Mostrando postagens com marcador rua sem casas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rua sem casas. Mostrar todas as postagens
domingo, 7 de setembro de 2008
BATENDO CARRO NA POEIRA
Estava num local, que não sei bem onde era. Havia duas pessoas do meu lado. Nisto eu sai correndo e estava neste caminho, sentado, o Henrique, marido da Jaqueline. Eu e ele não nos falamos. Quando eu passei por ele, ele me cumprimentou e disse que eu estava certo no que fazia. Mas ai, já não era o Henrique e sim, o Vitinho, meu irmão mais velho. Eu não disse nada, passei por ele e continuei andando. Depois peguei um carro e sai por umas ruas que não sei onde ficam. Parecia um bairro que estava sendo formado, pois não havia casas, apenas as ruas. Eu dirigia indo de uma rua à outra. Fazia muita poeira, pois eu corria bastante. Nisto, ao entrar na poeira que eu mesmo tinha feito, não vi nada e o carro saiu da rua e bateu numa árvore que tinha no terreno ali. Sai lá de dentro rindo, não tinha sentido nada. Não havia ninguém por perto.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
FLUTUANDO NA RUA DE GRAMA
Eu estava num local, onde a rua era toda de grama, e bem comprida. Não tinha passeio e sim, árvores plantadas em toda extensão da rua, de um lado e do outro. Depois das árvores, não tinham casa, e sim, terreno parecendo pasto de gado. Eu e mais algumas pessoas ficávamos a um metro do chão. A gente ia de um lado a outro, não voando, mas simplesmente flutuando. Não importava se nós estávamos deitados, em pé, como se estivesse sentado. A gente ia de um lado a outro se fazer nenhum esforço. Acima da gente, a uns 2 metros do chão. Ficavam as crianças, que também deslizavam de um lado a outro, brincando. A gente flutuava numa altura, conforme a idade que tinha.
Assinar:
Postagens (Atom)

