OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : carroceria
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sábado, 10 de abril de 2010

DIRIGINDO NA CARROCERIA


Estava eu numa caminhonete, cuja carroceria era igual aquelas de transportar cavalos. Não havia cavalos na carroceria e sim, os equipamentos que uso para fazer a medição da qualidade do ar. Eu dirigia esta caminhonete, não da cabine, mas sim, da carroceria, sentado em cima dos equipamentos. Dirigindo a mesma, vi a Regina na beira do passeio em uma rua que não sei o nome. Fui dirigindo até ela, pois queria lhe contar algo. Mas ela nada perguntou sobre o assunto que eu queria falar, então decidi não dizer nada. Sai dali, fui até a casa do Gueds, buscá-lo para agente trabalhar. Ele subiu também na carroceria e fomos indo embora. Chegando num galpão, vi um homem de bigode e cabelos brancos. Desci da caminhonete, fui falar com este homem. Queria dizer a ele sobre o motivo de eu estar dirigindo a caminhonete. Mas ele parecia ocupado, andando de um lado a outro. Então decidi ir embora, dirigindo dentro deste galpão, quando deparei com vários encanamentos a mais ou menos um metro de altura. Para não bater nos mesmos, freei bruscamente. Nisto o Gueds veio rolando em cima do equipamento, me atingindo. Disse a ele que foi melhor frear que arrebentar os encanamentos.

terça-feira, 5 de maio de 2009

A FORTALEZA

Estava na carroceria de um caminhão. O Fernando era quem estava dirigindo. Mas ele dirigia da carroceria também. Ele ia à alta velocidade. Meu cabelo estava muito grande e o vento o deixava em meu rosto. Eu tirava o cabelo mais ele voltava e quase não me deixa ver. Então eu disse ao Fernando que era capaz das pessoas não estar lá, aonde à gente ia. Lembrava-me que eles tinham saindo. Nisto chegamos numa casa grande. Havia algumas pessoas. Depois entrei num quarto e um homem queria me bater. Segurei a maçaneta da porta tentando impedir que ele a abrisse. Mas a maçaneta se soltou, ficando eu com uma parte e ele com a outra. Sai deste quarto, lutando com ele como se a maçaneta fosse espada. Só que a maçaneta estava já bem grande, do tamanho de uma espada mesmo. Tentei enfiar a ponta da maçaneta na barriga dela, ele sai da frente e esta ponta se encaixou numa peça de ferro que tinha na parede, Ao encaixar lá, fez esta peça girar e começou um barulho estranho do lado de fora. Abrimos a porta e vimos paredes laterais, em volta da casa, subindo e fechando toda a casa. Um Homem que estava ali, disse que aquela casa era uma fortaleza, e por isto tinha aquelas parede de proteção.