ESTAVA
EM UMA EMPRESA. ESTAVA DENTRO DE UM GRANDE GALPÃO. HAVIA ALGUMAS PESSOAS ALI.
EU HAVIA TERMINADO UM SERVIÇO E FUI SAINDO. DENTRO DESTE GALPÃO, PARA SAIR,
HAVIA UMA RAMPA QUE DEVERIA TER UNS DEZ METROS DE COMPRIMENTO. EU SAIA COM UMA
ESPÉCIE DE MALETA. EU RIA DE ALGUMA COISA QUE NÃO LEMBRO. SUBINDO A RAMPA
RINDO, QUANDO FUI CHEGANDO NO MEIO DELA, NÃO DEI MAS CONTA DE SUBIR. QUANTO
MAIS EU RIA, MAS EU IA VOLTANDO RAMPA ABAIXO. ENTÃO DISSE PARA A PESSOA QUE ESTAVA
NO INICIO DA RAMPA, QUE ERA IMPOSSÍVEL SUBIR A RAMPA CARREGANDO ALGUMA COISA,
SE ESTIVER RINDO. A PESSOA DUVIDOU DE MIM E FOI TENTAR SUBIR A RAMPA CARREGANDO
A MALETA QUE ESTAVA COMIGO. MAS ELE COMEÇOU A RIR E NÃO CONSEGUIU SUBIR A
RAMPA. TENTEI NOVAMENTE, MAS NÃO CONSEGUIA, PORQUE RIA MUITO. ENTÃO DISSE PARA
O HOMEM QUE SERIA O CHEFE ALI, QUE ELE TERIA QUE FAZER OUTRA SAÍDA PARA MIM,
SEM QUE TIVESSE RAMPA PARA EU PODER IR EMBORA.
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sábado, 1 de setembro de 2012
SUBIR RINDO EH IMPOSSÍVEL
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TRABALHANDO
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Unnamed Rd, Cross Fork, PA 17729, EUA
quarta-feira, 26 de maio de 2010
SUBINDO COM O CARRO DE MARCHA A RÉ

Estava de carro, dirigindo. Estavam no carro, ao meu lado, o Gueds, e no banco de trás, o Alex, gerente da firma onde trabalho. Entrei no pátio de uma empresa. Havia uma pequena rampa de cimento, nesta rampa havia algumas peças, parecidas comas de carro, espalhadas. Virei o carro para subir a tal rampa, de ré. Fui com cuidado, desviando das Peças, evitando esbarrar nelas ou cair da rampa. Quando passei pela rampa, virei o carro novamente e segue em frente. O Gueds então me perguntou por que eu subi a rampa de ré, e não fui de frente que seria mais fácil. Disse que tinha aprendido a subir rampa, sempre dirigindo de ré. Ele então me perguntou em qual auto-escola eu tinha aprendido. Disse a ele que tinha sido na auto-escola “DE RÈ”.
sábado, 1 de agosto de 2009
DEMISSÃO E VOLTA AO TRABALHO
Estava descendo uma rampa, que seria na empresa onde eu trabalhava. Havia alguns homens naquela rampa, que estaria trabalhando. Ao começar a descê-la, olhei por cima de um murinho que tinha do lado esquerdo desta rampa e vi um grande salão, que era onde eu trabalhava. Vi várias pessoas lá e disse. Está havendo outro velório. Este já o de numero 156. Quando passei pelos homens no corredor, alguns diziam que tinham sido demitidos. Então disse a eles que eu também tinha sido demitido há três meses e já estava de volta. Que funcionava assim mesmo. Eles demitiam a gente e depois chamava de volta..
domingo, 30 de novembro de 2008
O FENO, A BICICLETA E O BONÉ
Estava numa casa, que tinha uma rampa para acesso ao andar de cima, parecido com rampa do hospital são João de Deus. Eu desci esta rampa e cheguei num quarto, onde havia vários pedaços de capim, daqueles de feno, espalhado. Nisto vi que tinha aberto a balança. Esta balança era do tipo que fica no chão, para pesar grandes volumes. Eu então encostei esta balança num canto do quarto da Nathalia. O Fernando ficava descendo e subindo a rampa o tempo todo. Eu subi a rampa novamente e lá em cima vi a balança que eu tinha acabado de montar lá em baixo. Só que ela estava quebrada. Eu então fui arrumar a balança e chingando o Fernando, dizendo ter sido ele que a quebrou. Depois fui para um local, que parecia uma casa de sítio. Nisto minha mãe me pediu para ir comprar um guaraná para ela. Eu disse que iria, mas precisava do carrinho. Então o Ricardo foi montando o carrinho, que parecia um patinete. Então sai procurando meu boné. Eu não conseguia achar o boné e dizia que só iria se fosse de boné. Minha mãe disse que era ali na Avenida Antonio Olimpio de Morais e não era longe. Quando voltei para pegar o carrinho, vi que era uma bicicleta para crianças. Então eu disse que não iria naquela bicicleta tão pequena. Minha mãe disse que era para eu ir empurrando a bicicleta. Quando fui sair, vi que estava sem o boné. Então entrei num cômodo para procurá-lo e vi ali jogando baralho, meu pai, o Tonhão, o Vitinho e o Ricardo. Eu falei que eles tinham escondido meu boné e eu o queria para sair. Eles riram muito e juraram que não tinha sido eles. Sai procurando o boné num corredor grande e largo que tinha trás desta casa. Havia algo comprido no meio deste corredor, que o dividia em dois. Fui até o final e quando fui voltando, vi várias galinhas. De cada um dos lados deste corredor, vinha um galo muito grande, do tamanho de um peru. Eles vinham correndo em minha direção. Eu fiquei com medo deles me atacarem e corri em direção a eles, para assustá-los. E assim sai do outro lado. Os dois galos se encontrar e começaram a brigar. Eu fiquei vendo aquela briga até que eles pararam. Sai e fui embora dali.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
QUADRADO DENTRO DO QUADRADO
Estava num local, que era uma construção quadrada, bem grande. Havia uma rampa que descia dentro destro quadrado. Lá dentro, havia várias divisões também quadradas. E havia uma rampa em cada uma destas divisões. Tinha dois andares cada uma destas divisões. Eu estava na rampa que descia aos quadrados menores. Estes quadrados menores havia dentro deles água bem suja de barro, tipo água de rio depois de chover muito. No centro de cada quadrado havia uma haste que terminava dentro desta água e fazia-a girar. No andar de cima, vi algumas crianças. Uma mulher chegou ao meu lado e me explicou que aquelas crianças trabalhavam ali. E que na parte de baixo, trabalhava homens. Nisto as crianças começaram a subir a rampa, deixando o local onde estavam. Esta água suja começou a subir e encobriu até o local onde as crianças trabalhavam. Eu então perguntei a tal mulher, se os homens que trabalhavam lá em baixo não iam subir, para que não se afogassem. Ela então me disse que não precisavam, eles seguravam o fôlego até a água baixar novamente. Mas estava demorando muito para água baixar, então eu disse a tal mulher, que era impossível eles ficarem segurando o fôlego tanto tempo. Mas ela me disse que eles já estavam acostumados.
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