via o abismo e as casas do outro lado. Enfim, o carro chegou à rua da praça, onde estava a padaria do Milton. Como eu não me via no carro, não tinha como descer. Nisto o carro voltou para o lugar de onde saímos. Isto vagarosamente. Eu via as casas dos dois lados da rua. Parou no mesmo local. Onde fiquei pensando que ia começar tudo de novo. E que aquilo não estava acontecendo, eu via apenas um filme muitas vezes.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A RUA QUE ERA PASSEIO

Estava numa rua, em frente ao que seria a casa do meu chefe. Estávamos eu e o Vitinho. Nesta rua, havia casa de um só lado, do outro lado era mato. Só que esta rua ficava onde seria o passeio. Ou seja, havia apenas o passeio estreito, asfaltado. Nós precisávamos ir a uma cidade, fazer um serviço. Então o Vitinho disse que iria ficar na cidade que a gente ia fazer o serviço, porque ele morava lá, e que eu deveria voltar sozinho. Só que eu não morava naquela cidade do meu chefe, era em outra. Nisto fiquei olhando aquela rua, que ficava no lugar do passeio, vi alguns carros parados ali e fiquei pensando se daria para eu passar, quando estive voltando do serviço. Imaginei eu vindo em alta velocidade, se não bateria em algum carro ali parado.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

VIAJANDO PELO TUBO TRANSPARENTE

Estava num local, do lado de fora de uma casa, onde parecia que a gente estava fazendo um churrasco. Estava ali, eu, a Iara e mais duas pessoas. Nisto uma daquelas pessoas, sacou uma arma e disse para a Iara, que queria toda a carne do churrasco. Nisto, abriu nas costas da Iara, duas asas, mas não eram como de anjos e sim, como de avião, destes bi-motor. Ela deu um pulo alto, em pé, e quando foi caindo, em pé também, no lugar da churrasqueira, havia era um tudo transparente, que deveria ter ai uns 60 cm de diâmetro. A Iara entrou em pé neste tubo, em alta velocidade. Mas as asas, que não cabiam no tubo, ao baterem na borda do mesmo, caíram no chão. A Iara continuou em alta velocidade por este tudo, que ia e vinha por toda a casa. A gente ficava a vendo deslizando dentro do tudo, sempre veloz. Até que o tubo a levou para dentro da casa.

terça-feira, 5 de maio de 2009

A FORTALEZA

Estava na carroceria de um caminhão. O Fernando era quem estava dirigindo. Mas ele dirigia da carroceria também. Ele ia à alta velocidade. Meu cabelo estava muito grande e o vento o deixava em meu rosto. Eu tirava o cabelo mais ele voltava e quase não me deixa ver. Então eu disse ao Fernando que era capaz das pessoas não estar lá, aonde à gente ia. Lembrava-me que eles tinham saindo. Nisto chegamos numa casa grande. Havia algumas pessoas. Depois entrei num quarto e um homem queria me bater. Segurei a maçaneta da porta tentando impedir que ele a abrisse. Mas a maçaneta se soltou, ficando eu com uma parte e ele com a outra. Sai deste quarto, lutando com ele como se a maçaneta fosse espada. Só que a maçaneta estava já bem grande, do tamanho de uma espada mesmo. Tentei enfiar a ponta da maçaneta na barriga dela, ele sai da frente e esta ponta se encaixou numa peça de ferro que tinha na parede, Ao encaixar lá, fez esta peça girar e começou um barulho estranho do lado de fora. Abrimos a porta e vimos paredes laterais, em volta da casa, subindo e fechando toda a casa. Um Homem que estava ali, disse que aquela casa era uma fortaleza, e por isto tinha aquelas parede de proteção.

domingo, 3 de maio de 2009

ANDANDO DE CAMINHÃO

Estava na carroceria de um caminhão. Este ia por uma estrada. Estava sentado lá trás, bem encostado na cabine. Então percebi que a estrada não ia ficando para trás, mas sim, vinha em nossa direção. Daí, percebi que o caminhão estava indo era de marcha à ré. Mas a velocidade ia aumentando muito. Nisto chegou num abismo e o caminhão caiu nele. A medida que o caminhão foi caindo,fui imaginando meu fim

sábado, 4 de abril de 2009

CARROS DE FORMULA 1

Estava numa rua muito larga. Tinha umas seis pistas. Não passava nenhum carro e havia algumas pessoas conversando, sempre em grupo de três. De repente, vieram vários carros de corrida d formula 1. Eles passavam por entre a gente em alta velocidade. Mas as pessoas, assim como eu, não saiam do lugar. Ficavam como se nada estivesse acontecendo. Passaram várias vezes, mas todos os carros eram brancos. Depois todos eles pararam um pouco afastados da gente, como se estivessem preparando para a largada. Fiquei olhando aqueles carros enfileirados e me perguntando qual serio o do Rubinho.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

DESLIZANDO DE BARRIGA

Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.